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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Meninos de Rua...


Crianças sempre a cantar
Dança funk pagode e Rap
Meninos alegres com seu viver
Não olham a vida que estão à mercê
Embaixo da ponte no frio e no tempo
Passam carros a correr.
Correm daqui e dali
Vendendo balas no farol
O tio. não abaixa o vidro
Com medo de não sei o que...
Não estou pedindo nada
Eu quero é luz pra sobreviver.
Vendendo uns doces aqui
Pra eu poder comer
Minha sorte foi sempre
Explorada neste mundo cão
Minha mãe me deixou a rua e se foi
Por ai afora, Neste Mundão
Um dia quando ela voltar
Aqui no farol não vou está, pois
Seu Doutor eu quero é estudar.



Mary Cely
Imagem do google

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Tratamento TDAH


Com isto entendemos, que ao retardar o tratamento do paciente portador de T.D.A.H., estamos expondo o paciente ao risco de ter o seu quadro agravado e evoluir para CO-MORBIDADES, que muitas vezes são mais graves que o próprio T.D.A.H.

É muito freqüente, que por absoluta falta de conhecimento, e por uma OVER-DOSE de preconceito, estas crianças sejam encaminhadas para profissionais que não só não conhecem o T.D.A.H, mas também tentam resolver ou tratar estes pacientes de forma totalmente errada, não seguindo as diretrizes preconizadas pelo M.T.A., o que muitas vezes agrava o quadro do paciente.

Admitimos, que o PRECONCEITO nas pessoas mais esclarecidas, seja mais por MEDO DO RÓTULO ( T.D.A.H.), esquecendo-se estas pessoas, que estes pacientes já estão rotulados, e o que se propõe com o tratamento é retirar o RÓTULO e o ESTIGMA dos mesmos.





Irineu Dias

Clínica Médica
http://www.tdah.com.br/

TDAH XPreconceito [2]

No tocante ao PRECONCEITO, um dos alvos mais atingidos é a FIGURA DA MÃE, que é cobrada pelo marido em relação ao desajuste do filho ou da filha, que se for T.D.A.H. desatento, não quer nada com nada, a culpa é da mãe. Em se tratando de um T.D.A.H. hiperativo-impulsivo ou tipo combinado, também é a mãe a responsável por não saber dar limites e educar o seu desastroso filho ou filha.Se vai mal na escola, a mãe novamente é a responsável pelo insucesso do filho ou filha, pois não cobra do mesmo esforço e responsabilidade.Quanto aos parentes próximos, alegam que a mãe não sabe educar o seu filho.Na escola é a mãe que recebe as intimações para conversar sobre o filho, que esta criando problemas com professores, colegas, etc. Isto prossegue, numa verdadeira via crucis, até a avó entrar na cena, alegando, que em sua época as coisas eram resolvidas de outras formas, dizendo que isto é falta de umas PORRADAS, pois cacete não é santo, mas faz milagres. Parece até que este filho só tem mãe, porque a figura do pai encontra-se fora do contexto desta família, em termos de cobranças. Os vizinhos aconselham a procurar uma sessão de DESCARREGO ou ouvir o que os ORIXÁX tem para dizer. Por aí, a mãe trilha numa verdadeira agonia, sendo responsabilizada por todos ônus, que o filho T.D.A.H. contabiliza. No final, quando procura um profissional para cuidar de seu filho, corre o risco de ouvir do profissional que seu filho não tem nada, e que deveria por LIMITES ao mesmo e aprender a ser mãe, pois esta a procura de um bode expiatório para justificar a sua incompetência como mãe. E quando o diagnóstico é confirmado, vem outra tormenta, que é convencer a avó, tios, vizinhos, e o pai, que a maioria das vezes, também é T.D.A.H. e cheio de co-morbidades, dentre elas a de opositor desafiador, de que o seu filho precisa de tratamento. Neste momento, o peso da responsabilidade, que preconceituosamente, foi depositada na pobre coitada da mãe, já é suficiente para que a mesma tenha no mínimo uma depressão.

Outro aspecto, que sempre se faz necessário entender, é que a repercussão e o impacto do T.D.A.H.na vida familiar, social, afetiva, acadêmica e profissional do individuo, é de tal importância, que não podemos permitir, que milhares de pessoas, que não tiveram a oportunidade de um DIGNÓSTICO e TRATAMENTO, por puro preconceito, venha ter uma perspectiva de vida sombria ou duvidosa.

Analisando a repercussão do T.D.A.H. na vida acadêmica, entendemos o sofrimento dos pacientes em decorrência do preconceito de uma forma global. Mas é justamente na escola, que deveria ser um ambiente seguro, que representasse a extensão do lar, é que estas crianças sofrem com o preconceito, pois exportas as criticas que partem de todos os lados, estas pequenas criaturas, começam a fazer um juízo terrível do aprendizado, que deixa de ser um processo prazeroso, para se constituir numa verdadeira tortura. Por outro lado, a família, que cobra um rendimento destas crianças, incompatível com sua condição de produzir, se não forem tratadas, em decorrência de sua distratibilidade, hiperatividade e impulsividade, levando estas crianças a perda de sua auto-estima, que somados as criticas de professores, que de um modo geral, não tem o menor conhecimento sobre o assunto, a pressionar ainda mais estas crianças, levando-as cada vez mais ao insucesso acadêmico e a perda do interesse em aprender, tornando o seu futuro pouco promissor.

Fonte de Pesquisas
http://www.tdah.com.br/
Irineu Dias
Clínica Médica

T.D.A.H X Preconceito [1]

Estudos recentes mostram, que um dos maiores entraves para o tratamento do T.D.A.H. e suas CO-MORBIDADES, é o PRECONCEITO. Para que o tratamento seja eficaz, seguindo os critérios preconizados, pelos estudos feitos por um grupo consorciado, envolvendo várias universidades americanas (05) e uma universidade canadense, que é o estudo MTA, o PRECONCEITO tem que primeiramente ser amenizado. Neste aspecto, o ACHISMO não tem vez, pois os critérios são voltados para a medicina baseada em evidencias, onde se procura seguir as diretrizes da associação americana de psiquiatria e a associação americana de pediatria, como órgãos credenciados, e que sob o ponto de vista científico, dão suportes e respaldos a todas tecnologias e pesquisas voltadas para o tratamento do T.D.A.H. e suas co-morbidades, que inclusive, não são exceções, mas sim regra, as co-morbidades no T.D.A.H.

Mesmo nos paises desenvolvidos, o PRECONCEITO, responde por uma significativa parcela de pacientes que deixam de receber o tratamento precocemente e não se beneficiam do conjunto de ações, como a farmacopsicoterapia, a psicoterapia cognitivo-comportamental, a orientação a pais e escolas, formando assim com este quarteto de ações, o suporte necessário para o tratamento do T.D.A.H. dentro do que se conhece até o momento como eficiente, ficando, a intervenção de outros profissionais, restrita a uma pequena parcela de pacientes.

Obviamente, que o PRECONCEITO, está diretamente ligado a própria história da SAÚDE MENTAL, onde há menos de duas décadas, os pacientes com patologias mentais, não tinham uma abordagem clinica e terapêutica digna, porem a psiquiatria evoluiu como nunca nestas últimas décadas, sustentada pela evolução da própria NEUROCIENCIA,mudando completamente os rumos da saúde mental. Contudo, ainda é muito mais estigmatizante ter uma depressão, do que ser portador de diabetes ou hipertensão arterial, pois na história da medicina, aquilo que vem da CABEÇA ou do CÉREBRO dos indivíduos, é certamente muito mais preconceituoso. Por isto, ao adiministrarmos um anti-hipertensivo ou a insulina para um paciente hipertenso ou diabético, a aceitação é bem maior do que passar um neuroestimulante para uma criança desatenta ou hiperativa. Observamos inclusive, que um indivíduo quando pretende agredir de forma contundente um outro indivíduo, sem lhe provocar danos físicos, ele procura como órgão alvo a ser atingido, o cérebro do outro, não em sua estrutura motora, mas sim em sua estrutura psíquica e intelectual, onde certamente vai ter uma repercussão maior.

Um outro aspecto que deve ser levado em consideração é o cultural. Nos países desenvolvidos, principalmente nos E.U.A., o paciente ao ser medicado ou ao receber uma intervenção médica, ele interroga sobre a evolução da doença e o resultado que será obtido com o tratamento, preocupando por último com os efeitos colaterais dos medicamentos. Em outras palavras, a preocupação prioritária é com a doença.Na América Latina, a preocupação primeira é com os efeitos colaterais das medicações. Neste sentido, temos que entender, que não apenas as mães e pais são receosos quanto a possibilidade de seus filhos tomarem REMÉDIO PARA O CÉREBRO, o que de certa forma entendemos, mas em nosso meio, é muito comum que até profissionais da área de saúde, relutem em admitir, que teremos uma repercussão muito mais GRAVE, no não tratamento adequado de um paciente T.D.A.H., do que tratá-lo de forma consciente e criteriosa, observando atentamente o conceito CUSTO x BENEFICIO e procurando dar para este paciente um tratamento correto, para um transtorno NEURO-COMPORTAMENTAL, com estudos e pesquisas muito mais extensas e seguras, do que a própria DEPRESSÃO, segundo relatos da Associação Médica Americana.


Fonte de Pesquisas
http://www.tdah.com.br/
Irineu Dias
Clínica Médica

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Dicas de Livros infantis sobre crianças especiais


1-Alguém muito especial - 2ª edição
Autora:Miriam Portela
Editora:Moderna
China era diferente das outras crianças porque era portador da síndrome de Down. Neste livro, Tico, seu irmão mais velho, conta como conseguiu estabelecer uma comunicação e uma forte ligação com ele. No início não foi nada fácil, mas, com o tempo, Tico compreendeu que China era uma criança diferente e aprendeu muitas coisas com seu parceiro mudo, que "estava olhando pra dentro".

2-GABRIEL E AS VISITAS ESPECIAIS
Autora:ANA CONSTANCA KATSUYA
Gabriel tem certeza que um super-herói irá visitá-lo em sua classe. Mas Gabriel e seus amigos não imaginavam o quanto especiais eram os seus novos amigos, Mariana e Samuel. O livro aborda o tema da inclusão.

3-Luiza
Autora:Cristina Maria Rosa
sobre uma criança com Sindrome Down

4-Livro : PÉ NA ESTRADA
Autor: ARI HESCK
Editora: IMPRENSA LIVRE
PÉ NA ESTRADA - uma aventura sem limites é um livro infantil, uma verdadeira lição de vida, de amor e perseverança. É uma história real de uma viagem de bicicleta, três garotos e um deficiente físico, que sozinhos foram para uma outra cidade e viveram muitas aventuras.

5-Livro : JULIA E SEUS AMIGOS
Autor: LIA CRESPO
Editora: NOVA ALEXANDRIA
Uma bela e envolvente história infantil, que traz para a sala de aula uma discussão inadiável: a integração de crianças com deficiências na escola comum. Trata-se da Educação Inclusiva, proposta pedagógica que é apresentada neste livro através das peripécias de Júlia, menina de oito anos, que tem deficiência física. Ela sempre havia estudado em escolas especiais para deficientes, mas agora enfrentará um outro desafio: estudar junto com crianças não deficientes, numa nova escola. Júlia, então, se pergunta: a escola tem rampas para que ela possa se locomover com a cadeira de rodas? As outras crianças vão compreendê-la? Será que a professora é legal? Um livro divertido e emocionante, que mostra a necessidade de se valorizar o diferente, eliminando a segregação e fazendo da escola um espaço de convivência plena entre crianças, pais e educadores.

6-Livro: RODRIGO ENXERGA TUDO
Autor: MARKIANO CHARAN FILHO
Editora: NOVA ALEXANDRIA
Rodrigo não liga que falem que é cego, mas prefere que se refiram a ele como deficiente visual. Só não gosta mesmo quando o chamam de ceguinho.
Agora, na nova escola, ele tem um grande amigo, o André. E as outras crianças da classe pouco a pouco vão percebendo que o Rodrigo consegue ver as coisas do mundo. Mas de formas diferentes pois, como não tem o sentido da visão, utiliza-se intensamente dos outros quatro para se relacionar com o mundo ao seu redor..

7- NINGUEM E IGUAL A VOCE!
Autora:Andrea Pinto Filipecki
Este livro serve tanto para o professor como as crianças que aprenderão que a individualidade é uma forma de respeito e aprendizado de si e do outro. Ao mesmo tempo, também conscientiza as crianças com necessidades especiais no sentido que são diferentes, e por isso mesmo, devem fazer parte da sociedade normalmente.

8-Patinho Feio
MARGARIDA NUNES DA PONTE
ANABELA CAIADO

9-Chibos Sabichões
Olalla González
Federico Fernández

10-Dança Down
Cláudia Coles
Livro infantil com braile
Editora Paulinas

11-Dorina Viu
"Dorina Viu" conta a infância de Dorina Nowill, criadora da fundação que leva seu nome e a maior instituição para cegos do país.
Editora Paulinas

Os profissionais dedicados à educação especial exigem material de apoio que permita tornar a leitura mais acessível a crianças com problemas do desenvolvimento.
Esta iniciativa tenta aproximar e estimular o caminho da leitura a todas elas, contribuindo para romper com as barreiras na comunicação e tornando mais compreensível o mundo da fantasia a muitos meninos e meninas
Os destinatários destes livros são pessoas com necessidades específicas: atraso global do desenvolvimento, perturbações específicas da linguagem (PEL), paralisia cerebral (PC), perturbações do espectro do autismo, dificuldades de aprendizagem, ou seja, utilizadores ou potenciais utilizadores da Comunicação Aumentativa.


-Sugestões e dicas de outros Livros Infantis sobre Crianças Especiais.Deixe o seu comentário
Fonte de Pesquisas:
http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com/
Imagem do Google


TERAPEUTA OCUPACIONAL
ESPECIALISTA DESENVOLVIMENTO INFANTIL
CONCEITO NEUROEVOLUTIVO BOBATH
E INTEGRAÇÃO SENSORIAL.

TDAH Em sua casa!


DICAS PARA LIDAR COM CRIANÇAS DESATENTAS E HIPERATIVAS EM CASA

1. Sente-se com a criança a sós e peça sua opinião sobre o que precisa ser feito para melhorar o seu comportamento. Ele freqüentemente terá sugestões valiosas.

2. Crie um caderno ou agenda “casa-escola-casa”. Isso é fundamental para melhorar a comunicação entre pais e professores.

3. As ordens devem ser breves e claras. Use uma linguagem adequada para o nível de desenvolvimento da criança. Evite ordens muito longas.

4. Caso seja extremamente necessário dar ordens longas, use o apoio da escrita. Bilhetes com o que se deve fazer lembrarão a criança dos detalhes que ela pode, eventualmente esquecer.

5. Avalie as tarefas executadas pela qualidade. O importante é o que foi pedido esteja sendo realizado.

6. Durante a realização dos deveres de casa, afaste a criança do que a distrai. Prepare um local de estudos adequado dentro de uma rotina previamente estabelecida. Organize a criança.

7. Evite falar de costas com a criança, fique no mesmo plano físico mantendo sempre o contato visual. Procure chamar a atenção dela antes de começar a falar.

8. Repita as ordens e instruções que foram dadas.

9. Peça para a criança repetir as ordens dadas, certificando-se de que ela memorizou e compreendeu toda a mensagem.

10. Não peça nada para a criança gritando de outro cômodo da casa. Fale perto dela e calmamente.

11. Leia os textos escolares após a criança e de forma coloquial converse com ela a respeito do conteúdo, pontuando os pontos principais.

12. Sempre que possível estimule a memória em situações cotidianas. Se você pediu para a criança apagar a luz depois de sair da sala e ela esqueceu, não cobre. Apenas diga: Eu te pedi um favor há alguns minutos... você lembra o que era ?

Reuni estas dicas ao longo de várias leituras, por isso não cito bibliografias pois este guia de orientação foi montado com o tempo. Uso com freequencia no meu consultório com os pais.

Fonte do texto do Blog da Drª
Priscila Felix.
http://fonopriscilafelix.blogspot.com/
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Depressão tem cura depende de você!


Li em algum lugar que até o ano de 2030, a depressão vai ser a doença nº 1 da humanidade. Vendo agora o suicídio da belissima atriz Leila Lopes, resolvi dar minha contribuíção contra esse mal terrível que assola a muito de nós.
Lembro-me que depois de trabalhar quase um ano de graça para o Dr. Antônio Jorge Marques, em sua aventura no mundo da televisão, caí infelizmente numa depressão. Tinha um motivo naquela ocasião: ora, depois de dar o sangue por um projeto que sonhava e de ajudar um politico iniciante a dar seu salto incial numa área que hoje ele está muito bem, o cara vem e me dispensa sem direito a nada? Trabalhei dioturnamente naquela emissora e tenho testemunhas disso!
Foi aí que caí num perigo que devo alertar que não devemos nos deixar cair. Por causa de ações inescrupulosas de outros em relação a nossa pessoa, jamais devemos desanimar.
Deixei de acreditar em mim, porque um infeliz achava que eu não servia mais para ele ou sua estação. Se ao menos eu tivesse recebido, tinha ficado o dito pelo não dito.
Demorei a reencontrar o meu novo caminho. Mas encontrei e graças a um esforço próprio e a uma força interior que todos tem dentro de si, me reabilitei e me senti feliz novamente com minha vida e meus ideais.
Se está passando por um período de angústia, tristeza ou até mesmo de depressão, eu posso lhe garantir que o grande remédio é você acreditar em si mesmo e em seus ideais. Saiba que deixar de tentar pelo medo de fracassar é a pior das derrotas!
Não aceite que alguém lhe dê o diploma de derrotado ou de infeliz. A vida é sua, os caminhos a serem seguidos estão a sua frente. Escolha o qual você acha que será melhor pra você e comece agora mesmo a andar. Não pare! Não se revolte! Não se corroa com desejo de vingança!
Mas claro, se a ajuda médica se fizer necessária, busque-a também, mas a única coisa que devemos sempre querer neste mundo, é o estado alegre de espírito!

Fonte de Pesquisas.
http://leopeixotoinforma.blogspot.com/
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1.[2].Atividade Reflexiva


1.2 CONCLUSÃO
Acredito que deveria haver uma maior divulgação sobre o assunto, uma vez que afeta a mente da pessoa, e as doenças mentais são tão pouco entendidas, até porque não dá para ver, sendo piores que outras doenças físicas, que a gente pode ver.
O TDAH, quando não tratado a tempo, pode vir a desenvolver comorbidades irreversíveis, causando prejuízo ao portador e a sua família, que carregará por toda a vida, seqüelas, traumas, medos, ansiedade, depressão e outros transtornos mentais, senão quando se voltarão para o mundo das drogas, álcool e fumo. Também o lado sentimental fica prejudicado, pois o indivíduo portador de TDAH terá sempre problemas com seu par amoroso, pois será sempre culpado por esquecer datas importantes, ser desleixado, por não ter condições de organizar suas tarefas, bem como no trabalho e em toda vida social.
Por esses motivos, acho de suma importância a divulgação do assunto, pois a grande maioria dos pais de filhos portadores do TDAH provavelmente é também portadora, e nem sequer sabem disso.

Texto apresentado
PORTAL ENSINANDO
CÉLIA HERMÍNIA TELLI
Formação: Ciências Contábeis
Curso: HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO
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1. ATIVIDADE REFLEXIVA



1.1 DESENVOLVIMENTOS DA REFLEXÃO
O Transtorno do Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade, TDAH, é ainda pouco conhecido pela população. Estudos científicos têm sido feitos sobre o assunto, mas não há divulgação, de forma que todos fiquem sabendo, os meios de comunicações pouca fala sobre o assunto, e a maioria das pessoas procuram ajuda quando a criança está na faixa da idade de 7 a 10 anos, geralmente idade escolar, onde a gravidade do problema torna-se mais evidente, inclusive é o meu caso que sou mãe de um portador de TDAH, e só agora que ele está para completar 10 anos, e reprovou a terceira série que consegui diagnóstico do transtorno, através de uma Neuropediatra.
As escolas públicas não estão preparadas para receber, nem identificar o problema e alertarem os pais sobre este tipo de transtorno, mas sabe muito bem identificar que a criança tem um problema, que não tem rendimento como os outros, e que é irrequieta, não faz as tarefas, e outras características mais que são peculiaridades do transtorno de TDAH. Os pais sentem-se pressionados pelas professoras, em reuniões para assinatura de boletins, onde podem ser acusados de não saber dar limites à criança, não sabendo educar, e que a criança não tem nada somente falta de interesse em fazer as tarefas, além de insolentes, e não obedecerem à professora quando lhes é pedido para fazer tarefas em classe.
Os profissionais de saúde muito menos sabem a respeito do assunto, pois trabalho na área administrativa do Hospital Público Estadual, comentando agora pouco tempo sobre o assunto, pois estou ciente conhecendo o diagnóstico do TDAH em meu filho, com as auxiliares de enfermagem, enfermeiras, e até certos médicos Neurologistas, não estão a par destas informações, tanto é que levei meu filho a consultar com o Neurologista, e este nem sequer diagnosticou o problema, só avaliou o Eletro encefalograma, e a Tomografia computadorizada, onde não detectou nenhuma enfermidade em meu filho, só receitaram antidepressivos fortíssimos como Torval, por exemplo, que não tive coragem de administrar em meu filho, visto que é um remédio para convulsivos, que não era o caso dele.
A convivência com o portador de TDAH, é realmente estressante, e difícil, principalmente quando já está com baixa auto-estima, e criou outras
comorbidades, como a do Transtorno de Oposição, já que não consegue fazer as atividades ou tarefas simples, então, começa a se opor as ordens, como meio de se proteger, e fugir das responsabilidades que não consegue administrar, e torna-se um tormento para os pais, que entendem como indisciplina e teimosia, tornando-se cansativo ficar falando as mesmas coisas todos os dias, dar ordens não acatadas pela criança, a mãe sente-se frustrada por não conseguir sucesso com a criança, e sente-se desafiada o tempo todo pela criança, e aplica castigos, e a priva de certos privilégios que a criança tem, e acaba depois sentindo-se o pior dos seres humanos, se achando cruel, pois ,na verdade. a criança portador de TDAH tem um grande coração, e jamais faz isso por maldade, e sim pelo transtorno que apresenta.

Texto apresentado
PORTAL ENSINANDO
CÉLIA HERMÍNIA TELLI
Formação: Ciências Contábeis
Curso: HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO
Imagem do google.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Depressão!

Nina tinha os cabelos embaraçados, grudados na testa, engordurados. Aliás, seu corpo e sua alma estavam grudados na cama. Há três dias não ia a faculdade, não tomava banho, não tinha fome, não queria nada. Foi quando achou, embaixo do travesseiro, o jornal de domingo. Já era quarta-feira, mas o jornal de domingo. O tempo passou na janela e só Nina não viu...

Depressão, murmurava a mãe no telefone enquanto Nina lia com displicência uma matéria no jornal: “ Descoberto gene responsável pela neurose”. A matéria falava sobre a serotonina, poderoso neurotransmissor dotado de propriedades antidepressivas.

A reabsorção da serotonina, depois de secretada pela célula nervosa, em nível inferior ao ideal, seria responsável pela depressão, Nina começou a questionar o seu nome. Tinha a sensação de que faltava alguma coisa, que o seu nome estava partido, parecia apelido, um teco de nome. E Nina quis alguma coisa, quis contar a sua história. Segundos depois de DESPERTADA PELO SONHO, ansiedade, pessimismo, medo e outras mazelas humanas.

Nina pôs um pé fora da cama. Pensou: eu sabia que estava me faltando alguma coisa.

Amanhã vou ao médico. Pôs o pé dentro da cama, virou de lado e dormiu. Mas teve um sonho que arrancou da cama, direto para o divã de um analista. Sonhou que seu nome era Serotonina! Na sala de aula, o professor fazendo chamada: Serotonina. E ela levantado a mão: presente! O sonho foi um presente da divina providência. Nem sabia que analista trabalha analisando sonhos. Tão pouco sabia a diferença entre psiquiatria e psicanalista. Para ela, era tudo a mesma coisa. Mesmo assim, foi capaz de brincar com sua desgraça: -psiquiatra é o que cuida de “quando falta serotonina” e psicanalista é o que ouve o que falta à Nina.

Obs: esta é uma história fictícia, mas semelhante ao modo como os pacientes chegam à análise.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Clínica Articulada








O Projeto “Psiquiatria & Psicanálise – Uma Clínica Articulada ” busca conectar as duas especialidades porque entende esta articulação.

a) Constrói um modelo de atendimento clínico bastante eficaz para aquelas pessoas que são, simultaneamente, pacientes de psiquiatras e de psicanalistas. O paciente é o mesmo, os profissionais que são dois, ou mais.

b) Constrói um campo de estudos comparados que obriga maior rigor e maior clareza nas formulações teóricas dos profissionais para que possam se comunicar proveitosamente.

c) Constrói uma relação de cooperação entre o médico e o psicanalista com vantagens para ambos: para um pode elevar a adesão ao tratamento medicamentoso, e para o outro pode diminuir a resistência ao tratamento analítico.

- “Psiquiatria & Psicanálise – Uma Clínica Articulada” não tem por objetivo a unificação das duas especialidades. Longe disto. Em nossa visão elas são unificáveis, e não haveria vantagem alguma em tal operação. Defendemos a idéia que a melhor forma de articular duas coisas é individualizando-as previamente.

A existência de tantas estratégias e escolas terapêuticas diferentes poderia indicar que estão todas erradas, já que nenhuma resolve em definitivo as principais questões. Mas não é assim. Do mesmo modo existem muitas canções diferentes sobre o amor e estão todas certas.



Programas em Funcionamento:


http://www.mapadamente.com.br
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