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sábado, 7 de agosto de 2010

Origem do dia dos Pais


No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.


**Em outros países:


Na Itália, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.

•Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

•Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

•Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

•Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

•Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.

•Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

•Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

•Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

•Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.

•África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

•Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).

Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !


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0 Comportamentos agressivos em crianças pequenas




Em meio a tanta violência no mundo, uma das grandes preocupações paternas se dá quando a criança começa a manifestar comportamentos agressivos.

Todos nós, adultos e crianças, sentimos raiva em alguma situação, que é um sentimento honesto e normal.

Acontece que a criança muito nova, entre dois e cinco anos, ainda não sabe lidar com emoções mais fortes e significativas, está assimilando o que sejam regras sociais e limites e expressa o que a incomoda de modo nem sempre aceitável pela sociedade.

Da mesma forma que se elogia a criança no momento em que suas atitudes são positivas, é primordial que a repreenda ou mesmo castigue quando são negativas, para que possa aprender e diferenciar o comportamento positivo do negativo.

É claro que ela não aceitará a imposição dos limites sem resistência e até repetindo o comportamento não aceitável para testar a veracidade da proibição e a paciência e persistência dos adultos responsáveis.

Para isso, ela presta muita e total atenção no comportamento das pessoas que lhe são mais próximas e percebe se há consistência e coerência nos limites impostos, ou seja, se vale tanto para a mãe quanto para o pai, se é possível cumprir o determinado por eles e se é justo o que lhe pedem.

Nunca, em nenhum momento, independente da idade da criança, subestime sua capacidade de inteligência e compreensão. Ela sempre estará atenta a toda atitude e comportamento dos pais para sentir confiança e segurança em seguir seus ensinamentos.

Assim, é fundamental que os responsáveis por ela conversem entre si para que possam garantir e definir os rumos de uma educação saudável, dos limites a ensinar, para que nunca aconteça de um deles exigir e o outro abrir mão. A criança ficará confusa, desequilibrada emocionalmente, pois não saberá como agir e o que se espera dela.

O que fazer, então, quando perceber que a criança está com raiva. Em primeiro lugar, nomeie o sentimento que a incomoda para que aprenda, dizendo-lhe abertamente que sabe que está com raiva e que pode ajudá-la a se sentir melhor. Use palavras claras e de fácil entendimento, sem grande argumentação, pois depois de um tempo, a criança se entendia e desliga. Reafirme sempre o amor que sente por ela, pois seu maior medo é perder o amor dos pais e das pessoas de quem depende e ama.

Leve-a para um ambiente seguro, que não lhe ofereça perigo de forma alguma. De preferência o seu próprio quarto, se tiver. Pegue uma almofada e peça que a use da maneira que sentir vontade, esclarecendo que o objeto pode ser a pessoa ou a situação que a está incomodando. Pode, inclusive, socar a cama.

Outra forma de expressar a raiva é pegar uma latinha vazia e dizer para chutá-la até se cansar ou mesmo desenhar a raiva ou ainda escrever sobre ela numa folha de papel.

Estes exercícios de expressão emocional, faz com que a criança assimile que pode e deve colocar para fora a raiva, uma vez que não é saudável guardá-la dentro de si, mas expressá-la em situações controladas e dirigidas.

Resumindo, a agressividade na criança muito nova é uma forma de expressar que algo não está bem com ela e as pessoas ao seu redor devem ficar atentas para o que está ocorrendo de diferente e que não está sendo aceito.

Com a maturidade, estes comportamentos vão se rareando e tendem a desaparecer. Mas leva tempo, muito tempo, paciência e perseverança dos adultos responsáveis pela criança.

Por Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Psicóloga clínica




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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Influência Musical na Infancia




Exploração de diferentes instrumentos feitos com materiais diversos, para verificar a duração do som produzido por esses materiais; “Tocar” um espiral (de caderno) para percebermos que, por mais que nos pareça um som único, ele possui pausas, ou seja, o silêncio entre os sons dá um limite para cada duração.

ATIVIDADE 1 – Escravos de Jó

Os colegas irão jogar escravos de Jó algumas vezes para pegar bem o tempo (pulso ou unidade) da música. Depois farão sem cantar a letra para verem como nós conseguimos manter o tempo, apenas pelo ritmo e sua duração. Continua jogando mesmo sem a letra e sem a melodia, apenas mantendo o tempo da música.

ATIVIDADE 2 – Alongar as sílabas da palavra

Cada grupo irá falar uma palavra com tempos de duração diferentes.

Variante: Sons dos animais – Os grupos irão imitar um animal e depois comparar os sons emitidos, dizendo quais tem uma maior ou menor duração.

ATIVIDADE 3 – Olhos fechados, olhos abertos

Enquanto o som do gongo/pratos de bateria tocar, os olhos devem permanecer fechados para “sentir” a duração do som, assim que o som parar, os olhos devem ser abertos.

ATIVIDADE 4 – Anotar ou fazer marcas para mostrar como é o som

Sons serão emitidos em ritmos diferentes, os colegas deverão anitá-los de acordo com sua percepção da duração do som.

Obs. Para não dirigir a escrita espontânea, a professora Leda aconselha não solicitar que desenhem ou que escrevam o som. Os conceitos de desenho ou de escrita poderão limitar a escrita das propriedades do som.

A tividades propostas por Cristiane, Francine , Karina e Michelle T.

Fonte do texto e Imagem Blog Citado -->http://musicapedagogia.blogspot.com/
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