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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Alerta



"A diferença entre o remédio e o veneno é apenas a dose"













GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO

Para "aproveitar" a balada, o enfermeiro André (nome fictício), 24, costumava tomar comprimidos de ecstasy. Há três meses, trocou a droga ilícita por Ritalina, medicamento vendido em algumas farmácias apenas com receita, que fica retida.

Apelidada de "Rita" na noite, a droga indicada para tratar deficit de atenção e hiperatividade vem sendo usada como estimulante. Sua base é o metilfenidato, de composição similar à anfetamina, que estimula o sistema nervoso central.
"Você se sente gostoso, bonito. Dá sensação de poder e um arrepio bom, como se você fosse ter um orgasmo", descreve André. Ele diz aspirar o farelo do comprimido para sentir o "barato".

O enfermeiro diz ter conhecido os efeitos entorpecentes da Ritalina com amigos médicos.
Antes de saírem para a balada, eles espremem os comprimidos com uma colher e guardam o pó num saquinho. "Uma cartela com 30 serve para quatro pessoas cheirarem a noite toda."

O aumento da sede, um dos efeitos do remédio, costuma ser saciado com vodca. "Daí tudo melhora: a música fica mais legal e as pessoas ficam mais bonitas", afirma.

Ele admite que, sob o efeito da droga, fica com até dez pessoas numa mesma noite. Quando volta para casa, a agitação é tanta que só consegue dormir se tomar Rivotril, calmante que também só pode ser comercializado com receita médica.

Na casa noturna que ele costuma frequentar, no bairro da Lapa, em São Paulo, é comum ver um aglomerado de jovens descamisados dançando espremidos perto das caixas de som. "Aquilo é a Faixa de Gaza", descreve André: "Só tem droga".

A reportagem da Folha acompanhou uma noite nessa casa noturna. Lá, o estudante de publicidade César, 21, admitiu já ter usado Ritalina na balada: "Sou tímido. Quando tomo [a Ritalina], fico com mais coragem de chegar perto das pessoas", disse.
O rapaz admite que não é difícil consegui-la: "Você acha vendendo na internet".

As histórias de André e de César não são casos isolados.
Segundo Arthur Guerra, coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Drogas do Hospital das Clínicas, é comum encontrar jovens tomando medicamentos de forma recreativa.
"Eles querem é sentir uma coisa diferente", diz o psiquiatra. Guerra alerta para os efeitos colaterais da "Rita": taquicardia e até quadros de paranoia, dependendo do ambiente em que estiver e da predisposição da pessoa.

SEM CONTROLE

Elisaldo Carlini, diretor do Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Unifesp), lamenta não haver ainda levantamento sobre esse uso do medicamento, mas confirma que os casos são comuns.

Segundo ele, apesar da venda controlada, não é difícil comprar o remédio: "Tem quem importe, quem falsifique receita. O que não falta é criatividade para venderem de forma ilegal", afirma.
Adilson Bezerra, chefe de segurança institucional da Anvisa, informa que tanto a venda irregular quanto clandestina desses medicamentos são reprimidas pela Vigilância. A agência mantém convênio com a Polícia Federal para monitorar sites e comunidades de redes sociais, além de fiscalizar a venda de remédios controlados nas farmácias do país.



http://significantess.blogspot.com/search/label/Reportagens

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Força e Coragem Depoimento*


Olá!
Estava pesquisando sobre Autismo, e entrei no site Anjos de Barro onde encontrei um depoimento muito bonito, gostaria de compartilhar com vocês.


Oi Amigas, talvez não saibam a nossa história, vou resumir...
Eu não fui uma mãe abençoada como vcs, eu tive que ir buscar a minha benção.
Explico: Eu sou diabetica, insulino dependente, posso ter filhos, mas é tão perigoso...
Tentei duas vezes e não deram certo, mas tinha consciencia do risco da criança não ser "perfeita", mas como eu mesma não sou (hahahaha), isso nunca me assustou.
Eu tenho convulsões sempre, e já estive mais de 90 dias (ao todo) em coma. Portanto, eu sou deficiente. Certo.
Até aí tudo certo, eu pensava em adoção, mas nunca de modo especial, e sempre fiz trabalho voluntário. Eis que eu estou em mudança, após a venda de uma empresa, resolví tirar 3 meses de férias no Nordeste, mas precisamente em Aracaju (casa da sogra).
Bem, eu sempre fui voluntária em tudo, ia ter uma festa de Natal num Orfanato, lá vou eu ajudar.
Foi dia 22 de Dezembro de 2002, ela tinha exatamente 3 meses.
Bem, eu brinquei com todas as crianças do orfanato, depois, fui para o berçário.
Quando fui pegar a Má, uma moça falou:
Esta não escuta, ela tem Paralisia Cerebral. Eu a peguei, ela não chorava, não ria, não se mexia (seus pezinhos estavam atrofiando), não reagia a luz, nada.
Eu cantei para ela, e a Má nasceu, ali, naquele momento.
Ela me viu, ela me ouviu, foi a música, ou algum milagre divino.
Bem, mas o fato é que quando eu fui colocá-la o berço ela chorou!!!
Todos vieram ver... Diagnóstico unânime: Carla, é sua filha!!!
Dia seguinte eu na casa !!! do juiz, ele, de pijama, me atendeu em função de conhecer meu sogro.
E disse: Vc quer adotá-la? Tem que morar aqui. Pelo menos até sair a adoção.
Sabe aquele momento em que vc não hesita?
Só perguntei: Tem algum bairro de sua preferência???
Morei em Aracaju um ano. Gastei o dinheiro da venda da empresa todo, rsrsrsr
Ela não tinha PC, só era autista.
Pela demora, pelo abandono, tudo demorou um pouco mais com a Má.
Ela firmou o pescoço com 1 ano e dois meses, engatinhou com quase dois anos.
Riu com um ano e meio.
Hoje a minha benção tem quase 3 anos, está começando a falar e pedir as coisas, está quase andando, e canta...
Canta como uma adulta, tem uma pronuncia perfeita, canta Carinhoso (Argemiro diz que é para mim, e eu, derretida, acredito, hihihi), canta Folhetim, Sobradinho, A vida é um moinho, o Condor... E por aí afora... É a luz dos meus olhos.
Pretendo adotar mais duas meninas, não quero escolher, mas quero que sejam especiais, acho que nasci para ser uma mãe abençoada.
Essa é a nossa história, fotos da "Grande Estrela" lá nas fotos do grupo.
Escreví tudo isso para dizer que as invejo... Muito!!!

Com Amor

Carla da Má
Fonte do texto carta depoimento
Imagem do google
http://autismoprojeto.blogspot.com/2010_08_01_archive.html
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