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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Videos Sobre TDAH

Pessoal, estou postando mais informações sobre TDAH.
Depois de uma pequena ausência,como todo ser humano tenho problemas,alguns afetivos ,familiar mas voltei com uma força de vontade imensa de dá continuidade a este pequeno mas gigante espaço.
Eu ....voltei .....mas,vejam bem.

Vocês podem desistir da escola que eles estão por não ser preparadas para lidar com eles, mas nunca desistam dos seus filhos.
Eles precisam do seu amor.Seja o Sol que aquece o Mundo brilhe e irradie Luz.
Abraços.














Fonte do Posts original:
http://criancahiperativa.blogspot.com/

Falta de informação ou Má vontade.


Os professores não podem dizer que é falta de informação.
Muitos professores reclamam da falta de informação, mas eu creio que muitos não tem vontade de buscar informações e procurar entender a impulsividade e o modo de agir do TDAH.
Não são todos os professores que devem ser conhecidos desta forma, mas muitos preferem chamar inspetores despreparados ou enviar o aluno para a coordenação que também não tem preparo algum para lidar com a criança TDAH.
Acham que ganhar no grito ou na ordem sem qualquer conversa é a solução.
E o que acontece?
Eles voltam a fazer as mesmas coisas pela impulsividade e os educadores os mesmos erros....e o ciclo da falta de vontade e conhecimento se repete todos os dias.
Acho que nós pais deveriamos tomar algumas atitudes: Se a conversa não resolver e a escola se torna irredutível busque uma forma de resolver a solução:
Telefone a uma emissora de Tv e explique o seu caso para a redação de um programa que você acha que vai acatar o problema e fazer uma reportagem sobre a escola.
Acho que esta na hora de agir mais e conversar menos......
http://criancahiperativa.blogspot.com/

domingo, 4 de setembro de 2011

Tdah Diagnóstico


Quem pode diagnosticar TDAH

O diagnóstico de TDAH é fundamentalmente clínico, realizado por profissional que conheça profundamente o assunto, que necessariamente deve descartar outras doenças e transtornos, para então indicar o melhor tratamento [1]. O termo hiperatividade tem sido popularizado e muitas crianças rotuladas erroneamente. É preciso cuidado ao se caracterizar uma criança como portadora de TDAH. Somente um médico (preferencialmente psiquiatra) ou psicólogo especializado [2] podem confirmar a suspeita de outros profissionais de áreas afins, como fonoaudiólogos, educadores ou psicopedagogos, que devem encaminhar a criança para o devido diagnóstico. Existem testes e questionários, como o site da psicóloga Cleide Heloisa Partel, especialista em TDAH, [3] que auxiliam o diagnóstico clínico [2] Hoje já se sabe que a área do cérebro envolvida nesse processo é a região orbital frontal (parte da frente do cérebro) responsável pela inibição do comportamento, pela atenção sustentada, pelo autocontrole e pelo planejamento para o futuro. Entretanto, é importante frisar que o cérebro deve ser visto como um órgão cujas partes apresentam grande interligação, fazendo com que outras áreas que possuam conexão com a região frontal possam não estar funcionando adequadamente, levando aos sintomas semelhantes aos de TDAH. Os neurotransmissores que parecem estar deficitários em quantidade ou funcionamento, em indivíduos com TDAH, são basicamente a dopamina e a noradrenalina, que precisam ser estimuladas através de medicações.

Algumas pessoas precisam tomar estimulantes como forma de minorar os sintomas de déficit de atenção/hiperatividade, entretanto nem todas respondem positivamente ao tratamento. É importante que seja avaliada criteriosamente a utilização de medicamentos em função dos efeitos colaterais que os mesmos possuem. Em alguns casos, não apresentam nenhuma melhora significativa, não se justificando o uso dos mesmos. A duração da administração de um medicamento também é decorrente das respostas dadas ao uso e de cada caso em si.





Aviso: A Wikipedia não é um consultório médico.
Google não é um consultorio médico apenas orienta,procure profissionais de saúde para esclarecer as duvidas existentes.

TDH& TDAH I


TDH (Transtorno de Déficit de Atenção) – TDAH ( Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade)

Hiperatividade

Há aproximadamente vinte anos quando nos deparávamos com uma criança irrequieta, agitada, que se levantava constantemente, não parava um instante se quer e tinha problemas relacionais com seus pares dizíamos que essa criança tinha uma disfunção cerebral. Interessante notar que não eram muitas com as quais lidávamos.

Atualmente podemos observar um número significativo de crianças com esses sintomas.

Pais de crianças hiperativas, inicialmente, não conseguem entender porque elas não param, porque têm problemas sociais importantes, porque são tão desorganizadas, porque são tão impulsivas e se culpam pela educação oferecida.

Atualmente há um aumento da conscientização a respeito do TDA (Transtorno de Déficit de Atenção) e do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade).

Muitas são as pesquisas e estudos desenvolvidos sobre o tema. Observa-se que, em grande parte dos casos diagnosticados, o sujeito é portador de um ou mais distúrbios psicológicos, tais como ansiedade, variações de humor, impulsividade e problemas de aprendizado.

Estudos recentes situam a prevalência do TDAH entre 3% e 6% em crianças com idade escolar. Esse transtorno causa grande impacto na sociedade se considerarmos seu alto custo financeiro, o estresse nas famílias, o prejuízo acadêmico, os efeitos negativos na auto-estima das crianças e dos jovens. Outro ponto de discussão e de reflexão é o risco aumentado de desenvolverem outras doenças psiquiátricas tanto na infância quanto na adolescência ou na idade adulta.

O que é TDA / TDAH?


As famílias com crianças portadoras de TDA / TDAH experimentam problemas cotidianos intensos. Enfrentam mais tensão e mais discussão do que outras famílias.

Para um diagnóstico de TDA ou TDAH, a pessoa precisa apresentar um padrão de desatenção e/ou hiperatividade – impulsividade que se encaixe nos seguintes critérios:

1. Persistência: o comportamento tem de persistir por pelo menos seis meses.

2. Início precoce: os sintomas têm de estar presentes antes da idade de 7 anos.

3. Freqüência e gravidade: a desatenção e ou a hiperatividade – impulsividade devem ter um caráter extraordinário quando comparadas às de pessoas da mesma idade.

4. Claras evidências de deficiência: o padrão comportamental do TDA precisa causar uma interferência significativa na capacidade funcional da pessoa.

5. Deficiência em um ou mais cenários: os sintomas causam problemas sérios em contextos múltiplos, inclusive na escola, em casa e em situações sociais.



O DSM-IV (sigla em inglês para o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais) apresenta duas listas com nove sintomas cada uma. A primeira lista inclui manifestações de Desatenção:

I. Não consegue prestar muita atenção em detalhes ou comete erros por descuido;

II. Tem dificuldade em manter a atenção no trabalho ou no lazer;

III. Não ouve quando abordado diretamente;

IV. Não consegue terminar as tarefas escolares, os afazeres domésticos ou os deveres do trabalho;

V. Tem dificuldade em organizar atividades;

VI. Evita tarefas que exijam um esforço mental prolongado;

VII. Perde coisas;

VIII. Distrai-se facilmente;

IX. É esquecido.

A segunda lista também consta de nove sintomas, sendo que seis são ligados à Hiperatividade e três à Impulsividade:

Hiperatividade:

I. Tamborila com os dedos ou se contorce na cadeira;

II. Sai do lugar quando se espera que permaneça sentado;

III. Corre de um lado para o outro ou escala coisas em situações em que tais atividades são inadequadas;

IV. Tem dificuldade de brincar em silêncio;

V. Age como se fosse “movido a pilha”;

VI. Fala em excesso;

Impulsividade:

VII. Responde antes que a pergunta seja completada;

VIII. Tem dificuldade de esperar a vez;

IX. Interrompe os outros ou se intromete.

Se a criança se encaixa em seis ou mais itens das listas, o diagnóstico é Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Tipo Combinado.

Se a criança se encaixa nos nove itens relacionados à Desatenção, mas não se encaixa em seis dos nove itens relacionados à Hiperatividade / Impulsividade podemos dizer que ela é portadora de um Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Tipo Predominantemente Desatento. É o TDA sem hiperatividade.


Fonte: Texto e Imagem
http://www.valeriareani.com.br/
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