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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

DESENVOLVIMENTO TDAH





 Segundo Koch e Rosa (2009) a hiperatividade e déficit de atenção é um problema mais comumente visto em crianças e se baseia nos sintomas de desatenção (pessoa muito distraída) e hiperatividade (pessoa muito ativa, por vezes agitada, bem além do comum).

O que acontece com as crianças com hiperatividade é que perdem o interesse rapidamente, sentindo-se atraídas por atividades recompensadoras, divertidas e que necessitem de esforço para serem resolvidas, ou seja, que sejam diferentes e que chamem a atenção.

Entretanto nem todos que apresentam esses aspectos são hiperativos, para ser realmente constatado é necessário realizar diagnóstico específico, feito por profissionais especializados. Como cita o site Banco de Saúde (2009) que a falta de diagnóstico e tratamento correto acarretam grandes prejuízos à vida profissional, social, pessoal e afetiva da pessoa portadora. Sem tratamento, outros distúrbios podem associar-se ao quadro, a auto-estima fica cada vez mais comprometida e a pessoa vai se isolando do mundo.

Considera-se que a hiperatividade é um problema de saúde mental, como destaca Rohde e Benczick:

O TDAH é um problema de saúde mental que tem como características básicas a desatenção, a agitação (hiperatividade) e a impulsividade, podendo levar a dificuldades emocionais, de relacionamento, bem como a baixo desempenho escolar; podendo ser acompanhado de outros problemas de saúde mental. (ROHDE e BENCZICH in ENCICLOPÉDIA LIVRE, 2009)




Fatores de Risco

O risco para o TDAH parece ser de duas a oito vezes maior nos pais das crianças afetadas do que na população em geral.

O site Banco de Saúde (2009) complementa citando que há fatores do meio ambiente que podem estar relacionados ao TDAH:

A nicotina de cigarros fumados pela mãe gestante bem como bebidas alcoólicas consumidas, podem ser causas significativas de anormalidades no desenvolvimento cerebral.
Crianças expostas ao chumbo entre 12 e 36 meses de idade pode ser outro fator.
Problemas neonatais como falta de oxigênio, traumas obstétricos, rubéola intra-uterino, encefalite, meningite pós-natal, subnutrição e traumatismo craniano são fatores que também podem contribuir para o surgimento do TDAH. De acordo com Rohde (2009) é importante ressaltar que a maioria dos estudos sobre possíveis agentes ambientais apenas evidenciaram uma associação desses fatores com o TDAH, não sendo possível estabelecer uma relação clara de causa e efeito entre eles.

Os fatores orgânicos, como atraso no amadurecimento de determinadas áreas cerebrais, e alterações em alguns de seus circuitos estão atualmente relacionados com o aparecimento dos sintomas. Dessa forma, todos esses fatores formam uma predisposição básica (orgânica) do indivíduo para desenvolver o problema, que pode vir a se manifestar quando a pessoa é submetida a um nível maior de exigência de concentração e desempenho.

Além da genética, a Encilopédia Livre (2009) cita os “problemas familiares como: um funcionamento familiar caótico, alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução, famílias com baixo nível socio-econômico, ou famílias com apenas um dos pais”, podem colaborar com os sintomas.

Assim, a exposição a eventos psicológicos estressantes, como uma perturbação no equilíbrio familiar, ou outros fatores geradores de ansiedade, podem agir como desencadeadores ou mantenedores dos sintomas.

Sintomas

De acordo com Koch e Rosa (2009) o TDHA se manifesta de três formas:

1. Desatenção;

2. Hiperatividade/ impulsividade;

3. Desatenção e hiperatividade.

Para que uma pessoa ter TDHA, o grau de desatenção e impulsividade necessita acontecer de forma intensa, interferindo no relacionamento social do indivíduo, em todos os ambientes que freqüenta – escola, trabalho, casa – pois muitas vezes falta de limites e regras se confunde com o problema, causando diagnósticos errôneos e rotulação à criança.

De acordo com a Enciclopédia Livre (2009) hoje já se sabe que a área do cérebro envolvida nesse processo é a região orbital frontal (parte da frente do cérebro) responsável pela inibição do comportamento, pela atenção sustentada, pelo autocontrole e pelo planejamento para o futuro.

O principal sintoma, segundo o site Banco de Saúde, é a dificuldade em manter o foco da atenção e/ou manter-se quieta, estes sintomas podem se manifestar de diversas maneiras:

As crianças com TDAH, em especial os meninos, são agitados ou inquietas, freqüentemente têm apelido de "bicho carpinteiro" ou coisa parecida.
Na idade pré-escolar, estas crianças mostram-se agitadas, movendo-se sem parar pelo ambiente, mexendo em vários objetos.
Mexem pés e mãos, não param quietas na cadeira.
Falam muito e constantemente pedem para sair de sala ou da mesa de jantar.
Têm dificuldades para manter atenção em atividades muito longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes.
São facilmente distraídas por estímulos do ambiente externo, mas também se distraem com pensamentos "internos", dando a impressão de estarem "voando".
Nas provas, são visíveis os erros por distração (erram sinais, vírgulas, acentos, etc.).
Pela falta de atenção, esquecem recados ou material escolar, aquilo que estudaram na véspera da prova.
Tendem a ser impulsivas (não esperam a vez, não lêem a pergunta até o final e já respondem, interrompem os outros, agem antes de pensar).
É comum apresentarem dificuldades em se organizar e planejar aquilo que querem ou precisam fazer.
Seu desempenho sempre parece inferior ao esperado para a sua capacidade intelectual.
Segundo Koch e Rosa (2009) uma pessoa apresenta desatenção, a ponto de ser considerado como transtorno de déficit de atenção, quando tem a maioria dos seguintes sintomas ocorrendo a maior parte do tempo em suas atividades:




freqüentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras;



com freqüência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades recreativas;



com freqüência não segue instruções e não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais, não chegando ao final das tarefas;



Freqüentemente tem dificuldade na organização de suas tarefas e atividades;



com freqüência evita, antipatiza ou reluta em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa);



freqüentemente perde coisas necessárias para tarefas ou atividades;



é facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa principal que está executando;



Com freqüência apresenta esquecimento em atividades diárias;

 As autoras ainda citam que além dos sintomas anteriores referentes ao excesso de atividade em pessoas com hiperatividade, podem ocorrer outros sintomas relacionados ao que se chama impulsividade, a qual estaria relacionada aos seguintes aspectos:





freqüentemente dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas;



Com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez;



freqüentemente interrompe ou se mete em assuntos de outros (por exemplo, intrometendo-se em conversas ou brincadeiras de colegas).

 Rohde e Benczick (in Enciclopédia Livre, 2009) caracterizam o TDAH em dois grupos de sintomas:

 Sintomas relacionados à desatenção

Não prestar atenção a detalhes;
Ter dificuldade para concentrar-se;
Não prestar atenção ao que lhe é dito;
Ter dificuldade em seguir regras e instruções;
Desvia a atenção com outras atividades;
Não terminar o que começa;
Ser desorganizado;
Evitar atividades que exijam um esforço mental continuado;
Perder coisas importantes;
Distrair-se facilmente com coisas alheias ao que está fazendo;
Esquecer compromissos e tarefas;
Problemas financeiros;
Tarefas complexas se tornam entediantes e ficam esquecidas;
Dificuldade em fazer planejamento de curto ou de longo prazo.
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Os sintomas relacionados à hiperatividade/impulsividade

Ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;
Não permanecer sentado por muito tempo;
Pular, correr excessivamente em situações inadequadas;
Sensação interna de inquietude;
Ser barulhento em atividades lúdicas;
Ser muito agitado;
Falar em demais;
Responder às perguntas antes de concluídas;
Ter dificuldade de esperar sua vez;
Intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.



http://www.artigonal.com/educacao-artigos/tdah-na-escola-estrategias-de-acao-pedagogica-1863499.html

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