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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Cordão com girassóis sinaliza pessoas com deficiências imperceptíveis?



 "O cordão com girassóis à volta do meu pescoço não é uma nova tendência de moda. Este é um símbolo nos aeroportos para alertar o pessoal de que um passageiro tem uma deficiência escondida", alega-se em publicação nas redes sociais datada de 27 de março e com mais de 60 mil partilhas. Será verdade?


"Utilidade pública: sabe o significado da fita com girassóis? Esta é a minha pequena família de férias em Espanha, em junho. O cordão com girassóis à volta do meu pescoço não é uma nova tendência de moda. Este é um símbolo nos aeroportos para alertar o pessoal de que um passageiro tem uma deficiência escondida e é possível que precise de ajustes para eles. Por exemplo, no aeroporto, um guarda de segurança viu o cordão ao redor do meu pescoço e acompanhou-nos diretamente para a assistência especial para que não tivéssemos que entrar na fila para passar pela segurança. Exemplo: muitas crianças autistas não conseguem enfrentar filas", descreve-se na publicação sob análise que acumula já mais de 60 mil partilhas




O girassol das deficiências invisíveis (Hidden Disabilities Sunflower em inglês), criado no Reino Unido em 2016, surgiu da necessidade de as pessoas com deficiências invisíveis ou imperceptíveis terem apoio adicional em múltiplos locais.


A empresa explica que a iniciativa surgiu depois de o aeroporto de Gatwick, em Londres, questionar como poderia identificar passageiros que tivessem uma deficiência não óbvia para os auxiliar se necessário. Assim, com a utilização deste símbolo, tornou-se mais fácil identificar passageiros que precisassem de mais ajuda, mais tempo ou assistência nas deslocações no aeroporto.


Segundo a página oficial, as fitas com girassóis foram já adotadas pelos principais aeroportos no Reino Unido, mas também em supermercados, estações ferroviárias, espaços de lazer, serviços de polícia e bombeiros.



https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/cordao-com-girassois-sinaliza-pessoas-com-deficiencias-imperceptiveis


segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Dúvidas sobre TDAH: causas, sintomas e tratamento




O TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) é um transtorno neurobiológico, que afeta adultos e crianças, de alta prevalência, e que gera impacto na vida dos seus portadores e de seus familiares. Confira as dúvidas mais comuns relacionadas à TDAH, respondidas pelo Dr. Julio Koneski, Neuropediatra da Neurológica.


1 – Com o passar dos anos a TDAH pode diminuir?

Em alguns casos, os sintomas do TDAH diminuem bastante ao longo da vida, principalmente a hiperatividade. É comum que adolescentes e adultos diagnosticados com TDAH na infância, quando tornam-se adultos, permaneçam apenas com os sintomas da desatenção. O adulto tende a conseguir se organizar melhor, entender suas necessidades pessoais, profissionais e desenvolver mecanismos para diminuir ou controlar os prejuízos causados pelo transtorno. Este adulto estará mais apto a ter uma vida saudável, se tiver sido tratado e orientado adequadamente na infância e adolescência.


2 – O TDAH pode ser diagnosticado por exame de imagem?

Não há nenhum exame de imagem (tomografia, raio X ou ressonância magnética de crânio) que faça o diagnóstico do TDAH. O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado em informações e observações. Relatos detalhado dos familiares, professores e terapeutas devem ser considerados em conjunto para um bom diagnóstico. Utilizam-se algumas escalas comportamentais, e existe ainda, a necessidade de um acompanhamento evolutivo para uma melhor definição do diagnóstico.


3 – O TDAH é um transtorno causado por mau funcionamento do cérebro?

Não trata-se de mau funcionamento, mas sim de uma forma diferente de agir. As conexões entre os neurônios (sinapses), tornam-se menos efetivas levando aos circuitos cerebrais, respostas inadequadas a diferentes situações. Especialmente naquilo que se chama de funções executivas, ou seja, na capacidade de operacionalizar as respostas adequadas ao estímulo. Por exemplo, responder no momento apropriado, esperar a sua vez, impulsividade nos atos, capacidade de atenção e outros, etc …


4 – O TDAH ocorre em conjunto com outras doenças?

Cerca de 50-60% das crianças e adolescentes com TDAH tem outras condições associadas, sendo o Transtorno do Espectro Autista uma delas. Por compartilharem sintomas similares, como inquietação, desatenção, impulsividade, por vezes irritabilidade, é comum que o TDAH possa em algum momento da vida da criança, especialmente em crianças muito pequenas, ser confundido com TEA e vice-versa.


5 – O TDAH está associado ao autismo?

Diretamente não. Porém existem muitas confusões e entendimentos errados entre essas duas condições, que são igualmente frequentes na infância. TDAH e TEA (Autismo) podem ocorrer juntos em comorbidade, mas a maioria das crianças com TDAH não tem também o Autismo. A confusão ocorre porque frequentemente os Autistas são agitados, inquietos, impacientes e hiperativos. Essas alterações comportamentais são comuns aos dois transtornos. Para um adequado diagnóstico tanto do TDAH quanto do Autismo, há necessidade de que os critérios definidos internacionalmente sejam preenchidos e entendidos corretamente.


É importante que fique bem claro que podemos ter crianças com:


TDAH sem autismo.

Austismo sem TDAH.

Com TDAH associado a Autismo.

Nesta terceira possibilidade, vale lembrar que podem existir crianças com características do TDAH e Autismo mas com TDAH mais evidentes, e outras crianças nas quais as características do Autismo serão mais evidentes.


Um pouco confuso, não é? Por isso a importância que os médicos estejam bem familiarizados com essas duas condições para elaborar um diagnóstico correto.


6 – Existem medicamentos para tratamento de TDAH em crianças?

A maioria das crianças com TDAH (principalmente se associado ao Autismo), poderão beneficiar-se com medicações. Os medicamentos servem para tratar sintomas específicos, como problemas de atenção e concentração, outras vezes serão necessários medicamentos para melhorar o padrão do sono e por vezes, para tratar irritabilidade, agressividade ou mesmo ansiedade.


É importante que fique claro que nem toda criança com TDAH precisará usar medicação, e a decisão de iniciar a medicação será determinada em conjunto pela família e pelo médico. Considerando acima de tudo, qual o grau de prejuízo que o TDAH está trazendo para a criança.


7 – É comum a ocorrência de TDAH em adultos?



Dúvidas sobre TDAH: causas, sintomas e tratamento

Dúvidas sobre TDAH: causas, sintomas e tratamento

O TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) é um transtorno neurobiológico, que afeta adultos e crianças, de alta prevalência, e que gera impacto na vida dos seus portadores e de seus familiares. Confira as dúvidas mais comuns relacionadas à TDAH, respondidas pelo Dr. Julio Koneski, Neuropediatra da Neurológica.


1 – Com o passar dos anos a TDAH pode diminuir?

Em alguns casos, os sintomas do TDAH diminuem bastante ao longo da vida, principalmente a hiperatividade. É comum que adolescentes e adultos diagnosticados com TDAH na infância, quando tornam-se adultos, permaneçam apenas com os sintomas da desatenção. O adulto tende a conseguir se organizar melhor, entender suas necessidades pessoais, profissionais e desenvolver mecanismos para diminuir ou controlar os prejuízos causados pelo transtorno. Este adulto estará mais apto a ter uma vida saudável, se tiver sido tratado e orientado adequadamente na infância e adolescência.


2 – O TDAH pode ser diagnosticado por exame de imagem?

Não há nenhum exame de imagem (tomografia, raio X ou ressonância magnética de crânio) que faça o diagnóstico do TDAH. O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado em informações e observações. Relatos detalhado dos familiares, professores e terapeutas devem ser considerados em conjunto para um bom diagnóstico. Utilizam-se algumas escalas comportamentais, e existe ainda, a necessidade de um acompanhamento evolutivo para uma melhor definição do diagnóstico.


3 – O TDAH é um transtorno causado por mau funcionamento do cérebro?

Não trata-se de mau funcionamento, mas sim de uma forma diferente de agir. As conexões entre os neurônios (sinapses), tornam-se menos efetivas levando aos circuitos cerebrais, respostas inadequadas a diferentes situações. Especialmente naquilo que se chama de funções executivas, ou seja, na capacidade de operacionalizar as respostas adequadas ao estímulo. Por exemplo, responder no momento apropriado, esperar a sua vez, impulsividade nos atos, capacidade de atenção e outros, etc …


4 – O TDAH ocorre em conjunto com outras doenças?

Cerca de 50-60% das crianças e adolescentes com TDAH tem outras condições associadas, sendo o Transtorno do Espectro Autista uma delas. Por compartilharem sintomas similares, como inquietação, desatenção, impulsividade, por vezes irritabilidade, é comum que o TDAH possa em algum momento da vida da criança, especialmente em crianças muito pequenas, ser confundido com TEA e vice-versa.


5 – O TDAH está associado ao autismo?

Diretamente não. Porém existem muitas confusões e entendimentos errados entre essas duas condições, que são igualmente frequentes na infância. TDAH e TEA (Autismo) podem ocorrer juntos em comorbidade, mas a maioria das crianças com TDAH não tem também o Autismo. A confusão ocorre porque frequentemente os Autistas são agitados, inquietos, impacientes e hiperativos. Essas alterações comportamentais são comuns aos dois transtornos. Para um adequado diagnóstico tanto do TDAH quanto do Autismo, há necessidade de que os critérios definidos internacionalmente sejam preenchidos e entendidos corretamente.


É importante que fique bem claro que podemos ter crianças com:


TDAH sem autismo.

Austismo sem TDAH.

Com TDAH associado a Autismo.

Nesta terceira possibilidade, vale lembrar que podem existir crianças com características do TDAH e Autismo mas com TDAH mais evidentes, e outras crianças nas quais as características do Autismo serão mais evidentes.


Um pouco confuso, não é? Por isso a importância que os médicos estejam bem familiarizados com essas duas condições para elaborar um diagnóstico correto.


6 – Existem medicamentos para tratamento de TDAH em crianças?

A maioria das crianças com TDAH (principalmente se associado ao Autismo), poderão beneficiar-se com medicações. Os medicamentos servem para tratar sintomas específicos, como problemas de atenção e concentração, outras vezes serão necessários medicamentos para melhorar o padrão do sono e por vezes, para tratar irritabilidade, agressividade ou mesmo ansiedade.


É importante que fique claro que nem toda criança com TDAH precisará usar medicação, e a decisão de iniciar a medicação será determinada em conjunto pela família e pelo médico. Considerando acima de tudo, qual o grau de prejuízo que o TDAH está trazendo para a criança.


7 – É comum a ocorrência de TDAH em adultos?

Sim, é comum em adultos. Algo em torno de 60-70% das crianças com TDAH vão permanecer com a sintomatologia do TDAH na vida adulta. Geralmente predominando a desatenção. Entretanto o TDAH não começa na vida adulta, os critérios internacionais definem que a sintomatologia deve estar presentes antes dos 12 anos de idade.


O que observa-se muitas vezes é que algumas crianças e adolescentes com TDAH não tem um prejuízo significativo, e somente como adultos perceberão que a desatenção, a impulsividade ou a inquietação, estão de alguma forma trazendo desconforto ou mesmo, prejuízo.


Dr. Julio Koneski é Neuropediatra na Neurológica, em Joinville (SC). Conheça os tratamentos em TDAH.


https://www.neurologica.com.br/blog/duvidas-sobre-tdah-causas-sintomas-e-tratamento/


segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Atividades criancas com tdah



 A infância é uma fase de conhecimento do mundo, das outras pessoas e de si. Nesse momento, os aprendizados e as relações sociais são bastante importantes, pois vão ter influências por toda a vida, mesmo na fase adulta.


Mas e quando toda essa descoberta precisa ser feita em meio a uma mudança brusca da rotina? É isso que a pandemia do novo coronavírus está provocando: a necessidade de reorganizar e planejar as rotinas.


Se ficar em casa e dar conta da energia e curiosidade das crianças já é um desafio, quando elas têm Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), ele pode ficar ainda maior. Algumas dicas e sugestões de atividades para fazer em casa durante o isolamento vão ajudar neste momento!


O que é TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, ou apenas TDAH, é um transtorno de neurodesenvolvimento bastante comum na infância — afetando entre 3% a 5% das crianças em idade escolar. As principais características manifestadas são desatenção, desorganização e/ou hiperatividade-impulsividade em níveis prejudiciais.


Ou seja, não é porque uma criança é bastante agitada que, necessariamente, ela tem TDAH. Aliás, o quadro pode ocorrer também com a ausência da hiperatividade.


Estudos demonstram que pacientes apresentam alterações na região frontal e suas conexões com o resto do cérebro, afetando a capacidade de controlar as respostas aos estímulos.


Ainda há dificuldades em fazer diagnósticos efetivos, logo que muitas crianças que apresentam o transtorno são interpretadas apenas como desatentas, agitadas ou até mal comportadas.


Além de agitação ou distração, o transtorno pode ter efeitos severos na vida social, afetiva e cognitiva. Como elas não conseguem manter o foco, o aprendizado e os estudos são comprometidos.


Sem um diagnóstico e assistências corretos, há uma tendência de a criança isolar-se socialmente, ser castigada pelas notas baixas ou reprimida de forma severa pelo suposto mau comportamento.


O tratamento então consiste em assistência multidisciplinar ao longo da vida, trabalhando de acordo com as necessidades particulares de cada paciente — e isso inclui o carinho, a atenção e a participação de toda a família.

https://grupomarista.org.br/noticias/atividades-para-fazer-em-casa-com-criancas-com-tdah/

Informação e conscientização sobre TDAH

 



Nosso objetivo é que a criação dessa semana estimule a disseminação de mais informações sobre o assunto, gerando maior esclarecimento sobre o tema e mais apoio aos familiares. Afinal, estamos falando de um distúrbio que afeta 6% das crianças e 6,9% no caso dos jovens no Brasil, segundo dados da OMS.


Além disso, é um tema de preocupação entre os pais e os educadores, pois quando não acompanhado de forma correta, pode gerar prejuízos no desenvolvimento educacional de adultos e crianças, impactando também no convívio com outras pessoas em família ou em sociedade.


Nosso PL sugere que seja feita uma mobilização da sociedade em geral, por meio de parcerias entre órgãos públicos e privados, associações e entidades, no intuito de promover atividades que proporcionem a discussão, reflexão e divulgação de dados sobre o TDAH no município do Rio de Janeiro, com a realização de debates, palestras, seminários, fóruns, e ações que conscientizem a população sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoce para pessoas que sofrem do transtorno.