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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

TDAH tem relação com a Depressão?


O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é caracterizado, como o próprio nome indica, pela hiperatividade, desorganização, agitação, falta de atenção, impulsividade, entre outros. De acordo com estimativas, ele atinge de 3% a 6% das crianças em todo o mundo.

Importante lembrar que o TDAH não tem cura, mas existem tratamentos que procuram amenizar de forma considerável os efeitos do distúrbio. Por falar nisso, vocês sabem qual a relação do TDAH e da depressão?

 O que os estudos dizem a respeito?
Segundo levantamentos realizados, o número de pessoas com TDAH que também são diagnosticadas com depressão chega a 30% dos casos. Para se ter uma ideia da incidência dessa doença em crianças com TDAH, pesquisas revelam que os pequenos que convivem com o transtorno apresentam o risco de desenvolver a depressão três vezes mais do que aqueles vivendo sem esse mal.

Os estudos também afirmam que uma criança com TDAH e depressão pode manifestar mais comorbidades (doenças relacionadas) em comparação àquelas que são diagnosticadas somente com o TDAH. Os baixinhos com TDAH e depressão tendem a manifestar transtorno de ansiedade, fobia social, comprometimento social e escolar com mais frequência.

TDAH e depressão: duas maneiras de afetar um paciente
É preciso ressaltar que a depressão pode se manifestar de duas formas distintas na vida de uma pessoa. A primeira funciona da seguinte forma: a depressão se desenvolve como consequência dos impactos que o TDAH tem causado no dia a dia da criança ou jovem.

No entanto, existe a possibilidade de a depressão ter surgido paralelamente ao TDAH. Nesse caso, o quadro depressivo não vem como um fato consequente do transtorno em si.

Um detalhe que chama a atenção de especialistas é que se a criança desenvolver a depressão em decorrência do TDAH, a mudança no comportamento atua como um sinal de alerta. Isso facilita o diagnóstico da comorbidade. Porém, quando o pequeno convive com o distúrbio e a depressão simultaneamente, de forma paralela como mencionado, o que seria uma distinção pode ser confundido como um traço da personalidade, dificultando na hora de diagnosticar a doença.


https://neurosaber.com.br/tdah-tem-relacao-com-a-depressao/


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terça-feira, 17 de abril de 2018

Mitos e Verdades Sobre o TDAH


Em tempos de discussões acerca do desenvolvimento da criança, muitas pessoas procuram se informar sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). No entanto, é preciso esclarecer algumas informações que acabam por elaborar impressões equivocadas em torno de um quadro que merece total atenção. Com os esclarecimentos que daremos a seguir, o tratamento de uma pessoa vai ser bastante eficaz, além de quebrar preconceitos de quem convive com uma criança diagnosticada com o TDAH.

Vale ressaltar que o TDAH é um transtorno neurobiológico e tem uma grande incidência em meninos. Estes, por sua vez, são caracterizados pela hiperatividade e impulsividade. Quando o TDAH é diagnosticado em meninas, as pacientes apresentam um quadro diferente, pois elas ficam desatentas e não agitadas como os meninos. Veja mais informações aqui.

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– O TDAH impossibilita a criança de ter uma vida normal?
Mito. É preciso destruir a barreira do preconceito. A informação é o melhor caminho. Uma criança que é diagnosticada com o transtorno deve receber tratamento específico e multidisciplinar (com psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, etc.); além disso, cada caso deve ser olhado com atenção, pois cada paciente apresenta uma necessidade e uma demanda diferente para os profissionais.

– Pessoas com TDAH são menos inteligentes que as outras?
Mito. Eis aí algo que precisa ser esclarecido: uma pessoa diagnosticada com TDAH que recebe o devido acompanhamento e tratamento tem a inteligência normal e até acima da média, com desempenhos surpreendentes. Embora os portadores do transtorno apresentem alteração na concentração, eles podem ter o rendimento normal dentro de sala e no ambiente de trabalho.

– As características mais marcantes do TDAH são a hiperatividade, a desatenção e a impulsividade?
Verdade. Por ser um transtorno neurobiológico, os traços característicos do TDAH precisam ser notados também em dois ou mais ambientes de convívio do portador, como o familiar e o escolar. Esses lugares são determinantes para perceber o comportamento da criança para que, a partir disso, ela seja acompanhada e encaminhada ao tratamento que será eficaz.

– O diagnóstico é difícil?
Verdade. Como há muita confusão acerca do TDAH, muitos pais e educadores pensam que o transtorno se trata de outro caso: ansiedade, dislexia, preguiça em raciocinar; problemas educacionais e problemas de criação. A falta de informação adequada faz com que muitos pais procurem auxílio de um especialista tardiamente, o que pode prejudicar a qualidade vida da criança, principalmente quando esta chega à adolescência ou à fase adulta.

– O TDAH pode vir em qualquer fase da vida?
Mito. O transtorno surge na infância e tem raízes hereditárias. No entanto, pode acontecer de um adulto ser diagnosticado com um TDAH que o acompanha desde criança.

– Tratamento em adultos é ineficaz?
Mito. A partir do momento em que é diagnosticado em um adulto, o tratamento pode reverter situações que prejudicam o adulto diagnosticado, como depressão, problemas de socialização, entre outros.

– O TDAH causa comorbidades?
Verdade. O transtorno vem acompanhado de doenças relacionadas, como aquelas que afetam a função neurológica e sistêmica e que podem influenciar no aprendizado. Por isso a importância do tratamento precoce.

– Quanto antes for diagnosticado, melhor para a criança?
Verdade. Quando uma pessoa é diagnosticada com o TDAH na infância, entre 7 e  9 anos, os tratamentos surtem efeitos muito bons, pois além do acompanhamento individualizado e que atenda caso a caso, a readaptação e o estímulo da família tendem a ajudá-la imensamente. Os medicamentos são importantes, mas a presença dos familiares e dos especialistas é fundamental.


https://neurosaber.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-tdah/

quinta-feira, 12 de abril de 2018

TDAH:




TDAH: estudo americano mostra mudanças em relação a diagnóstico e tratamento do transtorno no período de dez anos (Polka Dot/Thinkstock/VEJA/VEJA)


Um novo estudo sobre o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) feito nos Estados Unidos mostrou que, no país, o número de crianças diagnosticadas com o problema aumentou 66% em dez anos. O levantamento, que foi feito pela Faculdade de Medicina Feiberg, da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, também analisou outras mudanças que ocorreram entre os anos de 2000 e 2010 em relação ao diagnóstico e tratamento de TDAH. As conclusões da pesquisa foram publicadas na edição deste mês do periódico American Pediatrics.

Mudanças em relação ao TDAH

Alterações observadas em relação a tratamento e diagnóstico do transtorno em jovens menores de 18 anos dos Estados Unidos entre 2000 e 2010

• O número aumentou 66% (de 6,2 milhões para 10,4 milhões)
• Os medicamentos mais utilizado para o tratamento de TDAH foram as drogas psicoestimulantes
• O uso de drogas psicoestimulantes diminuiu de 96% para 87% em relação a todos os tratamentos recomendados
• Maioria do diagnóstico foi dada por clínicos gerais ou médicos de cuidados primários
• Atendimento feito por especialistas, como o psiquiatra infantl, aumentou de 24% para 36%
Segundo o professor de pediatria e coordenador do estudo, Craig Garfield, o TDAH vem se tornando um diagnóstico cada vez mais comum entre crianças e adolescentes. “A magnitude da velocidade dessa mudança em uma década se deve, provavelmente, a uma maior consciência das pessoas em relação ao transtorno, o que pode ter levado os médicos a reconhecer mais facilmente os sintomas do problema”, diz.

No entanto, os pesquisadores afirmam que ainda não é possível definir como as várias e importantes mudanças que ocorreram em relação ao TDAH na última década – em relação a diagnóstico e tratamento – contribuíram para a melhor condução de soluções ao problema.

A pesquisa – O estudo americano, com base em dados do Índice de Saúde Nacional de Doença e Tratamento, um grande levantamento feito com médicos em 2010, buscou quantificar todos os diagnósticos de TDAH e os padrões de tratamento feitos em jovens menores de 18 anos. Ao todo, 10,4 milhões de crianças e adolescentes dessa faixa etária foram diagnosticadas com TDAH em atendimento médico ambulatorial nos Estados Unidos em 2010. Em 2000, esse número foi de 6,2 milhões.


https://veja.abril.com.br/saude/numero-de-criancas-diagnosticadas-com-tdah-aumentou-66-em-dez-anos-nos-eua/https://veja.abril.com.br/saude/numero-de-criancas-diagnosticadas-com-tdah-aumentou-66-em-dez-anos-nos-eua/