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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Prevalência TDAH





1/3 pode ser curado até o final da adolescência

1/3 deixa de ser hiperativo e continua desatento

1/3 continua desatento, hiperativo e impulsivo

Crianças – 3 a 9% - (3 meninos/1 menina)

Muitas vezes a menina não é diagnosticada quando criança em função de ser do tipo Desatento, e não do tipo Hiperativo.

Adultos – 2 a 6% (1 homem/1 mulher)

Em cada 5 adultos em tratamento de outros distúrbios psiquiátricos,
1 apresenta TDAH.






Fonte de pesquisas
http://www.universotdah.com.br/
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

hipofuncionamento do córtex pré frontal



    Vista em 3D do cérebro*
    (as áreas escuras representam o hipofuncionamento do córtex pré-frontal em cérebros com TDAH)


  • hipofuncionamento do
    córtex pré-frontal o que é tdah


    Características que podem estar presentes em pessoas com hipofuncionamento do córtex
    pré-frontal, isto é, com TDAH:
    Dificuldade de concentração
    Distração

    Dificuldade em ouvir

    Falta de controle dos impulsos

    Desorganização

    Tendência ao adiamento de tarefas

    Sonhar acordado

    Falta de perseverança

    Tendência a executar várias tarefas ao mesmo tempo, deixando muitas inacabadas

    Falha na organização de tempo e espaço - dificuldade de planejamento

    Problemas de memória a curto prazo

    Dificuldade para lidar com regras sociais

    Falhas de julgamento, interpretações errôneas

    Dificuldade em expressar sentimentos

    Ansiedade crônica

    Tédio, apatia, falta de motivação

    Hiperatividade

    Dificuldade em aprender com a experiência



Fonte de pesquisas e imagem
http://saude.hsw.uol.com.br/hiperatividade

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O que é TDAH



Nos portadores de TDAH, os neuro-transmissores, dopamina e noradrenalina (substâncias químicas do cérebro que transmitem informações entre as células nervosas) encontram-se diminuídos, fazendo com que a atividade do córtex pré-frontal seja menor. É uma disfunção neurobiológica.

Essa região é a parte mais evoluída do cérebro e supervisiona as funções executivas: observa, guia, direciona e/ou inibe o comportamento, organiza,
planeja, e faz a manutenção da atenção e do auto-controle.

Essa disfunção é crônica, herdada na grande maioria das vezes, daí sua presença desde a infância.

Em menor grau há fatores do meio ambiente que podem estar relacionados ao TDAH:

A nicotina de cigarros fumados pela mãe gestante bem como bebidas alcoólicas consumidas, podem ser causas significativas de anormalidades no desenvolvimento da região frontal do cérebro da criança em gestação.




Crianças expostas ao chumbo entre 12 e 36 meses de idade pode ser outro fator.

Traumatismos neonatais como hipoxia (privação de oxigênio), traumas obstétricos, rubéola intra-uterino, encefalite, meningite pós-natal, subnutrição e traumatismo craniano são fatores que também podem contribuir para o surgimento do distúrbio.



O TDAH é um transtorno real, um obstáculo real, apesar de não haver nenhum sinal exterior de que algo está errado com o Sistema Nervoso Central.

Antigamente era conhecida como “Disfunção Cerebral Mínima”. Mais tarde passou a chamar-se “Síndrome Infantil da Hiperatividade”. Nos anos 70, o conceito foi ampliado com o reconhecimento do déficit na atenção e do controle dos impulsos. Em 1987 o nome passou a ter a atual denominação: “Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade”.

Ao contrário do que se pensava antigamente, o TDAH não é superado na adolescência: cerca de 65% das crianças diagnosticadas como portadoras de TDAH continua com os sintomas quando atinge a idade adulta.

Os principais sintomas são: falta de atenção, impulsividade e hiperatividade ou uma “energia nervosa”.

A impulsividade tem um aspecto positivo, podendo nos levar muitas vezes à ação. O problema é quando ela se torna patológica como no caso do TDAH, onde há uma falta de planejamento em função da busca intensa e constante da gratificação imediata, das novidades, correndo-se maiores riscos.

Provocar confusão, discutir, viver em conflito consigo e/ou com o(s) outro(s) é uma forma inconsciente de estimulação do córtex pré-frontal, que anseia por mais atividade. A pessoa não percebe esse processo, não o faz de propósito, mas pode ficar viciada em confusão.

A gravidez e o parto da mulher fumante complicam com mais freqüência do que o das ... Quando a grávida fuma, o feto também fuma,




Imagens do google
http://www.universotdah.com.br

domingo, 10 de janeiro de 2010

A Amizade sutil...



A tristeza já trás consigo muito peso, seu remédio deve ser algo leve, simples como um abraço! A loucura é rápida, inconsequente, só algo súbito, como correr, ou se afastar, pode trazer alguém pra seu lado.Sinta o afago de seu corpo na sombra da noite fria.A amizade é algo fundamental mesmo longe amo as pessoas que sempre à de habitar o meu coração estando longe ou perto . O importante é saber que está bem e feliz.
(Mary Cely)
10/01/10

OS SINTOMAS E DIAGNÓSTICO DA HIPERATIVIDADE


© istockphoto.com / Mariya Bibikova
Crianças hiperativas podem ter dificuldade em se manterem paradas



O Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Psiquiátricos, conhecido como DSM-IV (sigla em inglês), apresenta um conjunto de critérios detalhados e bastante complicados para diagnosticar o TDAH. O DSM-IV lista duas categorias diferentes de possíveis sintomas. A categoria A inclui nove sintomas sob o título de Desatenção. A categoria B também inclui nove sinais de Hiperatividade-Impulsividade. Para serem utilizados em um diagnóstico, os sintomas em questão devem "estar presentes por pelo menos seis meses em um grau que é prejudicial e inapropriado para o nível de desenvolvimento" [fonte: CDC (em inglês)]. Os indícios de desatenção incluem dificuldade para ouvir instruções e organizar, além de parecer distraído e ser esquecido. As pessoas que são hiperativas ou impulsivas podem falar ou gritar em momentos inapropriados e atrapalhar os outros.



Existem três tipos de diagnósticos possíveis para o TDAH. Os nomes diferentes refletem a natureza dos sintomas do paciente. TDAH, Tipo Predominantemente Desatento significa que o paciente apresentou sintomas da categoria A por seis meses. TDAH, Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo se refere a pacientes que apresentaram indícios da categoria B por seis meses. Por fim, TDAH, Tipo Combinado é para pessoas que apresentaram sinais das duas categorias por seis meses.



Vamos dar uma olhada de perto nos tipos de TDAH e nos sintomas associados a cada um deles. Uma criança do Tipo Predominantemente Desatento pode ter dificuldade para finalizar tarefas, prestar atenção em instruções e manter o foco na sala de aula. Ela também pode parecer cansada ou sonhadora com frequência. Essa variação pode ser mais difícil de ser reconhecida, porque os sinais são menos evidentes do que os de outro tipo. Geralmente esse não é o caso de crianças do Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo, que costumam apresentar energia constante, não conseguem permanecer paradas e precisam ficar ativas o tempo todo. Crianças impulsivas não controlam ou pensam sobre suas ações ou declarações. Aparentemente, irão fazer coisas sem pensar, como realizar comentários inapropriados. Uma pessoa do Tipo Combinado de TDAH pode apresentar qualquer um dos sintomas mencionados acima.

O diagnóstico geralmente é realizado por um pediatra, neurologista, psicólogo ou psiquiatra. Professores, que trabalham próximo de várias crianças e que provavelmente têm experiência em lidar com TDAH, costumam auxiliar na descoberta de casos prováveis do transtorno. Eles podem ajudar a monitorar os jovens e discutir questões em potencial com os pais. Muitas escolas também exigem que os professores preencham formulários de avaliação, que podem ser examinados por um profissional que realiza o diagnóstico da doença.

Além de pedir informações para professores e pais, o responsável pelo diagnóstico pode observar o comportamento da criança durante situações que exijam controle e disciplina. O médico verá como os comportamentos prejudiciais afetam a vida e os relacionamentos da criança, quando eles ocorrem, há quanto tempo os problemas estão presentes, outros fatores complexos (como outros problemas associados) e a situação em casa. Embora vários tipos de mapeamentos cerebrais e ressonância magnética tenham sido utilizados no estudo do TDAH, os especialistas não usam essas técnicas no diagnóstico do problema. Quando uma criança é diagnosticada, ela geralmente recebe tratamento (algo que vamos discutir mais adiante) e depois é reavaliada e monitorada durante os anos.

O TDAH pode ser diagnosticado de forma errada porque muitas crianças apresentam alguns dos sintomas do transtorno, embora não possuam realmente a doença. De maneira semelhante, os indícios podem ser causados por outro distúrbio ou por um problema pessoal ou social. Os vários tipos de TDAH também podem fazer com que alguém interprete errado ou não perceba os sintomas. Uma criança impulsiva, incontrolável e hiperativa irá atrair mais atenção do que uma que é quieta, distraída e distante, embora as duas possam estar sofrendo de déficit de atenção e hiperatividade.

Os sintomas de uma criança podem aparecer apenas em alguns ambientes, como quando ela está na escola. Neste caso, pode não ser TDAH. O National Institute of Mental Health (Instituto Nacional de Saúde Mental) declara que os sintomas devem afetar negativamente a vida em mais de um ambiente para serem considerados hiperatividade
Fonte de Pesquisas
http://saude.hsw.uol.com.br/hiperatividade2
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