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domingo, 4 de setembro de 2011

Tdah Diagnóstico


Quem pode diagnosticar TDAH

O diagnóstico de TDAH é fundamentalmente clínico, realizado por profissional que conheça profundamente o assunto, que necessariamente deve descartar outras doenças e transtornos, para então indicar o melhor tratamento [1]. O termo hiperatividade tem sido popularizado e muitas crianças rotuladas erroneamente. É preciso cuidado ao se caracterizar uma criança como portadora de TDAH. Somente um médico (preferencialmente psiquiatra) ou psicólogo especializado [2] podem confirmar a suspeita de outros profissionais de áreas afins, como fonoaudiólogos, educadores ou psicopedagogos, que devem encaminhar a criança para o devido diagnóstico. Existem testes e questionários, como o site da psicóloga Cleide Heloisa Partel, especialista em TDAH, [3] que auxiliam o diagnóstico clínico [2] Hoje já se sabe que a área do cérebro envolvida nesse processo é a região orbital frontal (parte da frente do cérebro) responsável pela inibição do comportamento, pela atenção sustentada, pelo autocontrole e pelo planejamento para o futuro. Entretanto, é importante frisar que o cérebro deve ser visto como um órgão cujas partes apresentam grande interligação, fazendo com que outras áreas que possuam conexão com a região frontal possam não estar funcionando adequadamente, levando aos sintomas semelhantes aos de TDAH. Os neurotransmissores que parecem estar deficitários em quantidade ou funcionamento, em indivíduos com TDAH, são basicamente a dopamina e a noradrenalina, que precisam ser estimuladas através de medicações.

Algumas pessoas precisam tomar estimulantes como forma de minorar os sintomas de déficit de atenção/hiperatividade, entretanto nem todas respondem positivamente ao tratamento. É importante que seja avaliada criteriosamente a utilização de medicamentos em função dos efeitos colaterais que os mesmos possuem. Em alguns casos, não apresentam nenhuma melhora significativa, não se justificando o uso dos mesmos. A duração da administração de um medicamento também é decorrente das respostas dadas ao uso e de cada caso em si.





Aviso: A Wikipedia não é um consultório médico.
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Um comentário:

  1. <ary Cely, mais uma vez devo lhe parabenizar pelo texto acima. Realmente, nos dias de hoje, com toda essa propaganda feita pela midia, qualquer pessoa se acham na condição de diagnosticar.Com certeza, isto não é certo, Mas, qualquer criança que seja um pouco mais agitada que o normal, já tem o rótulo de hiperativa. Sabemos que a falta de regras, o comportamento de birra das crianças mimadas e superprotegidas, a ansiedade, certos estados emocionais podem causar agitação e isto não é hiperatividade. Muita gente, ainda, confunde o hiperativismo com o impertivismo, com nervosismo e outros ismos por aí. Agradeço o Alerta. Parabéns.

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