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domingo, 18 de dezembro de 2016

Ansiedade, TDAH e Pensamento Imaginativo


Vamos refletir sobre essas questões:
” muitos neurologistas, psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos, ao  observar crianças e adolescentes agitados, inquietos, com dificuldade de  concentração e rebeldes a normas sociais, chegam a diagnósticos errados, atribuindo tais comportamentos ao transtorno de déficit de atenção ou hiperatividade, quando a grande maioria desses pacientes é vítima da Síndrome do Pensamento Acelerado.”  (Augusto Cury)

Autores afirmam que na hiperatividade, há um fundo genético; frequentemente, um dos pais é hiperativo.  Além disso, a agitação e a
inquietação de uma pessoa hiperativa manifestam-se já na primeira infância, enquanto no SPA  – Síndrome do Pensamento Acelerado a inquietação é construída pouco a pouco, ao longo dos anos. Entre as causas da SPA estão o excesso de estimulação, de brinquedos, de
atividades, de informação.  Augusto Cury que desenvolveu essa técnica, fala que  o tratamento também é diferente em alguns aspectos.

Na SPA não há alteração metabólica. A falha é funcional e social, está ligada ao processo de formação da personalidade e ao funcionamento da mente e, portanto, deve ser corrigida com técnicas.  Desacelerar a criança com SPA é fundamental. Encorajá-la, por exemplo,
a desenvolver atividades mais lentas e lúdicas, como ouvir músicas tranquilas (música clássica), tocar instrumentos, pintar, praticar esportes, fazer teatro, pode ser muito útil. Crianças e adolescentes hiperativos também podem e devem aprender essas práticas.
Cury afirma: “Mas o que mais me preocupa na SPA, bem como na hiperatividade, é a retração de duas funções vitais para o sucesso social, profissional e afetivo: pensar antes de agir e colocar-se no lugar do outro (empatia). Desenvolvê-las é fundamental e deveria ser
a meta de todas as escolas em todas as nações.” Os hiperativos desejam agir e fazem tudo de uma vez, parecem querer abraçar o mundo e acabam cansados.

Na família, Pais só conseguem perceber a crise familiar depois que suas  relações com os filhos estão esfaceladas, sem respeito, afeto e amor.
É real uma das maiores necessidades do ser humano: se escutar.
“A ansiedade vital torna-se uma ansiedade doentia quando contrai o prazer de
viver, a criatividade, a generosidade, a afetividade, a capacidade de pensar antes
de reagir, a habilidade de se reinventar, o raciocínio multifocal, entre outros. Um
dos mecanismos psíquicos que mais transformam essa ansiedade vital numa
ansiedade asfixiante é a hiperconstrução de pensamentos.”

Alguns autores vão dizer que deve-se fazer uma avaliação a mais completa possível para conhecer as necessidades e os problemas do pacientes. Para então ,  identificar os fatores que contribuíram para o desenvolvimento do abuso de drogas, e o mais importante do ponto de vista do tratamento é identificar os fatores que estariam mantendo esse abuso. Só por meio de uma avaliação completa é que se pode determinar o tratamento mais adequado para cada caso.

Todo processo de mudança parece iniciar com um estímulo. No contexto familiar, existe um comportamento para cada indivíduo, cada um com seu jeito de ser.  Podemos afirmar: essas diferenças individuais, por  um lado, podem gerar alguns atritos, por outro lado, tornam o relacionamento familiar um desafio e um aprendizado constante.  Ou seja, temos o nosso jeito de se comportar. O comportamento  é  mais do que imaginamos, esta em nosso cotidiano, fazem parte de todos os momentos de nossa vida. Quando nos comportamos, mudamos objetos e influenciamos as pessoas no meio em que vivemos, mas também somos influenciados pelo comportamento de outras pessoas. “Comportamentos são ações, verbalizações, reações, sentimentos, emoções, pensamentos, crenças, ou seja, toda atividade de um individuo com relação ao seu ambiente.” (CANAAN, 2002).

Essa introdução é para fazer o relato  do caso de Augusto, um processo realizado em um ano, em uma Prisão, em todos os sentidos, físico, psicológico  e espiritual. Desejou  ajuda, mesmo tendo as criticas dos  colegas. O contexto que Augusto vivia era péssimo para ele, ninguém  acreditava em sua recuperação e muito menos na sua reinserção social e familiar. Apresentava  um comportamento impulsivo do tipo  de não levar desaforo para casa.

Em atendimento  ele falava dos seus  desejos, e de suas dores em ter que ficar naquele lugar, lembrava de sua mãe e dizia que era uma  pessoa do bem, e que ela desejava que ele fosse cantor, e ministro da Palavra de Deus. Outro estímulo que reforçou o seu desejo de mudança foram seus filhos, ele tinha um menina e um menino.  E assim aconteceu, começou a ler a Palavra de Deus e a cantar musicas dentro de sua cela. Seu comportamento mudou, já não tinha mais boletins de ocorrência. Ele me dizia que era inocente, e que estava pagando por um crime que não cometeu. Enfim, após algum tempo Augusto ganhou um presente  e ele disse: “foi  Deus”, ele teve remissão de pena, por vários motivos.
Para a sociedade, profissionais e outros  era impossível ele ficar fora da cadeia um dia, até o dia que tive notícias de  Augusto já faziam 9 anos que está em reinserção social e familiar.



http://apsicologiaonline.com.br/2014/05/ansiedade-tdah-e-pensamento-imaginativo/

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