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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

IMPORTÂNCIA DO FOLCLORE NA EDUCAÇÃO INFANTIL




A partir da leitura do texto “Música Folclórica e Educação”, de Ermilda Azevedo Paz Zanini (2000).
O folclore são as histórias de um povo que passam de geração para geração. Nessas histórias que podem ser mitos e lendas está inserida e refletida a cultura, beleza e sabedoria de uma nação bem como suas tradições. A música folclórica tem, dentre suas finalidades, resgatar as raízes e origens de uma região, portanto tem um valor sócio-histórico-cultural.
Para a educação infantil a música folclórica pode ser utilizada como introdução para uma determinada atividade de ensino-aprendizagem, conectar a criança ao meio ambiente a fim de conhecê-lo melhor, além de inspirar novas produções musicais. Dessa forma, possibilita o conhecimento histórico, ensinamentos de diversas etnias e costumes, desenvolvimento do gosto musical, ritmo, harmonia, criatividade.

Brincadeira folclórica de adulto (também pode ser para crianças)
Nas festas juninas é muito comum a brincadeira do “Pau-de-sebo”: trata-se de um mastro alto, um tronco, coberto com sebo de boi derretido, numa altura de 5m para cima. No topo encontra-se o prêmio, um triângulo de madeira com dinheiro. Numa determinada hora todos tentam atingir o topo.
Outra brincadeira é o jogo de adivinha: “O que é, o que é?” Alguém faz uma pergunta e o outro deve tentar adivinhar. É comum em festas e rodas de amigos como divertimento. Dependendo do grau de dificuldade das perguntas também pode ser feita com crianças.
Dentre as brincadeira folclóricas para criança encontram-se brincadeiras de roda, ciranda, amarelinha, bola de gude, cabra cega, passa anel, cabo de guerra, soltar pipa entre outras.
Referências:
ZANINI, Ermelinda Azevedo Paz. Música Folclórica e Educação. In: Anais do XI Congresso Brasileiro de Folclore. Porto Alegre, 2000. p. 161-168.
Outras referências:
http://tatiana-alfabetizacao.blogspot.com/2007/08/brincadeiras-folclricas.html
http://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/cantigas_de_roda.htm
http://www.rosanevolpatto.trd.br/brincadeiras.htm

POR QUE UTILIZAR O FOLCLORE NA EDUCAÇÃO INFANTIL?
Um enfoque na musicalização


Com base nos argumentos utilizados por Zanini (2000), percebemos o folclore como representante dos traços fundamentais da continuidade das nações. O folclore aproxima o homem da história do seu povo, da história da sua terra e conseqüentemente, da sua história também. O homem se conhece e reconhece sua historicidade e humanidade através do folclore.
Além disso,

“o folclore faz parte de todas as metodologias de musicalização. O lugar que ocupa varia de acordo com o enfoque metodológico. Para alguns autores o folclore é a base da musicalização, para outros, ele funciona como um importante enriquecimento da cultura artística” Ceroni e Bandeira em 21/10

De qualquer forma, todos mencionam a importância de se conhecer e utilizar o folclore.
Finalmente, nosso folclore é tão rico, significativo e variado que possibilita diversos usos, atendendo a demandas já existentes ou não. O prazer de ouvir esse repertório amplo e inesgotável deve ser considerado e valorizado quando se fala em musicalização, seja em qualquer faixa de idade.

FOLCLORE NA EDUCAÇÃO


Estamos em pleno século XXI, era da globalização, robótica e outros avanços tecnológicos, porém, em meio a tudo isso, onde se encontra a nossa cultura? Como ela está sendo abordada nas escolas frente a tantas outras novidades?
A cultura brasileira representa nossa identidade e não podemos perdê-la ou esquece-la. Pensando nisso é que o folclore existe e é abordado em sala de aula para reviver, através de lendas, músicas e brincadeiras, a nossa tradição e os nossos costumes. No entanto, o principal problema que enfrentamos é o despreparo dos profissionais para desenvolverem trabalhos nessa área, afinal, são “preparados” para abordarem este assunto apenas em agosto (mês do folclore em todo o território nacional).
Obviamente, isto é uma falha na área da educação, pois o folclore brasileiro apresenta inúmeros elementos que podem ser apresentados e desenvolvidos para e com os alunos, no decorrer de todo o ano letivo. Vejamos, através dos jogos folclóricos é possível abordar de forma lúdica a utilização de regras; ao executar brincadeiras antigas a criança trabalha mais com o próprio corpo, se desprende de seus brinquedos de última geração cheios de tecnologia e com isso propiciam o próprio desenvolvimento; com parlendas, músicas e jogos contribuímos para a preservação de nossa história e ainda aprende-se sobre outras culturas.

Apresentamos algumas formas de trabalhar o folclore em diferentes faixas etárias, e de diferentes maneiras, através de exemplos:

ADIVINHAS

Além de levar as pessoas a desenvolver o raciocínio lógico, a adivinhação, é uma atividade que desenvolve o raciocínio e aumenta a agilidade mental. Esta é uma atividade que pode ser trabalhada não somente com crianças, mas também com adultos.

O RATO

O rato roeu a roupa, Do rei de Roma. e a rainha, de raiva, roeu o resto

NÃO CONFUNDA!
Não confunda ornitorrincoCom otorrinolaringologista, Ornitorrinco com ornitologista, Ornitologista com otorrinolaringologista, Porque ornitorrinco é ornitorrinco, Ornitologista, é ornitologista, E otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

MAFAGAFOS

Um ninho de mafagafaCom sete mafagafinhosQuem desmafagaguifáBom desmafagaguifador será.

Os Trava-línguas despertam o gosto de brincar com as palavras e os sons da língua, podendo ser utilizado para melhoria da dicção de seus alunos. Além de aperfeiçoadores da pronúncia, servem para divertir e provocar disputa entre amigos. São embaraçosos, provocam risos e caçoadas. Fazem parte das manifestações orais da cultura popular, são elementos do nosso folclore (BORDIGNON). Atividades utilizando trava-línguas podem ser utilizadas com crianças, até mesmo para auxiliar na correção de defeitos da fala.
CANTIGAS DE RODAS

PAI FRANCISCO

Pai Francisco entrou na roda/Tocando seu violão/Banlanlão, banbão
Vem de lá seu delegado/Que Pai Francisco/Entrou na prisão
Quando ele vem/Se requebrando/Parece um boneco/Se desmanchando

“Os participantes dramatizam a cantiga na roda: fazem com as mãos a forma de um chapéu, apontam para o céu, batem palmas, batem o pé, rodopiam e interpretam a música coreograficamente. No final, cada pessoa pega um par e corre para tomar a benção de quem ficar só ou a outra pessoa que estiver por perto, no caso de todos os participantes da roda conseguir um par”. (GASPAR, 2007)

“As cantigas de roda são de extrema importância para a cultura de um local, é através dela dá-se a conhecer costumes, cotidiano das pessoas, festas típicas do local, comidas, brincadeiras, paisagem, flora, fauna, crenças, dentre muitas outras coisas”. (ARAUJO, 2007)

Referêncis
QDivertido.com

BORDIGNON, Terezinha. Trava-línguas. Blog Sala de Aula. Disponível em: Publicado em 03.02.2007. Acessado em 17.10.2009
ARAÚJO, Ana Paula. Cantigas de Roda. InfoEscola Navegando e Aprendendo. Disponível em: Publicado em 02.07.2007. Acesso em 17.10.2009
GASPAR, Lúcia.Brincadeiras de roda.Pesquisa Escolar On-Line,Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em:. Acesso em: 17.10.2009

POR QUE TRABALHAR FOLCLORE NA EDUCAÇÃO MUSICAL?
LAIANA OROZCO E MICHELE BEATRIZ MELLO EM 19/10
Respondemos a esta questão baseadas no texto “Música Folclórica e Educação” de
ZANINI, Ermelinda Azevedo Paz. Música Folclórica e Educação. In: Anais do XI Congresso Brasileiro de Folclore. Porto Alegre, 2000. p. 161-168.

O material folclórico, por ser uma representação de determinada cultura, traz em si elementos que caracterizam tanto um período como um contexto histórico, mas, além disso, constrói um elo de ligação entre os tempos ao relacionar o passado e o presente (de uma geração a outra) dando segmento e continuidade as culturas. Assim, o folclore, por seu caráter histórico e popular, contribui muito para possíveis críticas e reflexões sociais. Como ato político, passa a entender e afirmar não uma, mas as várias manifestações culturais trazendo a riqueza e a beleza destas sem prescindir a uma a outra, ou desqualificá-las entre si, podendo sim, questionar o porquê da existência de parâmetros que legitimam uma cultua em detrimento de outra trazendo a crítica como fonte de discussão da lógica que condiciona as relações de poder nas sociedades. /10
Algumas sugestões:
Para crianças de 3 e 4 anos - Através das músicas folclóricas e das interações com os colegas ludicamente descobrir o seu corpo, além de criativamente expressar, seja por imitações, gestos ou na observação do outro, suas representações e fantasias. Possibilitando também o desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo da criança.
Utilizando espelhos, para que as crianças possam se ver e perceber. Coloque músicas do cancioneiro popular (Dona aranha; O sapo não lava o pé.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.
Brincaderia Ovo podre - Origem: Porto Alegre (RS) O grupo forma uma roda, com todos sentados no chão. Um dos participantes fica do lado de fora, com uma bola na mão, e vai caminhando em volta da roda, cantando: “Ovo podre”. A roda responde: “Está fedendo”. Ele pergunta: “Onde eu coloco?”. E o grupo responde: “Na lata do lixo”. Aquele que está com a bola tem que deixá-la atrás de um dos participantes da roda. Este deverá perceber (no momento que a bola for largada atrás de alguém a roda canta: já fedeu!!) pegar a bola e correr atrás de quem a deixou antes que este sente no seu lugar. Se conseguir pegar aquele que deixou a bola ele continuará sentado na roda, se não conseguir quem deixou a bola sentará no seu lugar e ele irá ser o que vai caminhar e deixar a bola atrás de outro colega.
Educação de Jovens e Adultos - Partindo das contribuições dos alunos da EJA, ou seja, dos seus relatos a respeito das suas lembranças da infância, por exemplo, quais as músicas, brincadeiras, etc. introduzir assim a temática do folclore (escrever, cantar essas músicas - individual e coletivamente). Dando atenção ao fato de se tratar de adultos, por isso, mesmo partindo de canções infantis, ter a preocupação de não infantilizá-los e, com isso, buscar também outras representações do folclore não se limitando ao repertório de canções infantis, como por exemplo, as músicas da cultura gaúcha. Então, a partir destas canções criar novas rimas, músicas, ou escolher personagens de alguma canção e criar algo sobre ele, ou seja, explorar as narrativas ou conteúdos destas canções questionando e refletindo sobre o contexto da música relacionando-a com a sua realidade. Exemplo de canção para realizar a atividade sugerida: Prenda Minha (dominio público) Vou-me embora/Vou-me embora/Prenda minha/Tenho muito que fazer... Consulte: http://letras.terra.com.br/

MOTIVOS PARA TRABALHAR FOLCLORE


O folclore possui uma grande diversidade de temas. As atividades folclóricas propiciam uma aprendizagem motivadora e facilitadora à interdisciplinaridade como, por exemplo, comunicação e expressão, matemática, ciências, estudos sociais. Dessa maneira o folclore trabalha a ética e as várias culturas existentes.

As músicas folclóricas são dinâmicas e interativas fazendo com que as crianças se motivem. Além da questão da motivação, tem a questão da desinibição. O folclore tem muitas brincadeiras de roda, fazendo com que as crianças entrem e saiam, dancem e pulem com todos olhando-as.

O folclore trabalha a história e a cultura de um povo e, na minha opinião, é muito importante a criança aprender isto desde cedo.
Atividades:

0-3 anos: Cantar cantigas como Ciranda, Cirandinha (que é de roda), Cai Cai Balão (que estimula a imaginação) e Capelinha de Melão.

O FOLCLORE E A EDUCAÇÃO


Pensar que o folclore faz parte do cotidiano do aluno e, consequentemente, do cidadão de uma nação, se torna indispensável que a escola faça parte da orientação dessa importância. Assim, divulgar o folclore para crianças desde muito pequenas permite compreender a nossa História, do que somos formados. E fazer parte desta História, compreendê-la garante que o aluno desenvolva meios letrados para sua formação. Perceber que histórias, danças e músicas vêm de gerações anteriores e ainda assim persiste na atualidade faz com que encontre explicações para muitas atividades cotidianas.
Considerando que as brincadeiras incitam a socialização, além de ser muito importante para o desenvolvimento infantil, pode-se acreditar que as rodas formadas por crianças é um dos melhores meios de conduzir as tradições através das gerações, além de ser importante para sua educação musical.
Não só pensando na educação infantil e básica, pode-se levar o folclore para adolescentes e adultos como, por exemplo, através da literatura de cordel. É originário do nordeste brasileiro, porém não é justo ignorá-lo pelas demais regiões, visto que se trata da cultura brasileira. Outro exemplo é a capoeira que privilegia crianças, adolescentes e adultos. Ao mesmo tempo em que é uma luta, também é uma dança com golpes e contragolpes, rápidos e ritmados, que foi introduzida pelos escravos africanos e que hoje é particularmente difundida pelo Brasil.

Brincadeiras para bebês:Teatro de Bonecos

Conhecer personagens do nosso folclore como o Boto cor-de-rosa, a Iara, a Cuca, o Curupira, o Saci-pererê, o Boitatá e o Boi-bumbá utilizando fantoches ou dedoches. Sentar-se com as crianças no chão e fazer com que os bonecos “conversem” com cada uma.

Para adultos: Samba-de-lenço

No samba-de-lenço duas filas se defrontam. Nas filas ficam homens e mulheres com um lenço na mão, com o qual acenam para o cavalheiro, ou para a dama. A iniciativa de ir dançar pode partir do homem ou da mulher.
O sambista sai da fileira e acena para a pessoa com quem quer dançar. Formam então o par dançante, que dança no centro.
O instrumento musical fundamental para acompanhar a dança é a caixa, que varia de tamanho. Alguns sambas se apresentam com cinco ou seis caixas, outros com uma ou duas. Às vezes usam também pandeiros e guaiás (instrumento de percussão, espécie de chocalho)

Exemplo de samba:
“Em Tietê
Fizeram cadeia nova
Mariazinha,
Coitadinha, é criminosa.

Menina, minha menina
Coração de melancia
Um beijo da tua boca
Me sustenta quinze dias”

Testemunho: Assista Carlão Peruche contando que participava de Jongo (precursor do samba em São Paulo):



IMPORTÂNCIAS PARA SE TRABALHAR FOLCLORE NA EDUCAÇÃO


O folclore é um acervo cultural no qual, a partir dele, pode-se compreender as crenças e valores instituídos em determinado grupo social. A criança, quando aprende lendas, músicas, entre outras formas de folclore, está também conhecendo o passado e presente de um povo.

Quando trabalhamos com folclore me parece que há um encanto e uma certa motivação há mais por parte do educando e educador. A aprendizagem flui e de forma muito prazerosa servindo o folclore também como um facilitador para que haja uma interdisciplinariedade (trabalhe expressão corporal, comunicação, linguagem e até mesmo matemática, estudos sociais, entre outros).

Quando inserimos o folclore na aprendizagem dos educandos, estaremos fazendo com que estas lendas, cantigas, brincadeiras não se percam ao longo do tempo. Brincar a partir do folclore é reviver seus antepassados e respeitar essa construção. O folclore é uma construção social, humana que não deve e nem pode ser esquecida assim, sem darmos importância alguma. O folclore nos constitui como seres humanos ligados a entes que não estão mais presentes em “carne e osso”, mas que permanecem vivos a partir do que criaram e viveram anteriormente a nós.

Atividades com as faixas etárias:

0 – 4 ANOS - Trabalhando com uma lenda


Escolha uma lenda para trabalhar com as crianças. Melhor ainda se houver uma cantiga direcionada ao personagem de tal lenda. Caso contrário, é interessante criar uma cantinga para o personagem da lenda escolhida. Podemos pegar, por exemplo, o Saci Pererê. Contamos para a turma a lenda a partir de um teatro de fantoches e cantamos a música (inventada ou já existente). Após a turma ouvir e se familiarizar com a lenda, podemos montar um Saci Pererê “gigante”, com TNT (por exemplo), para que este faça parte da turma.

5 - 7 ANOS - Trabalhando com cantigas de roda

Levamos a turma para um local descontraído da escola como o jardim, a quadra, o pátio ou outro de sua preferência e então pedimos para eles formarem uma roda e cantar as cantigas de rodas que conhecem, resgatando as músicas presentes na memória infantil.
Em seguida apresentamos aos alunos as cantigas de roda mais antigas (relacionadas abaixo), dando ênfase para as que eles não conhecem.
Para finalizar, solicitamos a cada aluno o registro de determinada música no papel e em seguida confeccione um livreto de forma coletiva, disponibilizando o material para as demais turmas e bibliotecas da escola.

Cantigas de roda:
Ciranda cirandinha; Nesta rua; Fui no tororó; Cai cai balão; Boi da cara preta;

Terezinha de Jesus; etc.

10 ANOS - Gravando um cd de cantigas

Oportunizamos aos alunos diversas cantigas e desta turma montamos grupos. Cada grupo irá escolher a cantiga que mais chamou sua atenção ou a que mais goste e irá pesquisar algumas informações sobre estas. A pesquisa poderá ser feita em materiais como livros, internet, pesquisa com pessoas mais idosas, entre outras formas. Após realizada a pesquisa, cada grupo irá gravar sua cantiga. A partir dessas gravações e pesquisas, a turma irá montar um cd com cantigas e será confeccionado um encarte com uma síntese das pesquisas realizadas sobre essas cantigas. O cd ficará disponível para toda a escola.

ADULTOS - O folclore das diversas regiões do Brasil

No primeiro momento trabalhamos com a turma a concepção de Folclore. O que eles acreditam fazer parte do folclore e o que já conhecem do folclore de onde são provenientes. A partir disto, serão realizadas pesquisas sobre cada região do país através do seu folclore. Podemos utilizar tanto livros, revistas, entrevistas como a Internet, o que faz com que se trabalhe também a inclusão digital. Juntando todo o material, podemos confeccionar um grande mapa do Brasil e desenhado em cima de cada região ou estado do personagem ou algo que represente aquela cantiga, lenda, etc, para que sirva como uma legenda. Ao lado, conforme a legenda, haverá as informações sobre o folclore daquele determinado território do país.

A IMPORTÂNCIA DO FOLCLORE NA EDUCAÇÃO INFANTIL


O ensino do folclore é necessário para manter a tradição de um povo, uma cultura que serve como fonte de conhecimento das nossas origens. Quando abordamos esse assunto, explicando seu sentido, isso faz com que o indivíduo construa uma base cultural, que dará suporte para entender sua própria essência. Essa internalização da cultura do seu povo traz valores como respeito e, ainda, a possibilidade de aprender novas bagagens culturais de outros povos e regiões.

Utilizar o folclore como material didático na educação infantil significa desfrutar de uma extensa fonte de criatividade, reflexão e expressão. Ele serve como “link” entre um povo e sua região na busca de suas marcas e raízes, além de ser a melhor forma de percepção da sociedade e de como ela funciona em relação às tradições.

PORQUE TRABALHAR O FOLCLORE?


Para promover o desenvolvimento integral das crianças, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser cultivado. Folclore é um conjunto de costumes, artes, técnicas, lendas, mitos, provérbios e adivinhações que expressam as maneiras de pensar, sentir e agir do povo, é dar continuidade da Nação.
O Folclore deve ser trabalhado para especificar as diferenças que existem entre os personagens de uma sociedade, demonstrando seus hábitos e costumes.
Para resgatar a linguagem e o contexto, ligar o homem à terra, ao povo, como meio de melhor conhecê-lo.
“[...] Não se trata de ensinar folclore, mas de usá-lo onde se fizer oportuno, para que sua riqueza seja destilada na sensibilidade das novas gerações, nutrindo-as e energizando-as. [...]” (Hélio Sena apud ZANINI, 2000, p. 168)

GRUPO DE PEDAGOGAS DE TEXTO POSTADO
LILIANE BIRNFELD
BIANCA COSTA CERONI E LARISA VIEIRA BANDEIRA
KARINA FLORES RODRIGUES
KELLI CRISTINE MARCHIORO e JOSEANA RODRIGUES
CARLA CORRÊA DA SILVA E CAROLINE BASTIANI DE FREITAS,
FERNANDA BERTONCELLO BOFF e PAOLA DE VASCONCELOS SILVEIRA
GABRIELA PASSUELLO FREITAS DE MESQUITA
BRUNNA R. MARTINS E GREICY DE TOGNI
Leda Maffioletti



http://musicapedagogia.blogspot.com/2009/10/folclore-na-educacao-brunna-r.html

sábado, 7 de agosto de 2010

Origem do dia dos Pais


No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.


**Em outros países:


Na Itália, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.

•Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

•Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

•Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

•Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

•Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.

•Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

•Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

•Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

•Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.

•África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

•Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).

Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !


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0 Comportamentos agressivos em crianças pequenas




Em meio a tanta violência no mundo, uma das grandes preocupações paternas se dá quando a criança começa a manifestar comportamentos agressivos.

Todos nós, adultos e crianças, sentimos raiva em alguma situação, que é um sentimento honesto e normal.

Acontece que a criança muito nova, entre dois e cinco anos, ainda não sabe lidar com emoções mais fortes e significativas, está assimilando o que sejam regras sociais e limites e expressa o que a incomoda de modo nem sempre aceitável pela sociedade.

Da mesma forma que se elogia a criança no momento em que suas atitudes são positivas, é primordial que a repreenda ou mesmo castigue quando são negativas, para que possa aprender e diferenciar o comportamento positivo do negativo.

É claro que ela não aceitará a imposição dos limites sem resistência e até repetindo o comportamento não aceitável para testar a veracidade da proibição e a paciência e persistência dos adultos responsáveis.

Para isso, ela presta muita e total atenção no comportamento das pessoas que lhe são mais próximas e percebe se há consistência e coerência nos limites impostos, ou seja, se vale tanto para a mãe quanto para o pai, se é possível cumprir o determinado por eles e se é justo o que lhe pedem.

Nunca, em nenhum momento, independente da idade da criança, subestime sua capacidade de inteligência e compreensão. Ela sempre estará atenta a toda atitude e comportamento dos pais para sentir confiança e segurança em seguir seus ensinamentos.

Assim, é fundamental que os responsáveis por ela conversem entre si para que possam garantir e definir os rumos de uma educação saudável, dos limites a ensinar, para que nunca aconteça de um deles exigir e o outro abrir mão. A criança ficará confusa, desequilibrada emocionalmente, pois não saberá como agir e o que se espera dela.

O que fazer, então, quando perceber que a criança está com raiva. Em primeiro lugar, nomeie o sentimento que a incomoda para que aprenda, dizendo-lhe abertamente que sabe que está com raiva e que pode ajudá-la a se sentir melhor. Use palavras claras e de fácil entendimento, sem grande argumentação, pois depois de um tempo, a criança se entendia e desliga. Reafirme sempre o amor que sente por ela, pois seu maior medo é perder o amor dos pais e das pessoas de quem depende e ama.

Leve-a para um ambiente seguro, que não lhe ofereça perigo de forma alguma. De preferência o seu próprio quarto, se tiver. Pegue uma almofada e peça que a use da maneira que sentir vontade, esclarecendo que o objeto pode ser a pessoa ou a situação que a está incomodando. Pode, inclusive, socar a cama.

Outra forma de expressar a raiva é pegar uma latinha vazia e dizer para chutá-la até se cansar ou mesmo desenhar a raiva ou ainda escrever sobre ela numa folha de papel.

Estes exercícios de expressão emocional, faz com que a criança assimile que pode e deve colocar para fora a raiva, uma vez que não é saudável guardá-la dentro de si, mas expressá-la em situações controladas e dirigidas.

Resumindo, a agressividade na criança muito nova é uma forma de expressar que algo não está bem com ela e as pessoas ao seu redor devem ficar atentas para o que está ocorrendo de diferente e que não está sendo aceito.

Com a maturidade, estes comportamentos vão se rareando e tendem a desaparecer. Mas leva tempo, muito tempo, paciência e perseverança dos adultos responsáveis pela criança.

Por Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Psicóloga clínica




Fonte sem definição
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Influência Musical na Infancia




Exploração de diferentes instrumentos feitos com materiais diversos, para verificar a duração do som produzido por esses materiais; “Tocar” um espiral (de caderno) para percebermos que, por mais que nos pareça um som único, ele possui pausas, ou seja, o silêncio entre os sons dá um limite para cada duração.

ATIVIDADE 1 – Escravos de Jó

Os colegas irão jogar escravos de Jó algumas vezes para pegar bem o tempo (pulso ou unidade) da música. Depois farão sem cantar a letra para verem como nós conseguimos manter o tempo, apenas pelo ritmo e sua duração. Continua jogando mesmo sem a letra e sem a melodia, apenas mantendo o tempo da música.

ATIVIDADE 2 – Alongar as sílabas da palavra

Cada grupo irá falar uma palavra com tempos de duração diferentes.

Variante: Sons dos animais – Os grupos irão imitar um animal e depois comparar os sons emitidos, dizendo quais tem uma maior ou menor duração.

ATIVIDADE 3 – Olhos fechados, olhos abertos

Enquanto o som do gongo/pratos de bateria tocar, os olhos devem permanecer fechados para “sentir” a duração do som, assim que o som parar, os olhos devem ser abertos.

ATIVIDADE 4 – Anotar ou fazer marcas para mostrar como é o som

Sons serão emitidos em ritmos diferentes, os colegas deverão anitá-los de acordo com sua percepção da duração do som.

Obs. Para não dirigir a escrita espontânea, a professora Leda aconselha não solicitar que desenhem ou que escrevam o som. Os conceitos de desenho ou de escrita poderão limitar a escrita das propriedades do som.

A tividades propostas por Cristiane, Francine , Karina e Michelle T.

Fonte do texto e Imagem Blog Citado -->http://musicapedagogia.blogspot.com/