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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Os direitos e deveres da criança







Você conhece a família dos direitos? Não!



Então vou lhe apresentar. Neste texto, você irá conhecer alguns direitos básicos das crianças e também histórias de alguns destes pequenos.


Espero que vocês aprendam a defender seus direitos e de outras crianças.



Toda criança tem direito a uma família, para que lhe dê especial proteção para seu desenvolvimento físico, mental e social, mas também a criança tem o dever de obedecer a seus pais para que lhe dêem amor e carinho. Juca é um menino levado, de dez anos, que desobedece e fala palavrões, seus pais não sabem o que fazer, pois o educam, mas, parece que ele não aprende. Juca precisa dar mais valor aos seus pais, pois existem milhares de crianças que são abandonadas neste mundo.


É direito de toda criança ter um nome e uma nacionalidade, porém muitas famílias, principalmente as mais pobres, não registram seus filhos, por não terem condição e não saberem que o governo tem a obrigação de registrar de graça quem não tiver recurso. Outro dia, ouvi a história da menina Maria, do interior da Bahia, ela tinha sete anos e não ia para a escola e nem recebia bolsa escola por que não era registrada.


As crianças também têm direito a alimentação, moradia e assistência médica adequada para ela e sua mãe, mas será que estes direitos estão sendo respeitados? Karla sofreu um grave acidente, e como a sua família não tinha plano de saúde e nem tinha dinheiro para pagar um hospital particular, ela teve que passar horas na fila do posto de saúde público, e mesmo assim só pode engessar o braço quebrado no dia seguinte. É um descaso. E as muitas crianças que vemos na TV que não têm onde morar acabam debaixo de pontes, passando frio. Douglas mora em uma cidade com sua mãe e com seus irmãos, seus pais estão desempregados e vivem de catar lixo e vendê-los para a reciclagem, mas o que ganham, mal dá para comer e isto é muito triste, pois o mínimo que as crianças devem ter é a alimentação e quantas passam fome e isso a gente vê todo dia na TV. Onde estão os direitos da alimentação? Só no papel?


As crianças que têm deficiência física ou mental têm o direito a uma educação especial, ou seja, que as escolas dêem atenção especial, porém, nem sempre é assim. Henrique é um garotinho de onze anos que nem fala nem ouve, ainda está na segunda série, é que na maioria das vezes ele é esquecido na sala de aula, quase não tem amigos, por isso mesmo não gosta de estudar, sua mãe tenta ajudá-lo. Mas é difícil, pois ele não tem um atendimento especial.


Toda criança tem direito a educação gratuita e ao lazer infantil. Nesse ponto, acho que muitas crianças já estão na escola, mas é preciso que sejam escolas boas e não as que a gente vê por aí, algumas de barro, cheias de buracos, outras de lata, já pensou que calor? Juliana estuda numa escola de lata lá em São Paulo, no verão alguns de seus colegas chegaram a desmaiar por causa do calor. E quando faz frio é de gelar. Por isso, não é preciso só escola, tem que ser adequada e o ensino tem que ser bom.


A criança tem direito de ser protegida contra o abandono e a exploração do trabalho. Muitas crianças são exploradas no Brasil, são exploradas por adultos no trabalho infantil, até mesmo por seus próprios familiares, que não têm condições de sustentar a família. Pedro é um menino de treze anos, mas muito pequeno, talvez por trabalhar demais desde muito pequeno. Ele chega a trabalhar dez horas por dia nas carvoarias, inalando muita fumaça, com isso Pedro quase não sabe ler, pois não tem tempo de ir à escola. Um de seus sonhos é poder brincar como qualquer outra criança. Onde está seu direito ao lazer?


Um outro direito muito importante, mas muito desrespeitado é o direito ao amor e à compreensão por partes dos pais e da sociedade. Os pais deveriam ser os primeiros a amar seus filhos, porém, muitas vezes, o que se vê é abandono e descaso com os pequenos. Amanda é muito esperta e sapeca, mas também é muito infeliz, já que os pais não ligam muito para ela, não acompanham à escola, não ouvem suas historias, não querem saber de suas opiniões. Amanda quer comentar alguma coisa, mas seus pais não podem ouvir, pois estão vendo televisão, ela parece não existir para eles, se sente muito só e abandonada, mesmo sem estar na rua.


A criança tem direito a igualdade sem distinção de raça, religião ou nacionalidade. Fernando é um menino negro muito inteligente só que é muito tímido, quase sempre ele fica de fora das brincadeiras, pois alguns de seus colegas são preconceituosos e o julgam devido a sua cor e falam que ele é favelado. Fernando fica muito triste, pois é igual a qualquer garoto que gosta de estudar e se divertir.


Essas crianças que vocês conheceram as histórias são fictícias, mas existem milhares de criança reais que passam por situações de descaso com seus direitos. É necessário que a gente se una para que todos esses direitos sejam respeitados e que os governantes deixem de falar e façam alguma coisa de verdade. Educação, saúde, moradia e proteção de verdade não só em palavras.


Agora que vocês conheceram um pouquinho de seus direitos reivindiquem e denunciem os maus tratos. Mas lembrem-se de que têm direitos e deveres, e o principal é respeitar e amar ao próximo como a si mesmo.




Fonte do Texto e Imagem
http://juliraq.blogspot.com/2010/08/os-direitos-e-deveres-da-crianca.html
Autora do Referido Texto
Thauane
Publicado no Recanto das Letras em 17/10/2006

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Causas do TDAH






Mães de crianças com TDAH, durante a gravidez, apresentaram uma maior predisposição a complicações, demora para iniciar o trabalho de parto, toxemia, parto prolongado. A exposição a certas substâncias químicas como álcool e tabaco durante a gestação parece aumentar os riscos de TDAH.
Em exames de neuroimagem, alterações anatômicas foram verificadas, como áreas cerebrais menores em relação aos grupos- controle. A neuroimagem funcional mostra 10 % de redução do fluxo sanguíneo na região central do lobo frontal, núcleo caudado, região cingular anterior, no cortex pré-frontal e aumento do fluxo sanguíneo na área occipital. Há 10 % de diminuição do metabolismo da glicose em áreas pré-frontais.
Em relação aos neurotransmissores, a maioria dos estudos correlaciona o TDAH com falhas do sistema dopaminérgico e noradrenérgico em diferentes regiões cerebrais responsáveis pela atenção.
Pais com TDAH têm uma probabilidade 5 vezes maior de gerarem filhos com TDAH comparados com população em geral. Vários genes têm sido estudados. Provavelmente o TDAH é uma doença dependente da interação de diferentes genes( poligênica).



Fonte do Texto e Imagem
http://neuronios-saudemental.blogspot.com/2009/09/causas-do-tdah.html

TDAH , Genética e Padrão Familiar


Pesquisas recentes demonstram que o TDAH é uma doença de transmissão genética e com alta herdabilidade nos descendentes de pais acometidos pelo transtorno.

Estudos conduzidos por Anita Thapar, da Universidade de Cardiff, em 1999 e por Philip Aherson, do King´s College, de Londres, em 2001, por Susan Sprich, do Hospital Geral de Massachusetts, em 2001, mostraram que 80 % dos casos de TDAH tem relação com a hereditariedade. Os pesquisadores estão trabalhando para identificar os genes envolvidos na doença. Esse grupo inclui genes para proteínas que influenciam a circulação da dopamina nas sinapses neuronais. Parece que a mediação da dopamina nas sinapses nesses pacientes é mais fraca e a captação da dopamina remanescente é muito mais rápida do que em pessoas não afetadas. Haveria, portanto , uma falha no metabolismo da dopamina, um dos neurotransmissores envolvidos nos sintomas. O outro neurotransmissor estudado, a norepinefrina, mas as pesquisas genéticas são menos categóricas em afirmar relação causal. Especialistas acreditam que os locais( loci) gênicos descobertos até o momento explicam apenas 5 % dos comportamentos problemáticos. A probabilidade de desenvolver o TDAH depende da associação de diferentes genes! Por outro lado, o resultado final é sempre considerado como a interação de fatores psicossociais promovendo a "expressão gênica", isto é, o ambiente funciona como um facilitador da instalação e desenvolvimento do TDAH. Muitos pais trazem filhos para consultar e no final da consulta descobrem que também têm TDAH.



Fonte do Texto e Imagem
http://neuronios-saudemental.blogspot.com/2009/09/tdah-genetica-e-padrao-familiar.html

sábado, 14 de agosto de 2010

TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE*


Autora: Belinda Castro Molina.
Editado por la Asociación Peruana de Déficit de Atención (APDA), 2007.
Vale conferir este site.... http://www.deficitdeatencionperu.org/noticias.htm

http://www.tdah.org.br/
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.
Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:
1) Desatenção2) Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "bicho carpinteiro" ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.
Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.
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Por isso pais e professores fiquem sempre atentos!

BloG dez
http://fabricadeapontamentos.blogspot.com/2010_01_17_archive.html