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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Tdah e Eu









1ªPessoa:Rita de Cassia Gomes de Oliveira

Quando eu era criança tinha um colega de escola com “déficit de atenção” . Dedução minha, pois na época de escola ele era chamado de vagabundo, inclusive por professores. O garoto enfrentou muita dificuldade pra estudar e soube mais tarde que abandonou a escola.
Pois é, no momento se fala tanto em bullyng, preconceito, etc…será que as instituições de ensino estão preparadas para identificar os problemas de seus alunos ? Depressão, ansiedade, déficit de atenção, distimia são transtornos que também afetam as crianças, por isso acho que a saúde mental deveria fazer parte do currículo escolar.
Tenho 49 anos, sofro de depressão e faço terapia. Percebo hoje que muitos dos meus “problemas” poderiam ter sido enfrentados de outra forma. Fui taxada algumas vezes de preguiçosa, quando na verdade eu estava vivendo grande sofrimento psicológico. Se eu tivesse tido um diagnóstico correto poderia hoje ter encontrado outro destino e levar uma vida produtiva.
 
  • Psicológo:
  • Elídio Almeida
    Olá Rita de Cássia!
    Obrigado pelo comentário. São muito interessantes os pontos que você destaca. Infelizmente nosso sistema educacional não contempla uma modelo totalmente eficaz que possibilite os professores para lidar com questões emergenciais do desenvolvimento humano. Independente da postura ou filosofia adotada por algumas escolas para tentar oferecer mais qualidade nesse acompanhamento, vemos que a problemática é, muitas vezes, estrutural na formação destes profissionais. Fico assustado e muitas vezes bastante preocupado, quando vejo, por exemplo, cursos de licenciatura não oferecer disciplinas de psicologia que certamente favoreceria diagnósticos diferenciais ou, pelo menos, formas mais eficazes de lidar com questões como bullying, déficits e atenção, depressão, ansiedade, distimia, e tantos outros transtornos que muitas vezes são ignorados de maneira totalmente agressiva ou rotulados de formas pejorativas que não somente pune, mas excluir as pessoas de forma drástica. E você está coberta de razão, o quão logo for feitos diagnósticos, intervenções e acompanhamentos, menos danos teremos e muita coisa desagradável poderá ser evitada.
  •  Mais importante que isso é saber que sempre é possível mudar comportamentos e obter resultados melhores na vida


http://elidioalmeida.wordpress.com/

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

TDAH

 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO
O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) ainda é um transtorno envolto em inúmeros paradigmas no âmbito escolar, que o definem como má-educação, aluno indisciplinado e em muitos casos pouco inteligentes. Procuramos explorar esse tema em nosso Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), pois sabemos que será muito comum encontrarmos, em nossas aulas de Educação Física, alunos com esse transtorno e teremos que estar preparados para lidar com tais peculiaridades.
Pensando nas peculiaridades da criança com TDAH, acreditamos na importância do papel do professor de Educação Física no desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor desse aluno. Para alcançar os objetivos da Educação Física, ou seja, a formação desses alunos, é necessário o conhecimento e a capacitação do professor em relação ao transtorno, para a melhor organização de suas aulas.
Atuando na área escolar durante nossa formação acadêmica, nos deparamos com inúmeras situações que nos despertaram a curiosidade em relação ao tema. Na prática encontramos diversos transtornos e dificuldades de aprendizagem, porém o TDAH tornou-se mais comum em nosso cotidiano, nos fazendo criar novas estratégias a cada dia para o trabalho com essas crianças. Pudemos analisar, que muitos professores por falta de conhecimento “rotulavam” esses alunos como mal educados e indisciplinados, não acreditando em suas potencialidades e não procurando um currículo adequado para auxiliar na formação do aluno com TDAH. Nesse sentido, buscamos aprofundamento quanto ao tema e tentamos entender o mundo da criança com TDAH e o quanto o professor de Educação física pode colaborar com esse aluno.
Para fins didáticos, organizamos o TCC em cinco capítulos, dispostos da seguinte maneira:
Primeiro capítulo: abordará de maneira detalhada a definição do transtorno, os sintomas, diagnóstico, causas e os possíveis tratamentos.
Segundo capítulo: contextualizará o TDAH no âmbito escolar, apresentando metodologias de ensino para facilitar o processo inclusão educacional.
Terceiro capítulo: apresentará a relação entre a Educação Física escolar e sua contribuição para o desenvolvimento do aluno com o Transtorno, destacando aspectos físicos, dificuldades e habilidades motoras, afetivas e cognitivas.
Quarto capítulo: conterá a pesquisa de campo, incluindo análise e discussão dos questionários aplicados a professores de Educação Física de escolas públicas e privadas da cidade de Sorocaba.
Quinto capítulo: trará as considerações finais do trabalho.
Conseqüentemente ao exposto, o objetivo do trabalho é relatar a formação, o conhecimento e a capacitação do educador físico frente aos alunos com TDAH, suas metodologias de trabalho e como a escola tem identificado o transtorno para o possível diagnóstico.
CAPÍTULO I: TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE
“O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo – numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência”.ALBERT EINSTEIN
1.1 DEFINIÇÃO
Diversos autores têm definido o TDAH como um transtorno que compromete a vida sócio-afetiva, profissional e principalmente escolar. Na literatura encontram-se diversas definições para o transtorno que causa grandes impactos para o indivíduo que o possui.
O TDAH é considerado como um transtorno mental, sendo um dos mais comuns na infância e na adolescência, caracterizado por desatenção, atividade motora excessiva e impulsividade (BARKLEY, 2002:35; COUTINHO et al, 2007; CUNHAC et al, 2001).
Araújo e Silva (2003) citam que esse transtorno
É considerado também como um distúrbio biopsicossocial, ou seja, parece haver fortes fatores genéticos, biológicos, sociais e vivênciais, que contribuem para a intensificação desse problema. O TDAH seria, para o portador, uma maneira diferente de pensar, ocasionando graves dificuldades de relacionamento.
Pode-se observar que os autores citados utilizam diferentes nomenclaturas que definem o TDAH, dentre elas encontra-se: distúrbio (designação que engloba numerosos fenômenos observáveis na esquizofrenia, como comportamento excêntrico, anormalidade dos pensamentos e dos afetos), transtorno (ligeira perturbação de saúde. Termo usado em doença ou de outro vocabulário similar, a fim de causar impacto psicológico menor no doente, ou em quem o acompanha) e doença (denominação genérica de qualquer desvio do estado normal. 2. med. Conjunto de sinais e/ou sintomas que têm uma só causa; moléstia.) (FERREIRA, 1999).
No presente trabalho, será empregada a terminologia Transtorno, atualmente mais utilizada na literatura e no DSM-IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais) – órgão que estabelece diagnóstico, estatística e classificação para o TDAH. Em algumas passagens será empregado o termo Hiperatividade na qual Goldstein e Goldstein (1998) utilizam essa terminologia em sua obra como sinônimo de TDAH.
Baseado nas definições encontradas entendemos que o TDAH é um transtorno comportamental, que ocasiona problemas de relacionamento pessoal, aproveitamento escolar e desempenho profissional.
1.2 CAUSAS
Nas décadas de 1960 e 1970 entendia-se que o TDAH surgia em decorrência de lesões ocorridas no parto. Entretanto, após o desenvolvimento de estudos mais elaborados, conclui-se que problemas durante o nascimento eram de menor importância para o desenvolvimento dessa condição (GOLDSTEIN & GOLDSTEIN, 1998:52).
Esses novos estudos apontaram diversos fatores como responsáveis pela causa do TDAH, dentre eles distúrbios clínicos, efeitos colaterais de medicamentos, distúrbios convulsivos, dieta alimentar errônea durante a infância, infecções de ouvido, hereditariedade e lesões cerebrais, exposição fetal ao tabaco e álcool, problemas no desenvolvimento, ferimentos ou malformação, lesões cerebrais ou desenvolvimento cerebral anormal, problemas familiares, agentes ambientais, exposição precoce aos altos níveis de chumbo (BARKLEY, 2002:79; GIACOMINI & GIACOMINI, 2006; GOLDSTEIN & GOLDSTEIN, 1998:53; NAPARSTEK, 2004).
Goldstein e Goldstein (1998:59) dizem que o chumbo é um metal que não contém nenhum valor biológico conhecido, mas sua ingestão pode envenenar o sistema energético humano. Barkley (2002:86) ressalta que existem evidencias de que níveis altos de chumbo no organismo de crianças e jovens podem estar associados ao maior risco de comportamento desatento e hiperativo.
Barkley (2002:79) e Facion (2003) também apontam que o TDAH tem múltiplas causas e coloca que, mesmo com o avanço de pesquisas, é difícil encontrar provas científicas consistentes de algo que possa causar esse problema no comportamento humano.
Craft (2004:149) “conceitua o TDAH como um distúrbio intrínseco causado por uma disfunção do sistema nervoso central”. Para Riccio, Hynd, Cohen e Gonzáles (1993) o estudo das causas dessa condição caminha sob três pontos de vista: neuroanatômica que estuda as três áreas do cérebro, que supostamente controlam a atenção e inibem a atividade motora; a neuroquímica, que estuda os neurotransmissores que auxiliam a comunicação entre as vias nervosas e a neurofisiológica que estuda a interação dinâmica entre os componentes neuroquímicos e anatômicos do cérebro (apud CRAFT, 2004:149).
Segundo Benczik e Rohde (1999:55) “os achados científicos têm indicado claramente a presença de disfunção em uma área do cérebro conhecida como região orbital frontal em crianças e adolescentes com TDAH”. Porém, segundo os autores, os estudos ainda são iniciais e pouco conclusivos. O que se tem observado com freqüência é que existem alterações no funcionamento de algumas substâncias encontradas nessa área do cérebro, os neurotransmissores, que tem a função de passar informações entre um neurônio e outro (BENCZIK & ROHDE; 1999:57).
Ajudando a compreender a explicação da causa do TDAH como originário de uma disfunção na produção de neurotransmissores, Araújo e Silva (2003) dizem que,
[...] é causado pela pouca produção de Catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), que é uma classe de neurotransmissores responsável pelo controle de diversos sistemas neurais no cérebro, incluindo aqueles que governam a atenção, o comportamento motor e a motivação. Uma visão de base neurológica para o TDAH é que baixos níveis de catecolaminas resultam em uma hipoativação desses sistemas. Portanto os indivíduos afetados não podem moderar sua atenção, seus níveis de atividade, seus impulsos emocionais ou suas respostas a estímulos no ambiente tão efetivamente quanto as pessoas com sistemas nervosos normais.
Fatores genéticos e hereditários têm sido amplamente estudados em relação ao TDAH e, segundo Goldstein e Goldstein (1998:60)
A relação entre a hiperatividade e hereditariedade está claramente estabelecida. A primeira ligação foi estabelecida pelo estudo dos parentes de uma criança hiperativa. Sabe-se que uma criança hiperativa tem uma probabilidade quatro vezes maior de possuir outros membros da família com os mesmo problemas. Entretanto, o relacionamento entre crianças e sua família englobam, também, fatores ambientais.
Na mesma linha de pesquisa, Rohde e Halpern (2004:62), sugerem haver estudos familiares que mostraram consistentemente uma recorrência familiar significante para esse transtorno. Os autores apontam também fatores psicossociais que atuam no funcionamento adaptativo e na saúde emocional geral da criança, como desentendimentos familiares, presença de transtornos mentais nos pais, classe social baixa, família muito numerosa, criminalidade na família, psicopatologia materna e colocação em lar adotivo.
Diferentes autores têm pesquisado sobre as causas do TDAH. Seus estudos mostram que ainda existem muitos paradigmas em relação às causas desse transtorno. Como visto, as causas mais comuns são ambientais, genéticas e alterações cerebrais, ou seja, o TDAH pode ser causado por diferentes fatores, porém, não é possível precisar a influência de cada um para o surgimento dessa condição.
1.3 SINTOMAS E DIAGNÓSTICO
A manifestação do transtorno ocorre na infância, no momento em que à criança apresenta excessivas alterações no comportamento. Partindo do princípio de que as crianças normalmente são agitadas e inquietas, seria então difícil diagnosticar qualquer distúrbio comportamental, mas quando se trata de crianças com TDAH a idéia de inquietude e agitação se multiplica, e o comportamento dessa criança torna-se excessivo em relação a outras que convivem no mesmo ambiente. O TDAH causa muitos problemas para crianças com esse transtorno em basicamente três áreas: familiar, escolar e social (SANTOS, 2007).
O transtorno pode ser caracterizado pela combinação dos sintomas distração, impulsividade e hiperatividade. É a partir desse trio que irá se desenvolver o universo do TDAH, que oscila da plenitude criativa a exaustão de um cérebro que nunca para (SILVA, 2003:20).

Para considerar que uma criança ou adulto realmente apresente o diagnóstico positivo do TDAH é indispensável que passe por exames clínicos psicológicos e neurológicos, para que não haja falsas expectativas em relação ao problema. De acordo com Benczik e Rohde (1999:37), para existir o TDAH, é necessário que alguns sintomas já estivessem presentes antes dos sete anos e já causassem dificuldades para as crianças, no entanto, é necessário à observação de pais e professores em relação ao histórico comportamental de seu filho ou aluno.

TDAH .APRENDIZAGEM...


TDAH pode aparecer como dificuldades na aprendizagem ou no trabalho- esteja atento!!












Provavelmente você já deve ter escutado termos como: "esse menino está sempre no mundo da lua", "parece que tem um bicho carpinteiro" ou então "essa aí vive no universo paralelo" dentre tantas outras. O que soa como engraçado, na verdade, pode ser sintomas de um transtorno sério e que causa, de forma gradual, sofrimento e prejuízos podendo chegar a baixo rendimento escolar ou constantes dificuldades e trocas de trabalho e até mesmo rechaço/rotulações, provocando o desencadeamento de outros sintomas negativos como a sensação de inadequação e baixa auto-estima, e se não tratado pode gerar no futuro dificuldades sociais, depressão...
Este transtorno pode apresentar um aspecto só ou os dois, a desatenção e a hiperatividade. Acomente cerca de 3% a 5% das crianças e tem uma predisposição genética além de ser influenciado por questões ambientais. O que existe é uma alteração na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro, ocorre uma alteração no sistema dos neurotransmissores. Quando as pessoas que apresentam este transtorno tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui ao invés de aumentar. Essa região é responsável pelo controle do comportamento, pela capacidade de estar atento, pela memória, organização... Quem lembra do famoso personagem de Ziraldo, o Menino Maluquinho, que tinha "fogo no rabo" de tanto que corria de um lado para o outro além de viver tirando notas baixas na escola por estar com a cabeça nas nuvens? Este é uma bom exemplo do que ocorre.
Alguns sintomas são: Problemas de comportamento, dificuldades de respeitar as regras e limite impostos, agitação/ser estabanado, dar respostas precipitadas, não consegue aguardar a sua vez, mal humor, irritação, agressividade, evitação de tarefas que necessitem esforço mental constante, esquecimento ou perda de objetos, não termina as atividade, se distrai com frequência, não consegue se organizar... Se você se identifica ou reconhece esses sitomas em alguém é hora de buscar ajuda!

O TRATAMENTO

A busca por um profissional capacitado a fazer um diagnóstico específico é essencial, bem como a psicoterapia para que se possa reestruturar o ambiente e orientar os que convivem junto para a melhor forma de lidar com estas características, que causam prejuízo a todos envolvidos. No caso de crianças, o acompanhamento à escola pelo profissional é fundamental nesse processo. Envolve o uso de medicações específicas, contudo não deve ficar restrito aos psicofármacos, a terapia focada em organizar e modificar o comportamento é essencial no tratamento.
Quando em adultos, os sintomas se expressam em desatenção para atividades do cotidiano, como atrasos, desorganização, procrastinação, impulsividade, constantes mudanças sendo que já podem ter outros problemas associados, como o uso de bebidas/drogas, depressão, ansiedade, dificuldades sociais. O tratamento consiste em técnicas de psicoterapia e uso de medicação.

LIVROS

Para psicoterapeutas:
* Manual de Terapia Cognitivo Comportamental no TDAH- Knapp P. Porto Alegre: Editora Artmed, 2002
* Princípios e Praticas em TDAH-Luís Augusto Rohde. Porto Alegre: Artmed Editora, 2003

Para professores:
* Manual para a escola do TDAH: versão para professores- Edyleine Bellini. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000

Para leigos:
* Mentes Inquietas- Ana Beatriz Silva. Editora Objetiva, 2009

Tendo dúvidas faça o seu comentário ou busque orientação pelo endereço/celular deste blog!

domingo, 23 de setembro de 2012

TDAH Em Adultos






1-Adultos com TDAH não sentir nada completo. Esta é uma das razões mais comuns que causam adultos com TDAH a procurar ajuda. Adultos com TDAH pode objectivamente já realizou muito, mas essas pessoas têm a impressão, no entanto, não ser capaz de fazer o que eles querem fazer.

2. Adultos com TDAH têm problemas organizar suas vidas. Um dos principais problemas para a maior parte de ADHD adulto situa-se no facto de que eles dificilmente podem funcionar sem estrutura. Se alguém não lhes mostrar como estruturar suas vidas se tornam muito caótico, perdem coisas, esquecer compromissos, etc.

3. Adultos com TDAH têm dificuldade para começar algo. Adultos com TDAH tendem a colocar tarefas. É como se eles estavam com medo de começar algo e, ao mesmo tempo, eles não estão confiantes.

4. Adultos com TDAH fazer muitas coisas ao mesmo tempo. O fato de que eles completem praticamente qualquer projeto que começou em é uma conseqüência. Você começa algo mais para começar imediatamente, sem completa e começar de novo algo mais.

5. Adultos com TDAH não penso antes de falar. A impulsividade é um sintoma típico que é claramente presente entre crianças e adultos. Um pensamento surge e, sem pensar, ele expressou muito diretamente e com pouco de tato.

6. Adultos com TDAH buscando emoção. Adultos com TDAH estão sempre à procura de algo que lhes dão a adrenalina necessária. Saltos de paraquedas, passeio com um carro de corrida, montanhas de escalada e outros esportes que aumentam a adrenalina pertencem às preferências de TDAH em adultos.

7. Adultos com TDAH se cansar rapidamente. Uma vez que a emoção desapareceu TDAH pessoa entediado muito rapidamente. Assim, é difícil se concentrar em uma coisa e quer fazer tudo ao mesmo tempo, tudo para evitar o tédio a todo custo.

8. Adultos com TDAH são rapidamente distraído. Essas pessoas têm grande dificuldade para se concentrar em uma coisa específica. Quando algo interessante lhes chama a atenção que eles estão distraídos. Concentrar em uma coisa por um longo período é muito difícil.

9. Adultos com TDAH são freqüentemente criativo, intuitivo e talentoso. Este não é um sintoma, mas de um ponto de atenção importante. Adultos com TDAH após a sua alta percepção de estímulos, muitas vezes criativas e associações. No meio de seu mundo cheio de caos e distração deixam perceber lampejos de idéias brilhantes.

10. Adultos com TDAH têm grande dificuldade de seguir os procedimentos. Esta é a consequência lógica da velocidade em que eles estão entediados, seguir os procedimentos de sempre significa fazer as mesmas ações em um padrão fixo e isso definitivamente não é emocionante. Adultos com TDAH tão rapidamente procurar formas mais difíceis que são direcionados para a sensação.

11. Adultos com TDAH são muito impacientes. Ser impaciente eles precisam constantemente de desvio e sensação. Se algo leva muito tempo torna-se impaciente e ir à procura de outra coisa.

12. Adultos com TDAH agir impulsivamente. Ato primeiro e só depois de pensar, este é o comportamento de ADHD adulto. Este é um sintoma perigoso, bem como muitas vezes eles tomam decisões erradas por exemplo, seu trabalho e seu relacionamento.

13. Adultos com TDAH estão preocupados com antecedência. Adultos com TDAH tendem a ruminar um monte de idéias. Em suas mentes existe um fluxo constante de idéias que levam ao caos.

14. Adultos com TDAH não se sentir seguro e, assim, assumir alguns riscos grandes. Este sintoma é, em parte, relacionada com a tendência que tem que fazer um monte de problemas desnecessários, e em segundo lugar, com o seu comportamento inato impulsivo.

15. Adultos com TDAH têm humor. Adultos (e crianças) com TDAH sentir entregou um temperamental. Ao mesmo tempo eles estavam eufóricos, e outras vezes são completamente destruídos. Isto pode ser causado por sua frustração, mas também pode ser genético.

16. Adulto TDAH são pessoas inquietas. Adulto TDAH não faz muitas vezes criança TDAH hiperativa. Em vez disso, vemos o seguinte comportamento: rápido falando rufar com os dedos movem constantemente em seus lugares, muitas vezes, levantar-se da mesa e sair da sala, mesmo em repouso, ele se sente nervoso.

17. Adultos com TDAH sente rapidamente viciado. Mais do que outros adultos com TDAH são mais propensos a se tornar dependente de, ou um produto, tais como a nicotina, cocaína, cafeína ou álcool, ou uma atividade, como jogos, compras, comer ou trabalhar. Durante seus momentos de depressão vemos também comem bastante.

18. Adultos com TDAH têm um grande senso de inferioridade. Infância têm adquirido este sentimento de inferioridade. Como uma criança que foram muitas vezes acusado de ser um meia rachado, um semeador de pânico, um ruidoso ou caótica.

19. Adult ADHD misjudge. Adultos com TDAH não me sinto muito bem o que estão fazendo de errado e muitas vezes o efeito de suas ações. Isso muitas vezes leva a mal-entendidos que magoam as pessoas.

20. Adultos com TDAH têm uma carga genética. ADHD é frequentemente hereditária. Muitas vezes, o TDAH também aparece em outros membros da família, como pais, filhos, tios e avós.


Todos esses sintomas podem ser tratados bem com Florais de Bach. Adultos com TDAH geralmente respondem muito bem a sua flor bach, após cerca de três meses, operar com normalidade na vida cotidiana.

http://www.tdah-adulte.org/