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domingo, 24 de fevereiro de 2013

(TDAH) em crianças


Complicações de atenção e hiperatividade (TDAH) em crianças

TDAH pode tornar a vida difícil para as crianças. Crianças com TDAH:
Muitas vezes lutam na sala de aula, que pode levar ao insucesso escolar e julgamento por outras crianças e adultos
Tendem a ter mais acidentes e lesões de todos os tipos do que crianças que não têm o distúrbio
São mais propensos a ter problemas para interagir com colegas e adultos
Estão em maior risco de abuso de álcool e medicamentos e comportamento delinquente outro
Condições coexistentes
TDAH não causar outros problemas psicológicos ou de desenvolvimento. Contudo, crianças com TDAH são mais propensos do que as outras crianças também têm condições, tais como:
Transtorno desafiador opositivo (ODD). Esta condição é geralmente definido como um padrão de negativo, comportamento desafiador e hostil em relação a figuras de autoridade.
Transtorno de conduta. Uma condição mais grave do que ODD, transtorno de conduta é marcada por comportamentos anti-sociais, tais como o roubo de, combate, destruição de propriedade e prejudicar as pessoas ou animais.
Depressão e transtorno bipolar. Depressão freqüentemente ocorre em crianças com TDAH. Algumas crianças podem ter transtorno bipolar, o que inclui depressão, bem como o comportamento maníaco.
Os transtornos de ansiedade. Os transtornos de ansiedade tendem a ocorrer com bastante frequência em crianças com TDAH e pode causar preocupação esmagadora, nervosismo e agravamento de sintomas de TDAH. Uma vez que a ansiedade é tratada e sob o controle, crianças são mais capazes de lidar com os sintomas de TDAH.
Dificuldades de aprendizagem. Dificuldades de aprendizagem são comuns em crianças com TDAH. Contudo, alunos superdotados também podem ter TDAH. Crianças com TDAH tanto e dificuldades de aprendizagem podem precisar de atenção extra na sala de aula ou serviços de educação especial.
Síndrome de Tourette. Muitas crianças com TDAH também tem síndrome de Tourette, uma desordem neurológica caracterizada por músculo compulsivo ou tiques vocais.

TDAH




O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH)
é caracterizado por uma constelação de problemas
relacionados com falta de atenção, hiperatividade e
impulsividade. Esses problemas resultam de um
desenvolvimento não adequado e causam dificuldades na
vida diária.
Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.
Atualmente, 4 subtipos de TDAH foram classificados:


1. TDAH - tipo desatento:

A pessoa apresenta, pelo menos, seis das seguintes características:

Não enxerga detalhes ou faz erros por falta de cuidado.

Dificuldade em manter a atenção. (ok)
Parece não ouvir.

Dificuldade em seguir instruções.

Dificuldade na organização. (ok)

Evita/não gosta de tarefas que exigem um esforço mental
prolongado. (ok)

Freqüentemente perde os objetos necessários para uma
atividade. (OK)

Distrai-se com facilidade. (OK)

Esquecimento nas atividades diárias.

2. TDAH - tipo hiperativo/impulsivo -

É definido se a pessoa apresenta seis das seguintes características:

Inquietação, mexendo as mãos e os pés ou se remexendo na
cadeira. (OK)

Dificuldade em permanecer sentada. (OK)

Corre sem destino ou sobe nas coisas excessivamente (em
adultos, há um sentimento subjetivo de inquietação).

Dificuldade em engajar-se numa atividade silenciosamente.

Fala excessivamente.

Responde a perguntas antes delas serem formuladas. (OK)

Age como se fosse movida a motor.

Dificuldade em esperar sua vez. (OK)

Interrompe e se intromete.


3. TDAH - tipo combinado - é caracterizado pela pessoa
que apresenta os dois conjuntos de critérios dos tipos
desatento e hiperativo/impulsivo. (ESSA SOU EU)


4. TDAH - tipo não específico;

a pessoa apresenta algumas características mas número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo. Esses
sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária.



é galera.. eu tenho o TDAH numero 3!!!
porra.. eu tava pensando esses dias.. eu sou mt nervosa.. e impulsiva.. e minha impulsividade se da nas palavras.. onde eu falo o q penso.. e nao vejo as consequencias.. as vezes isso eh ruim
me classificaram como super sincera na faculdade..
fizeram um orkut pros formandos.. e colocaram fotos .. e tivemos que colocar a caracteristica mais marcante da pessoa...
a minha foi a sinceridade..
gostei mt..
e la vamos nós para a formatura..
FALTAM 44 DIAS PARA A MINHA FORMATURA

sábado, 16 de fevereiro de 2013

TDAH: Saiba identificar se seu filho sofre dessa doença



Inquietação, questionamento excessivo, dificuldade na escola e falta de paciência podem indicar que a criança está sofrendo


Inquietação, questionamento excessivo, dificuldade de prestar atenção na aula, distrair-se facilmente e ficar disperso quando o professor explica a matéria. Pouca paciência para estudar, capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo e dificuldade de terminá-las. São características comuns, mas que podem esconder uma criança infeliz, com problemas para lidar com as próprias tarefas e dona de um diagnóstico cada vez mais comum: o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade).

Ao lado da conhecida dislexia (dificuldade na leitura e escrita), o TDAH é um dos principais transtornos ligados à aprendizagem. Presente em cerca de 5% da população, a doença é baseada em três itens principais: desatenção, hiperatividade e impulsividade, e costuma ser mais evidente em meninos do que meninas, alerta a psicóloga Cleide Partel:

— Os meninos enquanto crianças são mais percebidos, já que as meninas são as mais quietinhas e podem passar despercebidas pelos professores. Na idade adulta, no entanto, a proporção é de um homem diagnosticado para cada mulher.

Semelhante à anfetamina, ritalina é prescrita sem critério, diz especialista

A dificuldade, conta a especialista, surge de atividades demandadas pela escola. Quando a criança está lendo um livro, por exemplo, consegue chegar ao final da página, mas não lembra o que leu e sempre tem de voltar ao início.  Além disso, como não suporta tédio ou tarefas burocráticas e sem criatividade, quem sofre de TDAH foca a atenção somente quando gosta do assunto ou quando é desafiado. Assim, para as matérias que não tem tanto interesse terá de fazer um esforço muito maior do que os outros.

Além dos problemas na vida escolar, a vida profissional também pode acabar prejudicada, explica Cleide:

— É muito comum que seja uma pessoa extremamente impaciente e queira fazer tudo do jeito dela, no tempo dela. Então, costumam não esperar sua vez e querem impor aos outros suas próprias regras. Além disso, mal conseguem esperar o interlocutor terminar de falar e costumam agir por impulsividade, comendo e bebendo muito.

Para a pediatra Maria Aparecida Moyses, que coordena o Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos do Centro de Investigações em Pediatria da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), mais do que um diagnóstico, essas características mostram que a criança vem enfrentando sérios problemas:

— São manifestações de que algo não vai bem com essa criança e que podem esconder um problema real que não está sendo diagnosticado, como a dislexia.

TDAH X dislexia

O transtorno, no entanto, não deve ser confundido com a dislexia. Enquanto o TDAH se refere ao comportamento e tarefas executivas, a dislexia tem relação com a capacidade de leitura e escrita que interfere diretamente na aprendizagem. Normalmente, quem sofre com a doença, troca ou omite letras e números com frequência. Assim, explica o pediatra Dr. Saul Cypel, membro do Departamento Científico de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), a doença costuma ser diagnosticada quando a criança começa a aprender a ler e escrever:

— A dislexia é um processo de dificuldade severa do aprendizado da leitura, que só pode ser verificada com pelo menos dois anos de alfabetização.

Conferência adverte sobre uso indiscriminado de estimulantes por crianças e adolescentes

Pais que se veem diante de um filho diagnosticado com dislexia ou TDAH e que está tendo dificuldades para acompanhar o ritmo dos colegas podem se ver às voltas com a seguinte dúvida: é preciso uma escola especial para meu filho? Especialistas, no entanto, são categóricos ao dizer que a resposta é “não”. Eles ressaltam que a maior parte das escolas tem condições de trabalhar em conjunto com os pais e o médico que trata da criança para encontrar soluções às dificuldades cotidianas.

Sem contar que uma escola especial, ressalta Cleide, pode trazer estigmas e fazer com que a criança comece a ser vista como diferente.

Identificação

Diferentemente de muitas doenças neurológicas, o TDAH conta apenas com um questionário de 18 perguntas recomendado pela Associação Americana de Psiquiatria para ser diagnosticado. Para saber se a criança tem TDAH é preciso que os pais fiquem atentos aos seguintes pontos: se seu filho está atrapalhando a aula, se vai mal na escola, se sempre desafia ou enfrenta mais velhos e autoridades, se é uma criança difícil de lidar. Nos adultos, pode haver dificuldade de concentração em palestras, aulas ou leitura, desatenção, relutância em iniciar tarefas que exigem longo esforço mental, problemas com organização, planejamento ou mesmo memória a curto prazo (marcada pela perda ou esquecimento de objetos, nomes, prazos, datas). Além disso, pode vir associado a outras doenças como depressão, transtorno de ansiedade ou distúrbio alimentar.

Uma vez confirmada a existência da doença, no entanto, é importante recorrer a um tratamento multidisciplinar, assessorado por médicos, psicoterapia, orientação aos pais e professores. Quando há necessidade do uso de medicamento — em geral o metilfenidato, comercializado sob o nome de Ritalina —, este deve ser prescrito com bastante critério. O medicamento, alerta Maria Aparecida, é cada vez mais vendido no Brasil, que é atualmente é o segundo maior consumidor do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos:

— A ritalina age como a anfetamina e a cocaína, aumentando a dopamina (neurotransmissor do prazer) nas sinapses e diminuindo a sensibilidade.

Além disso, quando mal administrado, o remédio pode causar alucinação, depressão, convulsão, insônia, confusão mental, levar à perda de peso e atrapalhar o crescimento. A própria bula do remédio indica que ele não deve ser utilizado em crianças menores de seis anos.

Brasil é o segundo maior consumidor mundial de remédio para déficit de atenção e hiperatividade

O pediatra Dr. Cypel ressalta que o medicamento é uma opção muito criteriosa e eventual, mas que não isenta os pais de rever o processo de desenvolvimento e educação do filho.

— Os pais têm de entender que não podem fazer todos os desejos da criança. Além disso, precisam estimulá-las a conviver com frustrações e mostrar que elas têm tarefas, assim como rotina e horários.

Mas atenção: tentar impor uma lista de cobranças à criança pode apenas agravar a doença. Os pais, de acordo com Cleide, devem aprender a não criticar sempre a criança por seus erros e passar a ressaltar com mais frequência os acertos.

— Do contrário, a criança perceberá que recebe muita atenção dos pais quando faz coisas inadequadas, e isso fará seu comportamento ficar pior.


http://noticias.r7.com/saude/tdah-saiba-identificar-se-seu-filho-sofre-dessa-doenca-23102012

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Conhecer as características das crianças



Muito se têm comentado que uma boa capacidade intelectual, sem motivação pode levar ao fracasso escolar, mas também, uma criança que tem capacidades limitadas ou deficiência de aprendizagem específica pode fazer você perder a motivação para estudar. Então, se você suspeitar de qualquer dificuldade de aprendizagem , paralela para motivar suas funções, devem realizar uma avaliação para detectar qualquer problema desse tipo, porque se estivéssemos apenas motivar e não somos capazes de fornecer os recursos e instalações necessários para tal aprendizagem, provavelmente não avançar.
desenvolver posteriormente a seção sobre estilos de aprendizagem que dão detalhes. 2 - Pergunte a si mesmo quando a criança parou motivado por estudos A criança sempre apresentou uma motivação para a escola e estudar ou tenha sido coisa repentina? A resposta a esta pergunta é importante porque podemos avaliar se estamos diante de uma atitude que foi construído, isto é, há crianças sempre o progresso duramente conquistada e, portanto, pode ter desenvolvido um certo descaso por algo que os custos mais do que os seus pares e isso dá-lhes pouca motivação. "é muito diferente quando a motivação ocorre em um determinado momento do ciclo de desenvolvimento da criança. A criança que de repente cai em suas notas a qualquer momento pode-se apontar a intrusão de fatores externos. Estes podem ser de tipo familiar (problemas econômicos, casamentos desfeitos, etc.), Mas também intramural. Às vezes achamos que as crianças são vítimas fáceis de outros pares ou até mesmo perder algumas notas que decidem ser mais aceito no grupo. Se não formos capazes de detectar estes problemas dificilmente pode ajudar a motivar. 3 - Somos nós, como pais, alguns modelos consistentes com o que pedimos? vir mais tarde rotinas, esforço, trabalho, etc, mas são consistentes com o que pedimos nossos filhos? Estamos em uma posição para motivar nossos filhos? Aqui está uma regra de ouro:








As crianças sempre aprender mais com o que vêem em seus modelos de referência (geralmente os pais) que as instruções verbais que recebem deles.



sso significa que se eu quiser incentivar o meu filho, eu devo ser o primeiro a dar o exemplo. Como eu posso pedir-lhes para ler um livro, fazer a sua casa, faça um esforço, se você nunca me viu pegar um livro e apreciar a leitura e também eu lembro de estar deitada no sofá bebendo uma cerveja. Embora o pai pode argumentar em sua defesa que ele trabalhou e agora merece uma pausa, de pouco uso, se queremos incentivar o nosso filho para o esforço. Não se tomar qualquer papel especial, mas honestamente perguntar a ele, sentado com ele, dizendo-lhe quão feliz eu era capaz de ajudá-lo a sentir e como é importante para nós significa a vê-lo fazer lição de casa ou estudo.
Dedique jornais estes dias é para incentivar as crianças motivação neles. Não é sobre fazer teatro, o que irritou a criança mais, mas enviar a mensagem de que estamos com ele em seu esforço.
Se como adultos que não conseguimos transmitir entusiasmo, diretrizes, metas, perseverança e também por que não recompensas, não estamos em melhor posição para motivar nossos filhos.

Muitas vezes, lembram os pais que desejam implementar grandes mudanças em nossas crianças se tornem realidade, como somos capazes de aplicá-los também para nós mesmos.


Texto e Imagem do site-
http://www.psicodiagnosis.es/areageneral/como-motivar-los-nios-a-estudiar/