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domingo, 13 de março de 2016

Preconceito.









QUALQUER UM PODE FALAR QUE NÃO É PRECONCEITUOSO. MAS É O QUE VOCÊ FAZ QUE DIZ QUEM VOCÊ É

O sol brilha no playground infantil enquanto três crianças brincam juntas. Elas dividem com sincera alegria o escorregador, o balanço e a inocência da infância. São felizes porque têm a mesma idade, frequentam a mesma escola e compartilham as mesmas brincadeiras.

Lucas é um garoto esperto e brincalhão. Ana é enérgica e sincera. Gabriel, tímido e observador. Os três brincam juntos todos os dias no recreio do colégio.

Um dia, Lucas chega em casa e seu pai está bravo porque bateram no carro dele: “Só podia ser mulher! Mulher é muito burra. Toda mulher é barbeira, não sabe dirigir!”

Nesse mesmo dia, Ana passeia com sua mãe no shopping e elas veem uma mulher obesa tomando sorvete. “Tá vendo, filha! Não pode comer doce todo dia, senão você ficará uma baleia como aquela moça.”

Na casa de Gabriel, ele ouve atentamente seus pais conversarem. A mãe suspeita que a faxineira vem furtando comida da despensa. “Demita a mulher”, diz o pai de Gabriel. “Não confio em pretos. Vê se agora arruma uma faxineira branca.”

Há uma passagem do livro “O Sol é Para Todos”, de Harper Lee, que ilustra o preconceito seletivo de algumas pessoas. A menina Scout ficou incomodada com algo que nenhum adulto pôde lhe explicar: por que, para a sociedade americana do Sul dos Estados Unidos, na década de 1930, era errado Hitler perseguir os judeus enquanto era normal o racismo contra os negros? “A perseguição acontece em países onde há preconceito”, explicou a professora, na escola, em relação à ditadura que ocorria na Alemanha. Entretanto, essa mesma professora achava um absurdo brancos se casarem com negros.

Lucas é negro. Ana é menina. Gabriel é gordinho.

Quando se encontram novamente no playground, tudo continua igual: o sol brilha no céu, o escorregador e o balanço permanecem no mesmo lugar. Porém, em seus corações de criança, há o peso das palavras carregadas de ódio de seus pais. Lucas, que sempre achou Ana diferente das outras meninas porque ela sobe nas árvores com ele, lembrou-se de quando seu pai lhe disse que toda mulher é burra. Ana, que sempre gostou quando Gabriel traz balas na lancheira, queria dizer-lhe que ele ficará uma baleia se não parar de comer doces. Gabriel, que gosta das brincadeiras malucas que o Lucas inventa, ficou desconfiado porque seu pai falou que não se pode confiar em negros.

Hoje eles brincam ressabiados. Um olha para o outro com sentimentos divididos entre a ternura natural e o preconceito adquirido. O sol, até então sempre cálido e vivo, agora está sobre a sombra da ignorância.

Os sentimentos que cercam essas crianças não vieram delas. São os adultos que deveriam lhes ensinar o que é empatia, respeito ao próximo e tolerância. Entretanto, nossa sociedade ainda está atrasada no que se refere ao amadurecimento e acolhimento das diferenças. Ainda nos deparamos com pessoas que são seletivas em seus preconceitos.

Talvez essa seletividade seja a escuridão de quem não reconhece que somos seres humanos apesar de nossas diferenças e não entende que, mesmo diferentes, somos todos iguais.

Para o sol brilhar para todos, é preciso ter coragem de admitir que o preconceito que eu sofri não justifica o meu próprio preconceito. Como escreveu Harper Lee, “coragem é fazer uma coisa mesmo estando derrotado antes de começar, e mesmo assim ir até o fim, apesar de tudo”.



http://www.revistabula.com/6142-qualquer-um-pode-falar-que-nao-e-preconceituoso-mas-e-o-que-voce-faz-que-diz-quem-voce-e/

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

TDAH: Mitos e suas consequências.






O Conhecimento acerca do TDAH tem sido cercado de idéias falsas, desprovidas de embasamento científico.

A Ciência, na sua busca pelo conhecimento da natureza, faz exigência de alguns critérios e usa de rigor para assegurar que um determinado acontecimento é uma verdade científica.

Importante lembrar que, diante de um fato isolado observado, não devemos apressadamente inferir que o fato antecedente gerou o fato posterior até que várias repetições do fenômeno em circunstâncias idênticas tenham se repetido, e que se possa estabelecer um vínculo lógico entre os acontecimentos em jogo. Outra exigência da Ciência é que, sempre que possível, o fenômeno possa ser repetido empíricamente.

Vamos examinar em seguida algumas falsas crenças que as pessoas têm mantido em relação ao TDAH.

Mito 1

“O TDAH é um distúrbio fantasma, não existe. Na verdade criaram uma boa desculpa para pais e professores justificarem suas dificuldades de educar e de colocar limites a certas crianças mais difíceis que as outras.”

Resposta: O transtorno tem sido descrito tanto na cultura ocidental quanto na oriental. Os estudos com gêmeos e com crianças adotadas mostram que o papel predominante é do fator hereditário, cabendo ao ambiente uma participação menos expressiva na gênese do problema.

Veja a carta assinada por 80 profissionais experientes sustentando que o TDAH é um transtorno legítimo.

Mito 2

“As crianças com TDAH não são diferentes das demais. Nenhuma criança consegue ficar quieta ou prestar atenção por muito tempo seguido.”

Resposta: É verdade que as capacidades de controle da atividade motora, dos impulsos e da capacidade vão se desenvolvendo no período da infância.

A diferença entre uma criança com TDAH e outra talvez não possa ser bem percebida na hora do recreio da escola, quando é de se esperar que todas as crianças estejam correndo, pulando ou gritando. Porém, ao soar a campainha do fim do recreio, quando todos retornam à sala de aula, aí podemos observar que uma determinada criança sistematicamente não consegue parar, e nas aulas é frequentemente incapaz de sustentar a atenção, desviando a sua atenção para outros estímulos com maior facilidade do que as demais.

A diferença é quantitativa e não qualitativa. Quer dizer, tudo que uma criança com TDAH mostra no seu comportamento as demais também apresentam, só que naquela que tem TDAH isto aparece de uma forma mais intensa, freqeente e trazendo inúmeros prejuízos em todas as esferas de sua vida, escolar, familar e social.

Mito 3

“O TDAH é um transtorno muito mais freqüente no sexo masculino.”

Resposta: Durante muitos anos o componente da hiperatividade foi considerado o fato mais importante nesse transtorno e, como os meninos costumam apresentar mais hiperatividade que as meninas, acreditou-se que esse problema seria bem mais comum no sexo masculino.

Em 1980 (DSM-III) a denominação utilizada passou a ser Distúrbio do Déficit de Atenção. Com essa mudança as dificuldades de atenção destronaram a hiperatividade. O que ficou evidente é que nas meninas o tipo clínico que cursa sem hiperatividade (Tipo Predominantemente Desatento) é mais comum. Por essa razão, por ser menos ruidoso, esse tipo pode passar mais tempo sem ser identificado, ou ser facilmente confundido com outras condições, como depressão, deficiência intelectual leve, problemas psicológicos, etc.

Mito 4

“Os sintomas de TDAH geralmente desaparecem espontaneamente no final da adolescência.”

Resposta: Era exatamente isso que se pensava enquanto o fator hiperatividade era o mais importante no quadro clínico, pois existe uma tendência da hiperatividade declinar com o passar dos anos, ao passo que os sintomas de desatenção tendem a persistir.

Na verdade nem sempre a hiperatividade desaparece, ela apenas evolui de acordo com a idade. Por exemplo, uma criança hiperativa pula sem parar, trepa nos armários da casa, corre de um lado para outro. Quando essa mesma pessoa chega à idade adulta não é de se esperar que ela continue com o mesmo comportamento, mas podemos ver que ela está sempre andando de um lado para outro, faz tudo como se estivesse com muita pressa, não consegue deixar as mãos paradas, assume inúmeras tarefas simultaneamente, sem conseguir finalizar a maioria delas, tem dificuldade de planejamento, seguir metas e de se organizar de uma maneira geral.

Mito 5

“Se uma criança com TDAH consegue fazer com muita atenção uma atividade do seu interesse (videogame, por exemplo) e não consegue fazer os deveres escolares, a razão para isso parece ser uma falta de vontade ou motivação.”

Resposta: Na verdade o termo “déficit de atenção” não descreve fielmente o que ocorre e provavelmente será substituído no futuro, pois o que ocorre com essas pessoas é uma inconstância ou má-regulação da atenção. Existe um prejuízo na capacidade de a pessoa dirigir sua própria atenção, ou seja, uma dificuldade na atenção voluntária.

Muitas dizem que tentam se esforçam para ler, estudar, mas não conseguem. É claro que depois de algum tempo essas pessoas vão de antemão evitar ou desistir antes mesmo de iniciarem essas tarefas tão penosas para elas.

Na verdade a criança com TDAH costuma, em alguns casos, concentrar-se com maior facilidade em atividades mais dinâmicas, mais motivantes, lúdicas e pouco repetitivas. A isso costuma-se chamar de Hiperfoco.

Mito 6

“Os medicamentos usados no tratamento do TDAH provocam efeitos colaterais sérios e podem causar dependência.”

Resposta: A maioria dos especialistas com experiência no acompanhamento de pessoas com o transtorno, afirmam que os medicamentos utilizados para o tratamento do TDAH são eficazes e seguros. É evidente que qualquer medicamento pode produzir efeitos adversos, e os medicamentos para o TDAH não fogem a essa regra. Devem ser administrados por profissional com experiência no seu manejo.

Mito 7

“O uso de medicação para tratar o TDAH pode predispor a criança se tornar um dependente de outras drogas no futuro.”

Resposta: Estudos já foram realizados acompanhando as crianças que tinham feito uso de medicamentos para TDAH, e comparando esse primeiro grupo com outro grupo de crianças que, por qualquer razão, não tinham feito tratamento para TDAH. O resultado é que a ocorrência de abuso de drogas na juventude revelou-se maior ou idêntico no grupo não tratado para TDAH, o que mostra que o tratamento medicamentoso, na verdade, não é capaz de induzir ao abuso de drogas.

Mito 8

“Apresentar TDAH na infância traz poucas conseqüências para a vida da pessoa e por isso não se justifica um tratamento nessa idade.”

Resposta: Alguns casos de TDAH menos intensos, quando acompanhados de alto nível intelectual e ambiente familiar bem estruturado (fatores de resiliência ou proteção), podem passar pela vida sem que o transtorno cause grandes prejuízos na sua qualidade de vida.

Todavia, na maior parte dos casos, o TDAH compromete seguramente a qualidade de vida da pessoa, e sem dúvida, isto significa que ela seria capaz de desenvolver melhor o seu potencial se tivesse em tratamento para TDAH.

Prejuízos na auto estima, rendimento escolar e profissional abaixo da real capacidade, conflitos com colegas e cônjuges, maior comorbidade com outras doenças, como depressão, ansiedade, dentre outras, maior tendência maior a ter múltiplos casamentos, gestações indesejadas, abuso de álcool e drogas, são algumas das possíveis conseqüências que a falta do tratamento do TDAH traz para a vida das pessoas.

Sam Goldstein, experiente psicólogo norte-americano, afirma que “o risco de não tratar é certamente maior que o risco do tratamento”.

Mito 9

“TDAH e Hiperatividade são sinônimos. Todas as crianças com TDAH são hiperativas.”

Resposta: Os sintomas de Hiperatividade só estão presentes no tipo combinado e predominantemente hiperativo. No tipo predominantemente desatento não está presente o sintoma de hiperatividade.

Mito 10

“Uma vez diagnosticada como TDAH, a criança tem uma boa desculpa para seu rendimento escolar prejudicado.”

Resposta: Nem sempre o diagnóstico de TDAH responde por todas as questões referentes ao rendimento escolar prejudicado. Transtornos de aprendizagem como dislexia, discalculia, disortografia, má qualidade de ensino, didática equivocada, métodos de ensino obsoletos e falta de recursos pedagógicos podem explicar alguns casos que não necessariamente estão associados ao TDAH.

O TDAH é um transtorno da atenção. Uma vez que a atenção e concentração são condições necessárias para todo e qualquer processo de aprendizagem, o TDAH interfere no desempenho acadêmico e escolar global.

Mito 11

“Um tratamento à base apenas de medicamentos pode resolver satisfatoriamente quase todos os casos de TDAH.”

Resposta: O tratamento do TDAH está baseado em um tripé de ações: Psicoeducação (informação sobre o transtorno), Psicoterapia (nos casos em que há prejuízo psicológico) e Medicação.

Em todos os casos, a psicoeducação é elemento fundamental e prioritário para o tratamento do TDAH.

Fonte: Artigos do Dr. Sergio Bourbon (adaptado)






http://www.tdah.org.br/br/artigos/textos/item/303-mitos-sobre-o-tdah-e-suas-consequencias.html

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

RECEITA DE ANO NOVO





Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade
Imagem do google

Ps.Que A felicidade seja um sentimento constantes em sua vida.São os voto da blogueira Mary Cely.
Se Deus assim o permitir em 2016 estaremos aqui de novo.
Paz e saúde em sua vida!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Como Conversar com uma Criança Autista




Crianças com autismo são únicas e interpretam o mundo de forma diferente, em comparação a outras crianças. Em termos de habilidades sociais e comunicativas, elas mostram diferenças altamente visíveis. Crianças com autismo parecem se valer de uma linguagem própria, implementando um sistema que funciona para elas. Se seu filho foi diagnosticado com autismo, é importante que você aprenda sua linguagem, a fim de se comunicar adequadamente com ele.

Comunicando-se de maneira eficaz com uma criança autista

1. Converse sobre os interesses dela. É muito mais fácil conversar com uma criança autista, uma vez que você descubra algum interesse dela. Ela pode acabar se abrindo com você, se estiver confortável em falar sobre o assunto em pauta. Saber “falar a língua” da criança é essencial para conseguir uma boa comunicação.
Caso seu filho goste de carros, você pode usar este assunto para fazê-lo se abrir e conversar.

2. Encurte suas sentenças. Uma criança autista conseguirá processar melhor as informações em uma conversa, caso você use frases curtas. Perceba que a própria criança se comunica através de frases curtas, e você deve imitar isso. Além disso, tente se comunicar por escrito.
Você pode escrever, "vamos comer agora". A criança poderá responder por escrito ou verbalmente, que é maneira mais eficaz, por causa do contato visual.
A comunicação através da escrita pode ser uma ótima ferramenta.

3. Desenhe. Estímulos visuais podem ser altamente benéficos para crianças com autismo. Tente desenhar diagramas, instruções ou imagens simples, a fim de ajudar a comunicar suas ideias. Estímulos visuais podem ajudar a criança a compreender de maneira mais clara o que você está tentando expressar verbalmente; muitas crianças autistas respondem de maneira mais efetiva a comunicação visual.
Tente usar recursos visuais para criar um cronograma para seu filho
Desenhe as atividades diárias da criança; o café da manhã, a ida para a escola, a volta para casa, a criança jogando, dormindo, etc.
Isso permite que seu filho verifique suas atividades diárias, adicionando alguma estrutura ao dia dele,
Você pode usar bonecos de palitinho para explicar as atividades, mas certifique-se de adicionar um traço marcante a cada personagem
Por exemplo, se você for ruiva, pinte o cabelo de sua personagem de vermelho, para a criança conseguir associá-la a você.

4. Permita que a criança tenha mais tempo para processar informações. Você pode precisar usar pausas com mais frequência, ao conversar com ela. Seja paciente, e certifique-se de não apressá-la, permitindo que ela leve o tempo necessário para processar e responder.
Caso seu filho não responda a uma pergunta, não faça outra logo depois. Isso pode deixá-lo ainda mais confuso.
5. Sela linguisticamente consistente. Crianças com autismo podem não conseguir processar certas variações de palavras; certifique-se de falar de maneira consistente, a fim de não confundir a criança.
Consistência é crucial para estas crianças.
Por exemplo, durante um jantar, você teria uma dúzia de maneiras diferentes de pedi-lo para passar as ervilhas. Ao se comunicar com crianças autistas, é melhor se ater a frases coerentes e uniformes.
6. Seja sensível, e não leve o silêncio da criança para o lado pessoal. Seu filho pode passar longos períodos sem conversar com você; faça o seu melhor para compreender isso. Aborde a criança de maneira sensível e continue tentando, ainda que isso resulte em várias interações difíceis. Ser persistente e sensível é a única maneira de incentivá-lo a confiar em você.
Você nunca poderá saber exatamente o motivo do silêncio do seu filho. O timing das conversas pode não estar muito adequado, o ambiente pode não estar favorecendo, ou a criança pode estar imaginando algo totalmente fora de contexto.
Se outras pessoas tentarem conversar com seu filho, podem pensar que ele é anti-social ou que não gosta delas. Raramente isso é verdade. De qualquer forma, certifique-se de as outras pessoas estejam cientes da situação do seu filho.

7.Inicie as conversas com uma declaração. Quando você pergunta “como vai você?” a alguém, geralmente espera uma resposta simples e rápida. No caso de crianças autistas, isso pode ser bem diferente, visto que elas podem se sentir intimidadas ou oprimidas por perguntas. É sempre melhor começar com uma declaração, para que ele se sinta incentivado a interagir.
Elogiar o brinquedo de uma criança pode ser uma ótima maneira de iniciar uma conversa.
Basta fazer um comentário e esperar para ver se ela responde
Mais uma vez, fale sobre temas interessantes para a criança.

8. Não o exclua. Haverá momentos em que a criança desejará se envolver, e terá dificuldades. Esteja consciente da presença dela, e a inclua da melhor maneira possível. Mesmo que não haja resposta, é importante se esforçar. Isso pode significar muito para a criança.

9. Converse com seu filho nos momentos certos. Escolha um momento no qual a criança esteja mais tranquila, e interaja com ela. Se a criança estiver mais calma, será mais receptiva ao que você tem a dizer. Além disso, escolha locais onde não estejam acontecendo muitas coisas ao mesmo tempo; estímulos excessivos podem deixar seu filho desconfortável.

10. Fale de maneira literal. Crianças autistas podem se atrapalhar com linguagem figurada. Para elas, é difícil compreender expressões idiomáticas, sarcasmo e certos tipos de humor. Certifique-se de ser literal e específica, a fim de tornar a compreensão mais fácil.

Fonte:http://pt.m.wikihow.com/