CRIANÇAS FELIZES DEMAIS

.

CRIANÇAS FELIZES DEMAIS

.

Seguidores do Saber !

Seguidores

Direitos de Imagens

Direitos de Imagens
Toda imagem visualisada neste blog,São de origem do Google

.

Colabore Conosco clique em nossos anùncios. Obr.

sábado, 13 de novembro de 2010

TDAH-Distraídos mas inteligentes e criativos


Olá.
Pessoal, tive oportunidade de visitar outros blogs que também tratam o assunto TDAH.
Pecebi o quanto algumas pessoas sofrem por verem seus filhos passando por esta situação.
Mas quero dizer uma coisa:
Até agora, não foquei as explicações técnicas e nem tanto as médicas. Mas passar por um tratamento e tratar uma criança com TDAH me fez aprender algumas coisas.
Gente...., as crianças com TDAH(maioria), são crianças maravilhosas, com uma sensibilidade muito maior do que a habitual.
Quando eu tratava meu filho no HC, o médico sempre me dizia:" -Essas crianças são maravilhosas!Vc nunca vai encontrar uma criança dessas sendo sacanas e desonestas. Têm um talento nato para arte em geral(música, desenho....)"
E é isso mesmo.
Às vezes, elas são sinceras demais. A maioria delas não têm a mesma malícia que crianças da mesma idade. Estas crianças, se sensibilizam com um mendigo na rua; Ficam abaladas com uma notícia triste na televisão; Têm uma espiritualidade aguçada.
A maioria das mães de TDAH como eu, já passou pela experiência de ter seu filho interessado em assuntos que geralmente não atraem o ciclo de coleguinhas da mesma idade.
Eles querem saber com muito mais veemência, porque Deus existe e porque morremos e para onde vamos, o que é alma, etc...
Geralmente amam bebês de paixão.
São tantas coisas...
Meu filho hoje tem 12 anos. Quando ele foi para a catequese com uns 8 ou 9 anos, eu desisti e o tirei. Eu não conseguia responder todos os questionamentos que ele tinha sobre Deus e as verdades e contradições da Biblia. Eram tantos porquês que achei melhor esperar ele ganhar maturidade para entender o que era verdade ou ficção ou até uma linguagem figurada. Ah sim.... porque tem mais! Algumas destas crianças têm dificuldade de compreender a linguagem figurada.
Com esta mesma idade, meu filho queria falar com os amigos sobre cultura egipcia e faraós e vasos canopos e etc.... Ora! Que criança com 8 ou 9 anos quer saber de Egito?
Nenhuma! O que acontecia? Óbvio! Ficava sozinho.
Um dia, ele viu uma cena no Fantástico, onde uma criança de apenas 6 anos, se não me engano, saía da pré escola, presa por policiais porque havia feito birra, não me lembro bem. Foi uma cena triste e chocante para o mundo.
Naquele dia o Gabriel não dormia, querendo saber o que aconteceria com a menininha. Mas não era só a preocupação. Era a agonia que aquela cena havia provocado nele. Acho que ele demorou mais de um mês para parar de perguntar daquela criança.
Num outro dia, fomos à padaria comer e quando saímos, enquanto pagávamos a conta no caixa, o Gabriel e a irmã ficaram na porta esperando meu marido e eu. Quando chegamos, ele estava extremamente angustiado, porque havia passado um casal de velhinhos sujos e mal vestidos pedindo dinheiro para comer. Ele não se conformava com o fato de que naquele momento ele não tinha nada para dar. Chegou a chorar com dó dos velhinhos. Depois em casa ficou à noite toda querendo saber o que aconteceria se eles não tivessem encontrado ninguém que tivesse lhes dado comida.
Pois é! Eles são extremamente carinhosos e sensíveis.
Às vezes, eles mesmo escondem esta característica, para não ficar mal diante de colegas, familiares; depende do meio em que são criados. Ou seja; não conseguem ser o que realmente são.
Precisamos tomar cuidado para não protegê-los demais e para não cobrar deles a postura que queremos.
Meu filho por exemplo é o menino dentre 3 filhos. Meu marido vive querendo jogar bola com ele. Ele por sua vez detesta futebol. O pai fica frustrado...
Mas fazer o quê? Por outro lado, tem pilhas e pilhas de gibis e mangás que ele ama; cadernos de desenhos lotados dos desenhos de super-heróis e seres da mitologia que ele adora desenhar; No shopping, só tem uma atração pra ele: livrarias! Pronto; pra ele é o paraíso. Aliás disso, graças a Deus, as irmãs também adoram. Não adianta! Os pais querem ver seus meninos correndo atrás de bola, mas às vezes, eles fazem o tipo intelectual. E vão se enfiar mesmo na leitura. E nem por isso são menos masculinos.
E é isso gente! Nossos filhos são maravilhosos!
Na minha próxima postagem vou falar um pouco sobre a abordagens que tive e as comparações que levam alguns estudiosos a tratar as crianças com TDAH como especiais para este século: as chamadas crianças índigos.


Fonte do texto e Imagem
http://eleanoramac.blogspot.com/

terça-feira, 9 de novembro de 2010

TDAH Carta Desabafo de uma Mãe.


TDAH.
Carta desabafo de uma mãe.Celia Telli meu filho é TDAH e dai?


Um ano se passou desde que consegui o diagnóstico da Neuropediatra, para o TDAH de meu filho Pablo, que agora está com 10 anos e 9 meses. Após ele ter sido reprovado a terceira série ano passado numa escola pública, este ano o matriculei numa escola particular, com 15 alunos na terceira série, onde ano passado eram mais de 30 alunos, e a professora de agora é também psicopedagoga.
E graças a Deus, este ano ele vai passar.
Mas nem tudo são flores, nesta vida, que “é um combate que aos fracos abate”, como diziam meus avós; como ele tem comorbidades advindas do transtorno, desenvolveu o “transtorno do opositor”, pelas dificuldades que sentia no aprendizado, acabou desenvolvendo certa resistência a não querer fazer as tarefas, pois este ano ele estava indo bem, até que em agosto começou novamente com o transtorno do opositor, e agora estou também o levando a uma psicóloga, pois a escola disse não saber lidar com isso, e é muito difícil mesmo, mas é algo que ele não controla.
Mas ainda sou chamada pela coordenação, agora não com tanta freqüência, mas me chamam para reclamar das oposições que ele faz em não querer colaborar nas tarefas, até mesmo na aula de natação que ele gosta tanto, não quis fazer o teste para passar ao segundo nível, pois a escola trabalha com a filosofia Gustavo Borges. Já falaram na escola (até a psicóloga também falou) que não é para deixar que ele se esconda atrás deste problema, que ele diz: eu tenho problema, como desculpa de não querer fazer as tarefas; mas a questão é que ele tem mesmo o problema, senão eu não estava tendo que tratá-lo, eu não seria chamada na escola, e ele faria as tarefas normalmente.
Então, por aí vejam que não é fácil lidar com este problema. Muitas vezes tenho a impressão que a escola quer se esquivar do problema, fazendo que ele se adapte a escola, e não a escola a ele, pois se ele tem o problema, foi diagnosticado, ele toma remédios e tudo, para controlar a ansiedade, impulsividade, e Ritalina para melhorar a atenção, no que melhorou muito em relação ao ano anterior, que não tinha diagnóstico, a não ser os da escola (ano passado), onde as professoras diziam que ele não tinha nada além de ser preguiçoso não querer aprender, etc...etc e tal , coisas absurdas que só faziam levar a auto estima dele abaixo do chão.
Ele tem dificuldade de auto controle, principalmente gastronômico, ele está acima do peso, pois não pratica esporte não gosta de nada, somente a natação mesmo, ele não consegue se organizar, pega algo deixa fora do lugar, é uma luta constante por organização entre eu e ele.
Mas ele é muito inteligente, e super criativo, e tem habilidades com desenho, que é o que ele gosta. Assistir televisão, e jogar vídeo-game é o que o ocupa a maior parte de seu tempo. Nas tarefas tenho que estar sempre de marcação, senão ele não faz.
Mas ele não tem culpa de ser assim, e eu também possuo déficit de atenção, pois quando eu era pequena, na escola as professoras estavam lá falando, e eu num outro mundo bem diferente, e isso acontece sempre comigo, as pessoas falam comigo e eu estou pensando em outra coisa e não consigo me concentrar no que elas estão falando, mas eu consegui chegar a uma faculdade com muita exigência de mim mesma, acho que nós mulheres temos maior capacidade de disciplina que os homens, pois desde cedo já minha mãe me colocava para fazer serviços caseiros, acho que isso me ajudou a auto-disciplinar.
Aos poucos estou fazendo com que ele arrume as coisas dele, mas é difícil, pois ele é totalmente desajeitado para isso, mas a persistência vai ter que vencer.
Acho que resumidamente tentei colocar aqui como estamos indo com o tratamento, as dificuldades encontradas, quero aqui convocar a todos para fazermos um espaço para que coloquemos nossas histórias, a fim de que possamos nos ajudar, e fazer com que nossos filhos consigam superar esse transtorno, espero que mais pessoas coloquem aqui suas experiências e dividam com as pessoas as dificuldades, e que se alguém tem sugestões a dar que sintam a vontade, pois tenho certeza que esta é a maior intenção da blogueira responsável por aqui, ajudar as pessoas a superar este problema. Aproveito para mais uma vez parabenizar minha amiga querida, Mary Cely que conheci pela internet há alguns anos e que sensibilizou-se com problema do Pablo e abriu este super blog para nos ajudar.
Grande Abraço amiga desejo sucesso sempre em tudo que você fizer.
Que Deus a ilumine sempre!

Célia H. Telli.



P.S.è amiga somos apenas algumas gotas neste imenso oceano.
Mas precisamos tentar fazer algo ,mesmo que as portas se fechem sempre encontraremos uma Luz em nosso caminho.
O dificil já passou que foi conseguir o diagnóstico real.
Agora Vamos que vamos que a hora é esta.
Paz e bem a ti irmã e xará Celia.
Amigas para sempre independente das adversidades que são muitas.
Abraços e beijos em meu sobrinho Pablito menino de Ouro.





“O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.
O que for o teu desejo, assim será tua vontade.
O que for a tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino.”

Brihadaranyaka Upanishad

domingo, 7 de novembro de 2010

Meu filho foi diagnosticado com hiperatividade





Vamos falar sobre o TDAH -Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.
Antes de qualquer coisa, quero aconselhar que tenham muito cuidado. Apenas bons especialistas podem fazer o diagnóstico.
Cada vez mais professores e familiares com boas intenções rotulam crianças levadas ou agitadas com esse transtorno, isso é muito sério. Rotular a criança e medicamentos inadequados podem agravar os sintomas.

Existem incertezas a respeito do TDAH e suas causas, mas trata-se de um transtorno neurobiológico e comportamental descrito como resultado de alterações no funcionamento de alguns neurotransmissores.
Diagnóstico feito, continue atenta e siga as recomendações médicas. Algumas dicas podem ajudar a família e a criança que apresenta TDAH. O legal é que essas dicas também podem ajudar crianças agitadas e inquietas, mesmo que não apresentem TDAH.

Seu filho é muito agitado ou foi diagnosticado hiperativo? Segue abaixo algumas dicas:

* Estabeleça regras muito claras, para a criança e para a família. Fazer quadros com ilustrações pode ajudar. Quando introduzi-las, faça isso olhando nos olhos da criança e peça que ela repita.
* Siga rotinas. Crianças precisam de horários previsíveis para comer, dormir, etc. Principalmente crianças que apresentam TDAH.
* Use o tempo livre para fazer atividades com a criança, isso ajuda a fortalecer o vínculo, o que pode ser difícil quando se relaciona com uma criança que tem dificuldade de manter a atenção e está sempre inquieta porque isso pode irritar o cuidador. Atividades que fazem gastar energia física são ainda mais benéficos para ajudar a criança a focar.
* Punições não devem vir em forma de restrições de exercícios, reforços positivos (elogios e prêmios) tendem a funcionar melhor.
* Evite excesso de estimulação. A TV, por exemplo, deve ser restrita a cerca de 2 programas por dia, a noite a TV deve ser evitada. O estresse, como tensão na família ou luto, tende a fazer o auto-controle ainda mais difícil para a criança.

A família é um sistema, o que acontece de um lado é sentido no outro.
Fiquem atentas sempre e qualquer dúvidas estou à disposição,

Um grande abraço da psicóloga Carol Moreira.
Carolina Moreira Marquez
Grupo de Psicólogos Mosaico


Olá, mamães! Aqui é Carol Moreira, psicóloga.
Aqui quem fala é a psicóloga Carol Moreira. E hoje vamos falar de hiperatividade.
Fonte do texto com alteração da introduçao do blog
http://falamamae.com/

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O Que é TDAH









A psicóloga Maria Cristina Capobianco explica como os pais e as escolas devem lidar com uma criança que tem déficit de atenção e chama à atenção dos pais para avaliar se realmente a criança possui a patologia ou se a distração e a hiperatividade na escola se deve a outros fatores psicossociais e ambientais.
O transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica que acomete 3-5% das crianças e que, frequentemente, persiste até a idade adulta, podendo ser considerado um dos mais comuns transtornos neuropsiquiátricos. Os principais sintomas são a dificuldade em manter a atenção, o comportamento hiperativo e de impulsividade.
A psicóloga Maria Cristina Capobianco explica que a problemática levantada pelo Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade tem sido fonte de discussão ampla nas últimas décadas. O interesse pela aprendizagem e a aquisição de conhecimentos têm sido pesquisadas por muitas áreas do saber e encontram nos estudos sobre a infância sua principal abordagem.
De modo geral, pode-se afirmar que os modos subjetivos de apropriação do saber e desenvolvimento de habilidades para a utilização deste saber resistem a toda tentativa de categorização, ressaltando que o singular ainda encontra um lugar privilegiado nesta discussão. A amplitude das causas envolvidas na aprendizagem, seus impasses e dificuldades têm sido relegada pela crescente patologização do fracasso escolar e à consequente medicalização do seu manejo.
A conceitualização deste transtorno constitui uma tentativa de explicar o fracasso escolar em crianças e adolescentes que apresentam os comportamentos que se enquadram no mesmo.
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDA/H) é caracterizado por padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade/impulsividade, que é mais frequente e grave do que é tipicamente observado em indivíduos no nível comparável de desenvolvimento.
Em geral, observa-se em crianças que tiveram um início precoce da sua educação formal, que elas apresentam falta de perseverança nas atividades que exigem um envolvimento cognitivo e uma tendência a passar de uma atividade a outra sem acabar nenhuma, associadas a uma atividade global desorganizada, incoordenada e excessiva.
Os transtornos podem ser acompanhados de outras anomalias. O DSM F90 (Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) alerta que as crianças hipercinéticas são frequentemente imprudentes e impulsivas, sujeitas a acidentes e incorrem em problemas disciplinares mais por infrações não premeditadas de regras que pelo desafio deliberado. Suas relações com os adultos são marcadas por uma ausência de inibição social, com falta de cautela e reserva normais.
Os pais devem ficar atentos nas atitudes dos filhos.
A terapeuta afirma que muitas vezes essas crianças acabam sendo impopulares com as outras crianças e podem se tornar isoladas socialmente, isso é um dos diagnósticos da patologia. Esta desordem é frequentemente acompanhada de um Déficit Cognitivo e de um retardo específico do desenvolvimento da motricidade e da linguagem.
Alguns destes sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada após a manifestação destes por alguns anos, podendo observá-los em diversas situações como na casa, na escola ou no trabalho.
Nos Estados Unidos, hoje em dia, cresce o número de crianças diagnosticadas com TDA/H; neste sentido é visto como uma doença orgânica a ser tratada com medicamentos. As crianças com TDA/H são tratadas com psicoestimulantes, o principal é conhecido como Ritalina e é prescrito para milhares de crianças com menos de 18 anos nos Estados Unidos.
A psicóloga alerta “Embora tenha sido demonstrada que Ritalina pode ajudar nos casos graves, pode não ser benéfica em casos leves já que seus efeitos colaterais podem ser piores do que os sintomas de TDA/H”. A Ritalina pode interferir no crescimento das crianças e desconhece-se os efeitos neurológicos a longo prazo deste fármaco.
Outro possível problema em tratar as crianças com Ritalina é o potencial para abuso e dependência. Ritalina é um estimulante e é classificado como uma anfetamina. As anfetaminas apresentam um provável risco de dependência. Um estudo constatou que crianças que tomaram Ritalina por mais de 3 anos, apresentaram maior risco de cometer crimes e abusos de substâncias. Outros efeitos colaterais do medicamento incluem dores de cabeça e estômago, redução do apetite, depressão, irritabilidade, ansiedade, aumento da pressão arterial, dificuldades para dormir e nervosismo.
Nesta perspectiva, na qual os transtornos de atenção e hipercinéticos são compreendidos meramente como uma deficiência orgânica, desaparecem muitas outras questões que podem determinar os fracassos escolares, tais como: os avatares envolvidos na relação professor-aluno, as dimensões socioculturais de cada lugar, as políticas educacionais, os métodos de ensino e a formação dos professores, entre outros.
Tem ocorrido um exagero neste tipo de diagnóstico e os critérios de inclusão diagnosticados são pouco específicos. Consequentemente, acabam catalogando os comportamentos em entidades nosológicas estéreis, pois não levam em consideração os fatores psicossociais e ambientais, esclarece Cristina. O fracasso escolar precisa ser analisado de uma ampla gama de perspectivas, porém, as que mais predominam são aquelas que atribuem uma patologia às crianças que não aprendem ou não respondem às expectativas da escola.
A equipe de profissionais do grupo Educational Forensics sugere que para as crianças que fracassam na sua aprendizagem, seja feita uma avaliação e acompanhamento multidisciplinar, de neurologista, psicopedagoga, psicológica, mantendo um vínculo estreito de troca de informações com a escola também. Na sua experiência, os resultados obtidos através do uso da Ritalina em crianças diagnosticadas com TDA/H não diferem dos resultados obtidos com acompanhamento multidisciplinar.


FONTE: Psicóloga Maria Cristina Capobianco.

http://dilmacosta.blogspot.com/search/label/TDAH