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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Brinquedos para crianças com necessidades especiais


Tem coisa mais gostosa que brincar? Para os adultos pode até parecer bobeira, mas as atividades lúdicas são fundamentais, pois possibilitam o desenvolvimento em vários aspectos. Quando se trata de crianças com necessidades especiais, a brincadeira assume papel ainda mais importante. “Brincar complementa a reabilitação, pois propicia a qualidade de vida e também os ganhos funcionais. É uma estimulação fundamental para auxiliar na recuperação ou mesmo na criação de mecanismos adaptativos”, afirma Germana Savoy, coordenadora da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri). Escolhas conscientes - Na hora de comprar brinquedos, os pais devem levar em consideração, sobretudo as preferências da criança, assim como as habilidades e capacidades funcionais. “Determinar que a criança com necessidade especial só fique com o brinquedo adaptado é uma forma de excluí-la”, defende Germana.




É mais importante selecionar o brinquedo de acordo com o desenvolvimento do que com a faixa etária. O que vai resultar em um largo sorriso não é apenas o jogo – adaptado ou não –, mas a estratégia e a dinâmica da brincadeira. Estímulos ideais - A criança precisa de desafios para sentir-se estimulada, assim como êxito na exploração do brinquedo. O que vale é que o pequeno sinta-se valorizado pela conquista, seja montar um bloco ou apertar um botão. “À medida do possível, as crianças devem ser expostas às experiências e brincadeiras naturais da idade. O importante é ter pessoas preparadas para facilitar e mediar a interação”, alerta.




Estratégias como texturizar, sonorizar ou iluminar móbiles, chocalhos e demais acessórios possibilitam que o objeto seja melhor percebido. A música, o canto e a representação de histórias são indicados para qualquer criança, inclusive as com limitações graves no leito. Vale abusar de máscaras, fantasias, bonecos e super heróis, uma boa alternativa aos distúrbios comportamentais. Para estimular a percepção visual, vale lançar mão de lanternas, purpurina e laminados. Os rostos de brinquedos com muitos detalhes e cores contrastantes ajudam a organizar esquemas visuais. Utilizar os demais sentidos na brincadeira, como a audição e o tato, é fundamental.




As crianças com limitações motoras devem ter seu acesso facilitado a diversos ambientes e posições que possibilitem a exploração. No caso das limitações auditivas, as brincadeiras corporais são as mais indicadas. Jogos de percussão são interessantes, pois possibilitam perceber a vibração do som e ampliar a sensibilidade. A escolha certa - Com a consultoria de Germana Savoy, selecionamos algumas opções para ajudar você a se -inspirar na hora de comprar o brinquedo para o seu filho. Mas lembre-se: seja qual, a diversão fará toda a diferença se ele tiver o seu estímulo e companhia. Aproveite! Brinquedos adaptados mundo afora - Fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos, há muitas lojas especializadas em brinquedos para crianças com necessidades especiais. Há de tudo e é uma pena que a maioria não entregue fora do país. Uma das que tem mais opções é a Beyond Play (www.beyondplay.com). Vale a visita virtual. As lojas a seguir fazem entregas internacionais: Sillyas Toys (www.sillyasstoys.com) - Essa loja virtual, além de brinquedos comuns, mas nada convencionais, tem opções para crianças com necessidades especiais, separadas em uma categoria. Há quebra-cabeças, jogos de memória e até uma inusitada mini-bateria para ser tocada com os dedos. Fat Brain Toys (www.fatbraintoys.com) - Tem uma infinidade de brinquedos separados por categorias de necessidades especiais como desenvolvimento motor, socialização, linguagem e atividades sensoriais. As opções são separadas também por faixa etária, de bebês a adultos em alguns casos. PlayAbility Toys - (http://www.playabilitytoys.com/) O site classifica os brinquedos de acordo com as necessidades especiais e f-ornece informações completas sobre os produtos. Os brinquedos podem ser encontrados por categorias de necessidades especiais: física, sensorial, cognitiva ou de comunicação ou ainda por necessidades específicas como tetraplegia ou paralisia cerebral.





Fonte: http://andrea-dicasdaandrea.blogspot.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O matador de leões




Nós, os TDAH, quase sempre somos mal interpretados no nosso dia a dia. Principalmente por alguns comportamentos que ora são extraordinários ora são patéticos. Para tentar explicar aos “não TDAH” estes comportamentos, criei uma pequena fabula para explicar este comportamento.

Certo dia, um matador de leões acordou cedo e saiu para caça-los. Ele tinha apenas uma faca para realizar sua tarefa, mesmo assim saiu rumo a savana. A cada km andado ele encontrava um leão e o matava. Implacável e destemido ele andou 100 km e matou 100 leões, voltando para casa com a tarefa cumprida.

Em outro dia ele saiu novamente para realizar a mesma tarefa e foi morto ao encontrar 10 zebras. Antes que você se apresse em saber o motivo já vou dizendo: é a falta de foco. Temos dificuldade em organizar, processar e executar as informações, porque elas sempre nos parecem mais complexas do que são.

Enquanto o desafio era apenas 1 leão tudo ocorria perfeitamente, porém ao se deparar com as 10 zebras o problema do foco não permitiu ao nosso matador escolher e executar uma estratégia de ataque. Enquanto o caos se instalava em sua mente, as zebras o pisotearam até a morte.

Ser TDAH é isso: enfrentar leões mas as vezes ser morto por zebras.




Carlos Rabelo
Fonte Texto e Imagem
http://mundotdah.wordpress.com/

A busca do conflito


Depois de receber o diagnóstico de TDAH e saber que a maior parte do tratamento viria do fato de aprender o máximo possível sobre o transtorno, comecei dia após dia buscar informações em livros, sites, grupos na internet e também com outras pessoas TDAH.

Um dos aspectos mais interessante que descobri sobre o TDAH é a eterna busca por conflitos, que quase todos tem. Aspecto este, que tenho desde criança e que ficou mais intenso quando me mudei para o Mato Grosso em 1982.

Neste ano passei a ter menor acompanhamento escolar pela familia o que me possibilitou, assim dizendo ser mais "eu". A minha sorte, que por ser do tipo franzino, eu nunca partir para os conflitos físicos, o que pioraria muito o problema.

Mas era só ter a oportunidade e lá estava eu querendo travar uma batalha, fosse por qualquer coisa. Muitas pessoas diziam que isto era apenas um comportamento rebelde, mas ai esta a diferença para o TDAH, na maioria das vezes estamos poucos interessados no assunto do conflito o que queremos é senti-lo.

Passar pela experiência funciona quase como o efeito de uma droga, dá prazer e satisfação. Como já sabemos isto não dura pra sempre e depois vem sempre o resultado em forma de notas baixas, advertências, suspensões e outras punições escolares.

Por isso que nesta busca por conflitos sem razões: os TDAH e os não TDAH devem evitá-los ao máximo, já que o TDAH fara de tudo para fazé-lo durar o maior tempo possível.


Carlos Rabelo


Fonte Texto E Imagem
http://mundotdah.wordpress.com/

domingo, 3 de abril de 2011

O que é Déficit de Atenção/Hiperatividade?


Trata-se de uma alteração do comportamento que impossibilita o indivíduo de permanecer quieto por um período de tempo necessário para executar determinadas atividades comuns diárias. Por conta do seu comportamento essas crianças e adolescentes são evitados e considerados inconvenientes.

O Déficit de Atenção/Hiperatividade é muito freqüente?

Estima-se que 10% das crianças na idade pré escolar e 4-5% na idade escolar apresentam Hiperatividade.

Como se percebe o Déficit de Atenção/Hiperatividade na escola?

- Não ficam paradas na sala de aulas- Falam muito com os colegas- Interrompem de maneira imprópria a professora- Iniciativas descontroladas- Tumultuam a classe com brincadeiras fora de hora- Apresentam desempenho abaixo do esperado.

O desenvolvimento do hiperativo é normal?

A maioria dos pacientes hiperativos apresentam um desenvolvimento normal.

O paciente hiperativo tem nível de inteligência normal?

Sim, a maioria apresenta o nível de inteligência normal ou acima do normal.

Qual é o tratamento para o Déficit de Atenção/Hiperatividade?

O tratamento da Hiperatividade se faz com o uso de medicamentos estimulantes do sistema nervoso e associa-se a terapia psicológica.

Quando deve ser iniciado o tratamento?

Logo que se percebe o quadro deve-se procurar um especialista para orientação adequada e quanto mais precoce o tratamento for iniciado melhores serão os resultados, pois o comprometimento emocional será menos acentuado.

por Mental Help

http://psicopedagogavaleria.blogspot.com/2009/04/tdah.html