CRIANÇAS FELIZES DEMAIS

.

CRIANÇAS FELIZES DEMAIS

.

Seguidores do Saber !

Seguidores

Direitos de Imagens

Direitos de Imagens
Toda imagem visualisada neste blog,São de origem do Google

.

Colabore Conosco clique em nossos anùncios. Obr.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

TDAH:




TDAH: estudo americano mostra mudanças em relação a diagnóstico e tratamento do transtorno no período de dez anos (Polka Dot/Thinkstock/VEJA/VEJA)


Um novo estudo sobre o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) feito nos Estados Unidos mostrou que, no país, o número de crianças diagnosticadas com o problema aumentou 66% em dez anos. O levantamento, que foi feito pela Faculdade de Medicina Feiberg, da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, também analisou outras mudanças que ocorreram entre os anos de 2000 e 2010 em relação ao diagnóstico e tratamento de TDAH. As conclusões da pesquisa foram publicadas na edição deste mês do periódico American Pediatrics.

Mudanças em relação ao TDAH

Alterações observadas em relação a tratamento e diagnóstico do transtorno em jovens menores de 18 anos dos Estados Unidos entre 2000 e 2010

• O número aumentou 66% (de 6,2 milhões para 10,4 milhões)
• Os medicamentos mais utilizado para o tratamento de TDAH foram as drogas psicoestimulantes
• O uso de drogas psicoestimulantes diminuiu de 96% para 87% em relação a todos os tratamentos recomendados
• Maioria do diagnóstico foi dada por clínicos gerais ou médicos de cuidados primários
• Atendimento feito por especialistas, como o psiquiatra infantl, aumentou de 24% para 36%
Segundo o professor de pediatria e coordenador do estudo, Craig Garfield, o TDAH vem se tornando um diagnóstico cada vez mais comum entre crianças e adolescentes. “A magnitude da velocidade dessa mudança em uma década se deve, provavelmente, a uma maior consciência das pessoas em relação ao transtorno, o que pode ter levado os médicos a reconhecer mais facilmente os sintomas do problema”, diz.

No entanto, os pesquisadores afirmam que ainda não é possível definir como as várias e importantes mudanças que ocorreram em relação ao TDAH na última década – em relação a diagnóstico e tratamento – contribuíram para a melhor condução de soluções ao problema.

A pesquisa – O estudo americano, com base em dados do Índice de Saúde Nacional de Doença e Tratamento, um grande levantamento feito com médicos em 2010, buscou quantificar todos os diagnósticos de TDAH e os padrões de tratamento feitos em jovens menores de 18 anos. Ao todo, 10,4 milhões de crianças e adolescentes dessa faixa etária foram diagnosticadas com TDAH em atendimento médico ambulatorial nos Estados Unidos em 2010. Em 2000, esse número foi de 6,2 milhões.


https://veja.abril.com.br/saude/numero-de-criancas-diagnosticadas-com-tdah-aumentou-66-em-dez-anos-nos-eua/https://veja.abril.com.br/saude/numero-de-criancas-diagnosticadas-com-tdah-aumentou-66-em-dez-anos-nos-eua/

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Dia Mundial da Conscientização do Autismo






Próximo Dia Mundial da Conscientização do Autismo 2 de Abril de 2018 (Segunda-feira)

O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ou simplesmente Dia Mundial do Autismo, é comemorado dia 2 de Abril.

A data serve para ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo, um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo.

Origem do Dia Mundial do Autismo
O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre esta doença, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos.

Dia do Autismo no Brasil
No Brasil, o Dia Mundial do Autismo é celebrado com palestras e eventos públicos que acontecem por várias cidades brasileiras. O objetivo é o mesmo em todo o lugar, ajudar a conscientizar e informar as pessoas sobre o que é o Autismo e como lidar com a doença.

Nesta data, vários pontos turísticos do país são iluminados de azul, cor que simboliza o Autismo.

O que é o Autismo?
O Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por "Transtornos de Espectro Autista" - TEA.

Os sintomas do autismo são: fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o autismo é único para cada pessoa. Existem vários níveis diferentes de autismo, até mesmo pessoas que apresentam o transtorno, mas sem nenhum tipo de atraso mental.

Fonte na Íntegra:https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-da-conscientizacao-do-autismo/

domingo, 1 de abril de 2018

TDAH e Problemas de Aprendizagem






É muito comum que as pessoas confundam o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e os problemas de aprendizagem. Na verdade, ambos podem interferir no desempenho escolar da criança. O detalhe é quando querem colocar as duas condições no mesmo lugar, sendo que o TDAH e os problemas de aprendizagem têm causas distintas.


Contudo, é válido ressaltar que, embora os dois não tenham a mesma causa, as crianças podem apresentar os dois. Veja abaixo como o TDAH e os problemas de aprendizagem são diferentes.

TDAH
O TDAH é um transtorno neurobiológico e de causas genéticas. Ele aparece na fase infantil e pode durar até a vida adulta. Quando não é devidamente tratado, o TDAH pode abrir portas para comorbidades, como o TOD (Transtorno Opositivo Desafiador).

Outra consequência é que o TDAH na juventude está associado a um número considerável de evasão escolar, abuso de bebidas alcoólicas e outras drogas. Além disso, com o desempenho escolar prejudicado, a pessoa tende a não atingir as expectativas das notas dos exercícios.

As características do TDAH são inquietude, desatenção e comportamentos de impulsividade. Isso em se tratando de meninos (que respondem pela maioria). Já em meninas, o transtorno é mais notado pela apatia e consequente introspecção.

Tratamento – TDAH
O tratamento de uma pessoa com TDAH deve ser feito o quanto antes, sobretudo na infância. A equipe deve ser multidisciplinar e, sob orientação profissional, o uso de alguns medicamentos pode ser ministrado até que a situação da criança e do adolescente melhore.

O papel da escola também é importante para integralizar o aluno com TDAH aos demais colegas, e com o conteúdo dado em sala de aula.

Problemas de aprendizagem
Já os problemas de aprendizagem estão relacionados à dificuldade do aluno com alguma função na vida escolar. Mas é importante salientar que isso não é causado pelo aspecto da educação, como alguém que tenha dificuldade de resolver aquela operação matemática. É bem diferente.

Esses problemas de aprendizagem têm causas na atividade cerebral e são, erroneamente, minimizadas por muitos profissionais da educação. Alguns deles são bem conhecidos, tamanho o destaque que muitos veículos de comunicação têm dado a cada um deles. A criação de blogs pessoais, especialistas e portais favorece muito a divulgação de informações. Veja os principais abaixo.

– Disgrafia: dificuldade na escrita que engloba também erros de ortografia e outras situações como troca e omissão de letras.
– Discalculia: dificuldade de cálculos que impede o aluno de realizar operações matemáticas e identificar a função dos sinais.
– Dislexia: dificuldade consideravelmente comum em que as pessoas não conseguem realizar uma leitura.
– Dislalia: dificuldade na fala caracterizada também por alterações da formação normal dos chamados órgãos fonadores, o que impede a criação de determinados sons.

Tratamento – problemas de aprendizagem
Os casos que envolvem problemas de aprendizagem devem ser avaliados de perto por profissionais da saúde. Entretanto, a presença dos professores é indispensável para orientar o aluno e levá-lo a um progresso bastante considerável.

Vale lembrar que o profissional da educação é um importante aliado na identificação desses casos, pois ele pode analisar o desempenho dos alunos e, assim, comunicar aos pais sobre a situação de seus filhos.

Fonte na íntegra:https://neurosaber.com.br/tdah-e-problemas-de-aprendizagem/

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Problemas de aprendizagem e baixo



Problemas de aprendizagem e baixo rendimento escolar podem ser indício de problemas neurológicos.

Neuropediatra do HCor ensina como identificar distúrbios cujo o tratamento pode contribuir bastante com o desempenho de crianças e adolescentes durante o ano letivo


Dificuldade de concentração, hiperatividade ou verdadeiros bloqueios na hora de aprender. Para muitos pais e professores, problemas como esses podem ser solucionados apenas com empenho e disciplina por parte da criança. Contudo, nem sempre todos esses fatores são gerados apenas por preguiça, vontade de fazer bagunça ou falta de interesse nas aulas. “Alguns desses comportamentos podem estar associados a doenças neurológicas que prejudicam o desempenho escolar e trazem prejuízos à vida adulta, caso não sejam tratadas o quanto antes”, afirma a Dra Maristela Costa, neuropediatra do Hospital do Coração (HCor).

Segundo a Dra Maristela, os problemas neurológicos mais comuns entre crianças e adolescentes na escola são: dislexia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), déficit de processamento auditivo (DPA) e as chamadas discalculias – que interferem na capacidade de calcular e no raciocínio lógico da criança.

“Cada um desses distúrbios aparece em diferentes intensidades. Quanto mais sutis, mais difíceis de ser identificados. Porém, com a devida orientação, pais e professores podem aprender a detectá-los, ajudar o desenvolvimento de crianças e adolescentes, durante o ano letivo, e evitar estigmas”, afirma a neuropediatra do HCor. "Afinal, quando uma criança tem problemas de comportamento ou dificuldades para aprender, ela geralmente ouve que é burra, preguiçosa, desleixada ou que não leva jeito para os estudos. Afirmações como essas podem ser carregadas pela vida inteira e gerar uma série de limitações”, alerta a Dra Maristela. 

Para auxiliar a detecção de cada um desses distúrbios, a neuropediatra do HCor explica como elas são e quais os seus sintomas. 
Dislexia

Presente em cerca de 5% da população brasileira, o distúrbio afeta a capacidade de ler e escrever da criança. “Por se tratar de uma doença congênita, não tem cura, mas pode ser controlada com a ajuda de psicólogos e fonoaudiólogos”, diz a Dra Maristela. Entre os sintomas mais frequentes estão:

. Problemas na percepção de tempo e espaço: crianças dislexas podem confundir “direita e esquerda”, “ontém e hoje” ou “para cima e para baixo”. Isso acontece porque elas levam mais tempo para desenvolver as suas noções de tempo e espaço.

. Dificuldade de leitura: crianças dislexas sofrem com esse problema, porque muitas vezes não conseguem associar as palavras aos seus respectivos sentidos. Por isso, podem demorar mais durante a leitura e até apresentar dificuldades de ler em voz alta.     

. Erros de ortografia: dislexos confundem sons parecidos, como L e R, F e V ou B e D. Regras ortográficas também são difíceis de memorizar. Isso se reflete diretamente na escrita, o que dá origem a erros ortográficos.

. Problemas para formar frases: como têm dificuldades com o significado das palavras, crianças dislexas formam frases com mais lentidão e com erros de concordância, como “eu gosta tomar suco”.

. Escrita de trás para frente: enquanto escrevemos da esquerda para direita, crianças com dislexia  podem escrever da direita para esquerda. A dificuldade que elas tem com o alfabeto e com a decodificação da palavras, faz com que elas tenham uma noção diferente de como grafar as letras.
TDAH

Cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras apresentam o chamado transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Dessas, cerca de 60% a 85% permanecem com o problema na adolescência. A doença é caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade exacerbada. “Por causa dessas características, os pais pensam que o problema é apenas o jeito de ser do filho. Isso faz com que casos de TDAH sejam ainda mais difíceis de diagnosticar”,  afirma a neuropediatra do HCor. Os principais sinais do problema são:

. Facilidade para se distrair: estímulos externos mínimos, como barulhos ou movimentações, fazem com que as crianças com TDAH percam o foco completamente. Isso prejudica o processo de aprendizado, uma vez que elas geralmente não conseguem prestar atenção nas aulas por muito tempo.

. Perda consecutiva de objetos: quando alguém entrega algo a uma criança com TDAH, ela esquece rapidamente do que recebeu. Por isso, perde objetos como lápis, borracha, caneta e brinquedos com frequência. Muitas vezes, elas chegam a perder o mesmo objeto várias vezes.

. Dificuldade de concentração: crianças com TDAH são bastante impacientes. Isso dificulta ainda mais a sua capacidade de concentração. Essa característica também faz com que elas não consigam terminar as tarefas em classe ou os deveres de casa. Na primeira oportunidade, elas se levantam e vão correr, brincar ou fazer desenhos.

. Movimentação contínua: a criança simplesmente não consegue parar de se mexer. Ela movimenta pés e mãos quase ininterruptamente e não consegue ficar sentada. Nas horas mais inapropriadas, sobe nos móveis de casa ou nas cadeiras da escola, como se tivesse recebido uma descarga de elétrica. 

. Agitação: a criança não consegue se adaptar a ambientes calmos e silenciosos. Prefere correr, brincar e fazer barulho sempre que possível.

. Impulsividade: a criança não consegue esperar por nada. Fica irritada ao ficar em filas, responde antes do final da pergunta e interrompe as pessoas que conversam com elas com muita frequência.       

. Comportamento explosivo: a falta de paciência nas crianças com TDAH também faz com que elas tomem atitudes impensadas. Isso faz com que elas apresentem um comportamento explosivo. Essa característica provoca uma sucessão de brigas e agressões aos colegas que estão brincando com elas.
DPA

O déficit de processamento auditivo (DPA) é uma doença menos frequente. A criança tem audição normal, mas não ouve bem. Isso ocorre porque, nesses casos, o cérebro apresenta dificuldades de processar informações auditivas. “É como se a pessoa ouvisse uma palavra, mas não conseguisse compreender o sentido dela no contexto de uma frase”, explica a Dra Maristela. Alguns sinais da DPA são:     

. A criança aparenta não ouvir bem

. Ela é muito distraída e desatenta

. Tem dificuldade cumprir tarefas em sequência

. Leva mais tempo para perceber que estão falando com ela

. Tem problemas em passar recados

. Frequentemente diz “o que?”, “não entendi!”

. Tem dificuldade de localizar de onde vêm os sons

. Possui dificuldade para lembrar o que dizem a ela

. Tem algumas diferenças no jeito de falar

. Lê e escreve com dificuldade

. Tem dificuldade para entender o que dizem em ambientes barulhentos

. Não consegue acompanhar a conversa, quando todos falam ao mesmo tempo

. Tem dificuldade em seguir orientações

. Deixa o volume da televisão sempre muito alto

. Tem dificuldade em relatar fatos ou contar uma história

. Não compreende sarcasmo ou piadas de duplo sentido

. Tem dificuldades em interpretar problemas matemáticos

. Não compreende coisas abstratas com facilidade
Discalculias

As discalculias são provocadas por má formações neurológicas que afetam o aprendizado dos números e a realização de contagens e cálculos. “Portadores de discalculia simplesmente não conseguem identificar sinais matemáticos, efetuar as quatro operações, compreender medidas, contar números em sequência, compreender valores financeiros, etc.”, explica a Dra Maristela. Os tipos de discalculia existentes são:

. Discalculia léxica: problemas para ler números e símbolos matemáticos

. Discalculia verbal: dificuldades em dizer quantidades, números, termos e sinais

. Discalculia gráfica: complicações na escrita de números e símbolos matemáticos

. Discalculia operacional: problemas para a execução de operações e cálculos

. Discalculia practognóstica: dificuldades para enumerar ou comparar objetos e imagens

. Discalculia ideognóstica: problemas para efetuar operações mentais ou compreender conceitos matemáticos

Informações para a imprensa:

Target Consultoria em Comunicação Empresarial

Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração

Ricardo Costa/ Rita Nogueira/ Gabriela Buck

ricardo@targetsp.com.br/ rita@targetsp.com.br/ gabriela@targetsp.com.br 

Tel: (11) 3063-0477


http://enfrentandooautismo.blogspot.com.br/2015/02/problemas-de-aprendizagem-e-baixo.html