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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE


Tipo Desatento
Verifique em qual item você se encaixa: SIM
1. Presta pouca atenção a detalhes e comete erros por falta de atenção.
2. Tem dificuldade em se concentrar ao assistir uma palestra, ler um livro...
3. Às vezes parece não ouvir quando lhe dirigem a palavra, ou numa conversa acaba distraindo-se, prestando atenção em outras coisas.
4. Tem dificuldade em seguir as instruções (não por incapacidade em compreendê-las), preferindo sempre a fazer suas tarefas "do seu jeito", no "seu tempo", muitas vezes deixando-as inacabadas.
5. Dificuldade de organizar seu tempo para fazer algo ou planejar com antecedência.
6. Relutância para fazer ou iniciar tarefas que exijam esforço mental e constante por muito tempo.
7. Perde objetos e/ou esquece nomes, compromissos, datas...
8. Distrai-se com muita facilidade com coisas à sua volta ou mesmo com seus próprios pensamentos, parecendo muitas vezes "sonhar acordado"
9. Apresenta com freqüência esquecimento em suas atividades diárias

Total de respostas "Sim":
É necessário que a pessoa tenha 6 ou mais características acima, para haver possibilidade de diagnóstico de TDAH (DDA).






Tipo Hiperativo/Impulsivo
Verifique em qual item você se encaixa: SIM
1. Move de modo incessante pés e mãos ou remexe-se na cadeira.
2. Tem dificuldade de permanecer sentado em situações em que isso é esperado.
3. Sente-se incapaz de relaxar, descansar, a musculatura geralmente é tensa e está sempre em busca de algo para fazer.
4. Tem dificuldade em manter-se silencioso em atividades de lazer.
5. Parece ser movido por um motor "elétrico" sempre, a "mil por hora".
6. Fala, come, compra ou trabalha em demasia.
7. Responde precipitadamente a perguntas antes que elas sejam concluídas. Responde questões escritas antes de ler até o final.
8. Tem dificuldade em aguardar a sua vez: em conversas, filas, restaurantes...
9. Interrompe freqüentemente os outros em suas atividades e/ou conversas.

Total de respostas "Sim":
É necessário que a pessoa tenha 6 ou mais características de forma crônica, desde criança, para haver possibilidade de diagnóstico de TDAH (DDA).


Tipo Combinado
É necessário que a pessoa tenha 6 ou mais características de cada um dos 2 tipos acima, para haver possibilidade de diagnóstico de TDAH (DDA).
CRITÉRIO A: Os sintomas vistos acima nos questionários são úteis para avaliar o primeiro dos critérios. Existem outros que também são necessários para se fazer o diagnóstico.
CRITÉRIO B: Alguns desses sintomas devem estar presentes desde precocemente (antes dos 7 anos) e serem crônicos, isto é, durarem mais do que 6 meses.
CRITÉRIO C: Existem problemas evidentes causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (no trabalho e/ou na faculdade, na vida social, no relacionamento conjugal e/ou familiar).



http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tdah ou...TDAH !


Tenho um vizinho adolescente que parece uma pipoca na panela: não pára um minuto sequer.
Ele chega em minha casa, abre a geladeira, pega água, vai no segundo andar da casa grita para as pessoas da rua, mexe no computador, pega um livro e começa a folhear, desce a escada, mexe água da minha fonte, liga o rádio... ufa!
Tudo em minutos.
Depois de tudo isso dá adeus, vai pra casa, pega a bicicleta e vai passear.
A sua família acha que é normal, que é um "aborrecente".
Ele pode ser um TDAH?
E você que acha?

Controvérsia sobre o TDAH?


Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?


Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas idéias sobre todos os aspectos de um transtorno.

Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?
Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.

No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas.

Muitos escrevem livros ou têm sítios na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.

Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto. Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa conseqüências terríveis.

Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem.

O TDAH é comum?
Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.


Colaboração - Associação Brasileira de Défict de Atenção - ABDA
Fonte Texto e Imagem
http://criancahiperativa.blogspot.com/2009/05/tdah-o-que-e-o-tdah.html

terça-feira, 26 de julho de 2011

A alimentação pode ajudar (ou piorar) o TDAH?





O cérebro consome entre 20% a 25% de toda a energia dos alimentos que ingerimos. A qualidade dos alimentos claramente afeta seu modo de funcionar.



Estas sugestões não são apenas para uma “Dieta TDAH” – são indicadas para toda a família e também para aqueles que desejam uma performance de excelência – atletas, executivos, estudantes.



Esta dieta é recomendada para todos os clientes com TDAH do IPDA – Instituto Paulista de Déficit de Atenção. A dieta adequada é um grande coadjuvante de tratamentos psicoterapêuticos, Neurofeedback e psicopedagógicos. Mesmo crianças ou adultos que fazem tratamento exclusivamente medicamentoso beneficiam-se com uma dieta mais adequada a um cérebro que funciona de uma forma muito peculiar.



A grosso modo, os alimentos podem ser divididos em dois grandes grupos: aqueles que aumentam o desempenho cerebral e aqueles que deixam o cérebro mais “aéreo”, mais lento.



Os melhores alimentos para os casos de TDAH – cuja marca orgânica principal é a hipofunção de áreas pré-frontais - são proteinas e carboidratos de digestão lenta.



Carboidratos de digestão rápida são açúcares simples e farinha branca. Quando ingeridos, eles passam rapidamente para a corrente sanguínea, causando um aumento abrupto dos níveis de glicose. Este aumento da glicose sanguínea, por sua vez, leva a um aumento na produção de insulina, que retira o excesso de glicose do sangue, acumulando-a no fígado ou depósitos de gordura. Assim, quando ingerimos carboidratos de digestão rápida sujeitamos nosso cérebro a uma “montanha russa” nos níveis de glicose – o que é incompatível com as necessidades de um cérebro que tem mais dificuldade em manter padrões estáveis de funcionamento.



É também importante verificar se há alergia ao leite. Estima-se que 30% das crianças tenha alguma forma de restrição ao leite, que pode ser prejudicial especialmente em altas doses

Nossas Sugestões:

Café da manhã: mais proteínas, menos carboidratos. Eliminar cereais com açucar, sucrilhos e achocolatados. Optar por ovos ou frios (entre 60% a 70% da refeição) e pão integral (carboidratos de digestão lenta, entre 30% a 40%). Verificar se há alergia ao leite.

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Outras refeições do dia: manter um equilíbrio entre proteínas e carboidratos.

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Almoço: evitar alimentos pesados e sobremesas doces. A tendência em sentir sono após o almoço é, em grande parte, decorrente dos processos digestivos. Se você precisa estar atento na parte da tarde, cuide de sua alimentação.

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Shakes: são úteis quando se precisa de uma refeição mais nutritiva, sem os efeitos do excesso de carboidratos e açucares brancos - contém grandes quantidades de proteína.

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Café: ingerir com moderação. A cafeína tem efeitos estimulantes, similares aos da Ritalina. Normalmente, a cafeína ajuda a melhorar o foco. É recomendável experimentar pequenas doses (uma ou duas colheres) com crianças muito agitadas ou distraídas, antes de irem para a escola. Atenção: em altas doses, a cafeína é tóxica.

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Água: beba muita água. O cérebro é composto por 80% de água e tomar entre 1 litro e meio a 2 litros por dia pode ajudar bastante. Não troque refrigerantes ou bebidas gaseificadas / industrializadas por água. Cuidado com o consumo excessivo de chás, mesmo naturais, pois podem conter outras substâncias, além de cafeína.

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Alimentos naturais / não industrializados: ingerir muitas frutas, vegetais e alimentos naturais.

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Exposição ao alumínio: evitar inclusive alimentos cozidos em panelas de alumínio.

Exposição a metais pesados: cuidado com os brinquedos que as crianças levam à boca, especialmente de procedência chinesa e/ou sem selo do Inmetro. A tinta pode conter chumbo. Cuidado com pesticidas e inseticidas.




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Fonte de Pesquisa:
http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/artigos/alimentacao.html